18 dezembro 2009
17 dezembro 2009
13 dezembro 2009
12 dezembro 2009
11 dezembro 2009

Oração de uma Clarissa
Senhor, fazei-me uma presença de paz
entre os homens agitados de hoje.
Fazei-me luz
na luz de Cristo.
Fazei-me caminho
Para os que buscam o Pai.
Fazei-me amiga
Das amigas irmãs que sofrem:
Que eu aprenda a dar
E a receber amor.
Fazei-me esperar paciente
Com os que perderam a esperança
De vosso reino.
Fazei-me irmã de todos
Os que têm o coração solitário.
Fazei-me virgem
Na constante purificação do meu amor
A Deus e aos homens.
Fazei-me um sinal de vossa Igreja
No mundo de hoje.
Fazei-me silêncio na plenitude interior.
Fazei-me toda oração e contemplação
Do vosso imenso amor.
Fazei-me corajosamente franciscana,
Autêntica filha de Santa Clara.
Ó Senhor,
dai-me a coragem
de conversão constante e profunda.
Que eu vos busque sem parar.
Que eu reze,
Ame e me renove,
Me encontre diariamente
Com minhas irmãs na oração,
Para construirmos a vivência da fraternidade
E da jubilosa partilha de tudo
No amor.
Amém!
pelos jovens
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Carta João Paulo II aos Jovens:
Carta aos jovens:
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola
e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia.


10 dezembro 2009
Franciscanas Palavras
Frei Vitório
09 dezembro 2009
08 dezembro 2009
07 dezembro 2009
06 dezembro 2009
Palavras Franciscanas
Viver franciscanamente é despojar-se de qualquer sofisticação.
É repetir continuamente gestos de generosidade e acreditar numa Novidade Originária.
Frei Vitório
05 dezembro 2009
Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne, o mundo tem saudades de ti qual imagem de Jesus crucificado. Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem, dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos transpassadas e implorantes. Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo poder do Evangelho.
Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem o mal do pecado e a procurarem a sua purificação na penitência. Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado, que oprimem a sociedade de hoje. Reaviva na consciência dos governantes a urgência da Paz nas Nações e entre os Povos. Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de cotrastar as insídias das múltiplas culturas da morte.
Aos ofendidos por toda espécie de maldade, comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar. A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém.
04 dezembro 2009
CAMPANHA PELA SANTIFICAÇÃO DO CLERO BRASILEIRO
que a Igreja deverá comemorar o Ano Sacerdotal.
- Que os sacerdotes celebrem em suas paróquias a Missa na forma
litúrgica exata e fiel. Sem abusos litúrgicos.
- Que os nossos sacerdotes não sejam coniventes e nem omissos e combatam, com sua pregação,
sua oração e com o seu apostolado o progressismo, o modernismo e o relativismo..
- Que os sacerdotes formem adequadamente as famílias, orientando-os
quanto a tudo o que a Igreja ensina a respeito de contracepção, moral
sexual, famílias numerosas.
- Que os sacerdotes se convertam em apóstolos do confessionário, equiparando
o tamanho das filas da comunhão às do confessionário.
- Que os sacerdotes favoreçam as práticas devocionais em consonância com a tradição
da igreja e pela exposição do Santíssimo Sacramento semanalmente sempre que possível.
Que os sacerdotes tenham uma boa vida de oração, rezem, façam
meditação, tenham terço diário, celebrem piedosa e diariamente a
Missa,
- Que os sacerdotes preguem a doutrina católica
- Que os sacerdotes sejam fiéis obedientes ao Magistério e
valorosos defensores do Papa.
Oremos
Que Santa Maria Mãe de Deus
e da Igreja Rogue pelos Sacerdotes da Igreja de Cristo,
levando-os a plenitude santificadora, assim estes
estejam sempre conduzindo o povo de Deus,
os seus filhos a verdade que liberta,
Amém

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pública diariamente em fragmentos, com eriquecimento estético para ser chamativo.
Conclusão: algumas indicações práticas.
Como, na prática, alimentar o sentido de pertença a uma determinada Fraternidade secular e a Ordem, em sua totalidade? Não nos esqueçamos que nossas CCGG (art. 30.1), citado acima, afirma com força que os franciscanos seculares são membros de uma Fraternidade local, porém pertencem a todas, na vida e na missão.
Cada Fraternidade, nos distintos níveis (local, Regional e Nacional), deveria propor-se seriamente como objetivo de converter-se, em:
a – Escola de Santidade, através de uma intensa vida litúrgica, sacramental e caritativa, organizando retiros espirituais e revisão de vida.
b – Ser uma autêntica escola de formação.
c – Dar o testemunho de comunhão eclesial: alimentar a identidade na medida em que a Regra passa a ser vida dos irmãos e das fraternidades, na leitura assídua dos escritos de São Francisco e de Santa Clara.
d - Viver intensamente as reuniões (não falemos mais somente de reuniões mensais) como sacramento da fraternidade. Fundamental tomar a decisão de se fazer presente na vida dos irmãos: alegrar-se com os que chegam, pensar nos que não vieram, procurar descobrir as razões pelas quais alguns perderam a motivação. Os Conselhos, particularmente os formadores, saberão criar condições para que as reuniões sejam efetivamente agradáveis, proveitosas e enriquecedoras para os formandos e todos os irmãos.
e - Preocuparem-se, os irmãos e as irmãs, em regularizar as contribuições financeiras, como expressão de pertença à Ordem e comunhão com suas necessidades.
f – Presença na sociedade, à luz da Doutrina Social da Igreja e da nossa Regra.
Obrigado e Paz e Bem!
⌂ Profissão na OFS, Dom e Compromisso.
Bibliografia:
“Identidade Franciscana Secular – Senso de Pertença à OFS”, de Frei Almir R. Guimarães, publicado em “Paz e Bem”, jul/ago 2004.
“Pertenza all’OFS”, Emanuela de Nunzio, OFS, Capitolo generale, Nov/2008, Hungria.
Colocações pessoais do autor.
Rosalvo G. Mota, OFS
Palavras Franciscanas
“Meu Deus e meu Tudo!“
Francisco assim exclama, admira, contempla, repete, invoca...assim adensa a sua experiência de saborear a presença do Sagrado.
Frei Vitório
03 dezembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
A pluripertença.
Um dos maiores obstáculos que se interpõe a corresponsabilidade é a que convencionalmente chamamos de “pluripertença”, quer dizer, a tendência de alguns franciscanos seculares a aderir a uma multiplicidade de grupos e associações eclesiais. Não podemos esquecer que “A vocação à OFS é uma vocação específica, que informa a vida e a ação apostólica de seus membros”
(CCGG 2.1).
02 dezembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
b - Pertença a Fraternidade Local.
Todos conhecemos de memória a definição de Fraternidade Local contida no art. 22 da Regra: “primeira célula de toda a Ordem... sinal visível da Igreja... comunidade de amor...”.
Para explicitar estas afirmações básicas, as CCGG, art. 30.2, precisam como deve ser vivida a pertença a Fraternidade: “O sentido de corresponsabildade dos membros exige a presença pessoal, o testemunho, a oração, a colaboração ativa, segundo as possibilidades de cada um e os eventuais compromissos para a animação da Fraternidade”.
A presença pessoal, ou seja, a participação freqüente (não opcional) aos encontros da Fraternidade, que não podem ser mais as famosas “reuniões mensais”, mas sim, “encontros freqüentes”, organizados pelo Conselho para estimular a cada um a vida de fraternidade e para um crescimento de vida franciscana e eclesial (R.24).
O testemunho, de vida evangélica e de vida fraterna e como apostolado preferencial, inclusive como meio de animação vocacional (R.23 e CCGG art. 17 e 37.3).
A oração, que é a “alma do próprio ser e do próprio agir” (R.8).
A colaboração ativa, de todos e de cada um, para o bom funcionamento da Fraternidade, para o desenvolvimento dinâmico e participativo das reuniões, para a realização de iniciativas caritativas e de apostolado (CCGG 31.4).
Os eventuais compromissos na animação da Fraternidade, em particular, quando um irmão/ã é indicado para tal ou qual cargos/serviços (CCGG 31.4). Com efeito, o Professo definitivo, de acordo com sua capacidade e disponibilidade, considerados os interesses superiores da OFS, não deve se eximir da aceitação de encargos, salvo por graves razões, sempre que indicado para exercer cargos ou funções em órgãos da Fraternidade de qualquer dos níveis.
A contribuição econômica, na medida das possibilidades de cada membro (CCGG 30.3), para proporcionar os meios financeiros necessários para a vida da Fraternidade e para suas obras de culto, de apostolado e caritativa.
Porém, ainda não basta. A corresponsabilidade compromete a todos os membros a dar atenção ao “bem estar” humano e espiritual de cada um dos irmãos (CCGG 42.4); nenhum deve ser deixado sozinho a frente de seus problemas e dificuldades, mas a Fraternidade deve encontrar ajuda (inclusive material) e apoio.
30 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pessoal (vida interior). Em um tempo de instabilidade e de oscilação é fundamental chegar ao coração da interioridade para dar consistência aos compromissos e as fidelidades pessoais. Sem a base da interioridade, toda nossa vida se faz fluida e tudo aparece suspenso no ar. Corremos o risco de esquecer quanto extraordinariamente seja a aventura na qual Jesus nos envolveu. Este é o motivo pelo qual nossa Regra (nº7) nos recorda que a conversão “deve renovar-se a cada dia”.
Existem alguns instrumentos para esta renovação da pessoa, que leva ao redescobrimento de nossa identidade e do sentido de pertença. O primeiro de todos é a formação permanente para manter desperta a consciência que o ser franciscano se realiza sempre como um novo chegar a ser franciscano: não é jamais uma história acabada que ficou atrás, senão um caminho que exige sempre um novo exercício. A renovação da pessoa é feita de pequenos compromissos, que devem desembocar naquele compromisso mais amplo que chamamos “forma ou programa de vida”.
Outro instrumento é a oração. É verdade que aos franciscanos seculares devem assumir seus compromissos como cidadãos no âmbito da vida pública, competência profissional, promoção da solidariedade e da liberdade, dos direitos humanos e da justiça, diria, como um terceiro instrumento. Ainda assim, o que é especificamente nosso é a oração ao Deus vivente. A dimensão contemplativa permite ir ao mundo com os olhos iluminados pela esperança e compaixão.
É muito importante que a Fraternidade seja verdadeira escola de oração, lugar de concórdia, espelho de caridade e fonte de esperanças, de maneira que todos seus membros experimentem a alegria de sentirem-se amados pelos irmãos e, ao mesmo tempo, a necessidade de comunicar aos que nos rodeiam a plena felicidade de ser discípulos de Cristo.
Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne, o mundo tem saudades de ti qual imagem de Jesus crucificado. Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem, dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos transpassadas e implorantes. Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo poder do Evangelho.
Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem o mal do pecado e a procurarem a sua purificação na penitência. Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado, que oprimem a sociedade de hoje. Reaviva na consciência dos governantes a urgência da Paz nas Nações e entre os Povos. Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de cotrastar as insídias das múltiplas culturas da morte.
Aos ofendidos por toda espécie de maldade, comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar. A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém.
29 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Identidade do Franciscano Secular.
Quem são os franciscanos seculares espalhados pelo mundo? Qual é sua identidade?
Alguns de nós, leigos ou religiosos, tivemos ocasião de conhecer no passado outras concretizações da Ordem Terceira. Entre nós houve grupos bastante numerosos. Seus membros usavam um hábito externo bastante característico para os irmãos e as irmãs. Em alguns lugares os irmãos sentavam-se de um lado e as irmãs, do outro.
Aos poucos, no curso da Segunda metade do século XX, toda a família franciscana foi conhecendo transformações. A 24 de junho de 1978 os terceiros tiveram sua nova Regra aprovada pelo Papa Paulo VI. Começou um intenso período de renovação. O jeito dos irmãos e das irmãs de antigamente foi cedendo lugar a um novo modo de ser franciscano, idêntico no essencial, diferente em suas manifestações. Conheceu-se um período de estudo e de assimilação da nova Regra. A Regra passou a ser ponto de referência fundamental na busca da identidade.
A Ordem Terceira passou a ser designada de Ordem Franciscana Secular. Desejou-se marcar a presença dos leigos franciscanos no mundo. Procurou-se buscar precisamente nessa secularidade característica importante da OFS. Mais tarde, na Chistifideles Laici, o Papa João Paulo II, retomando a doutrina do Concílio Vaticano II, escrevia: “A vocação dos leigos à santidade comporta que a vida segundo o Espírito se exprima de forma peculiar em sua inserção nas realidades temporais e na sua participação nas atividades terrenas”.
Para atualizar a reflexão, temos que nos perguntar: que significa ser franciscano secular? Que buscam as pessoas que hoje fazem a Profissão na Ordem? Estas perguntas não nos incomodam e não nos inquietam demais porque nos parece que nossa resposta já está dada na vida cotidiana. Tudo parece resolvido: o cotidiano, cada um é aquilo que faz, e cada Fraternidade é o que realiza.
No entanto, com espírito menos acomodado, não deveríamos nos contentar com esta primeira resposta. Qualquer um pode realizar as funções que nós exercitamos no mundo, e qualquer associação ou movimento pode realizar o apostolado que nós fazemos, sem necessidade de pertencer a OFS.
Quando nos damos conta disto, se abre diante de nós um abismo. Nos preocupamos e nossa consciência nos acusa de incoerência e de falta de radicalidade no “seguimento de Cristo pobre e crucificado”, ao modo de são Francisco. Para nos tranqüilizar, buscamos dar um colorido franciscano àquilo que fazemos (ou faz a Fraternidade): promovemos a devoção a São Francisco, organizamos exposições de artigos franciscanos, encenamos o trânsito de São Francisco, falamos de São Francisco nos programas de rádio, etc... .
Não será que o franciscanismo que promovemos seja uma realidade acidental, secundária? Em outras palavras: não será que somos profissionais, estudantes, comerciantes, administradores, ministros da Eucaristia, freqüentadores habituais de grupos paroquiais e, além disto, também, franciscanos?
No começo de nossa Regra se encontram os elementos fundamentais do projeto de vida franciscano secular: os franciscanos seculares são homens e mulheres que, “impulsionados pelo Espírito a atingir a perfeição da caridade no próprio estado secular, se comprometem pela Profissão a viver o Evangelho à maneira de são Francisco e mediante esta Regra confirmada pela Igreja” (R.2).
Da legislação atualizada da OFS (Regra e Constituições Gerais) se deduz que a identidade do franciscano secular se expressa em uma tríplice dimensão: pessoal (a vida interior), fraterna (a corresponsabilidade) e universal (a missão).
28 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pertença e Identidade.
Substancial coincidência. Toda reflexão que se faça sobre o sentido de pertença, se relaciona estritamente com a identidade e a pressupõe. Que significa ser homem? Que significa ser mulher? Que significa ser religioso/a em nossos dias? Que significa hoje ser discípulo de Jesus Cristo? Que coisa está bem e é fundamental? Onde estou andando? Que é o que devo fazer na vida para poder chegar à plenitude da existência? A quem pertenço e quem me pertence?
A estreita conexão entre pertença e identidade é uma lei psicológica, porém mais ainda, uma estrutura do ser como tal. Não há identidade sem pertença e não há pertença sem identidade: são distintas e, no entanto, estão substancialmente ligadas. É, portanto, obvio que para falar de pertença é necessário falar de identidade: para ter consciência de si e para distinguir-se do outro.
27 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pertença na vida eclesial.
Objeto de debate entre a Igreja e o mundo já não é mais como em outros tempos, quando se discutia sobre o divórcio, sobre o aborto ou sobre o uso da pílula, porém se aceitava o enfoque cristão da vida. Hoje o debate está dirigido para visões alternativas e globais do homem e da mulher, da paternidade e da maternidade, da sexualidade e, sobretudo, os caminhos a conquistar para que os homens e as mulheres se realizem na vida e se sintam satisfeitos e felizes.
Aqueles que, pelo Batismo, são membros da Igreja católica, de que maneira pertencem e se identificam com ela? Existem aqueles que a pertencem totalmente e sem reservas, com a plena convicção de pertencer à alma da Igreja, de serem membros do Corpo Místico de Cristo. Existem aqueles que estão ligados com a Igreja por um fio muito fino, com um sentido de pertença limitado a formas exteriores (talvez a maioria). E finalmente, existem aqueles que vivem somente alguns aspectos da fé, fora de todo tipo de pertença à Igreja (missa de sétimo dia e casamentos).
A Igreja, embora animada por uma inquebrantável esperança cristã, não esconde sua preocupação frente aos fenômenos que sumariamente citamos. Ela está comprometida a dar uma resposta profética aos desafios do nosso tempo. Disto derivam três consequências: o fortíssimo vínculo entre fé e identidade, a importância de Cristo na vida diária e a atenção constante a correta relação entre verdade e liberdade.
Senhor da paz,
ensina-nos o sentido da paz.
Nosso olhar estreito ainda acredita na paz como sinônimo de tranqüilidade, de sossego, de isolamento.
E teu Filho, o príncipe da paz, quando falou de paz,
ensinou um dinamismo de vida que exige justiça, verdade, dignidade, solidariedade, quando não profetismo, denúncia, entrega.
A tua paz, Senhor, não nos deixa quietos, parados, omissos...
A tua paz, Senhor, preenche a lacuna dos dias de rotina, atravessa as fronteiras hostis, bate à porta dos esquecidos, desinstala o poder e os iludidos pelo poder.
A tua paz, Senhor, grita no altos cumes e nos desertos, também nas metrópoles, nos campos de refugiados, nas trincheiras que não envelhecem, nos morros, em toda parte, em todos os cantos.
A tua paz, Senhor, é referência e promessa, é esperança, porvir, mas também presença, consolo, conforto.
Senhor, dá-nos a tua paz, fazendo de nós filhos da paz, gente paz, defensores da paz. Entre nós e no mundo.
Por Cristo Jesus, teu Filho e doador de toda paz.
Amém.
***
Precioso Senhor do Universo
Hoje, renuncio a todas as armas do ódio e agressão em meus pensamentos, palavras e atos.
Hoje, renuncio aos ressentimentos e mágoas que me
levaram a atacar os outros e prejudicar-me.
Hoje, renuncio a todas as idéias de cinismo e julgamento, a todas as palavras destrutivas e a todos os atos de vingança e violência contra mim e contra os outros.
Hoje, limpe-me de todos os pensamentos e palavras de ataque, a fim de que eu possa dar os passos necessários para instalar a paz em meu coração e oferece-la ao mundo.
Hoje, não me deixe esquecer que cada ato meu é importante para construir a paz no mundo.
Hoje, abro meu coração para enviar energia do amor a todos os líderes mundiais.
Hoje, abro meu espírito para construir na criação de um mundo em que a agressão e a violência se transformem em solidariedade e compaixão.
Hoje, abro meus olhos para conscientizar-me de tudo o que posso fazer ou dizer para promover a presença da paz.
Hoje, reconheço que a paz começa comigo.
Hoje, eu me entrego confiantemente em SUAS MÃOS.
Dedico cada idéia que penso, cada palavra que digo e cada um dos meus atos à criação, manutenção e propagação da paz.
Faça com que a luz da paz reine em mim.
Que a presença da paz reine em mim.
Faça com que o poder da paz irradie de mim e através de mim!
Que a paz envolva todo mundo!
Assim é!
E assim seja!
26 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pertença territorial.
Segundo uma recente pesquisa da “Agência Fides” sobre as migrações, 175 milhões de pessoas no mundo residem em uma nação diferente daquela em que nasceram. O sentido de pertença a um determinado território (nação) mudou profundamente não só pela grande mobilidade cultural e de trabalho, mas também porque as realidades nacionais, as quais em outras épocas as pessoas se sentiam profundamente radicadas e que representavam um ponto firme da identidade pessoal (sou brasileiro, sou italiano, sou português,...). É a questão da dupla nacionalidade.
Com efeito, não é difícil compreender por que as pessoas não se sentem mais profundamente vinculadas à pátria, a família e ao mundo profissional.
25 novembro 2009
oremos

Aclamai o Senhor, terra inteira, dizei um salmo ao seu nome, * fazei glorioso o seu louvor (Sl 65,1-2).
Dizei a Deus, como são estupendas as vossas obras! * tão poderosa é vossa força que os inimigos vos glorificam! (Sl 65,3).
Toda terra vos adore e vos cante * cante um salmo ao vosso nome (Sl 65,4).
Vinde, todos os que temeis a Deus, ouvi que eu vou contar, * quão grandes coisas ele fez para minha alma (Sl 65,16).
A ele clamei com minha boca * e exultei com minha língua (Sl 65,17; R).
Do seu templo santo escutou a minha voz, * meu clamor chegou aos seus ouvidos (Sl 17,7c-d).
Bendizei, ó povos, ao nosso Senhor; * e fazei ouvir a voz em seus louvores (Sl 65,8).
Nele serão abençoadas todas as raças da terra, * todos povos hão de bendizê-lo (Sl 71,17c-d).
Bendito seja o Senhor, Deus de Israel; * pois só ele faz grandes maravilhas (Sl 71,18; R).
E bendito seja o nome de sua majestade para sempre; * e se encha toda terra de sua glória. Assim seja! Assim seja! (Sl 71,19).
(S. Francisco de Assis - "Ofício da Paixão", Salmo X)
oração
Ó glorioso São Francisco, nosso grande padroeiro, a vós recorremos pela doçura da vossa santidade. Protegei-nos e abençoai-nos. Vós que nos ensinastes a procurar neste mundo a perfeita alegria no amor de Deus e do próximo; vós que tanto amastes as pessoas e a natureza toda, porque proclama a glória e a sabedoria do Criador, fazei-nos servir a Deus na alegria, ajudar o próximo o melhor possível, amar até as mais fracas criaturinhas e, com os nossos bons exemplos e boas ações, espalhar em torno de nós os benefícios da fraternidade cristã.
Amém.
24 novembro 2009

Senso de Pertença
Série sobre o senso de pertença e sobre identidade do Franciscano Secular
Pertença a Família.
Antes de tudo, vamos nos referir ao que poderíamos chamar identidade familiar. Na definição do matrimônio, um homem escolhe uma mulher como companheira de vida e de destino. Uma mulher opta por um determinado homem como esposo e companheiro. Ambos realizam um projeto de vida. Um pertence ao outro. Desejam viver o tempo da vida, um tempo não provisório, mas caracterizado por um “para sempre”, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no respeito recíproco e na acolhida do outro em todo momento. Somente sobre estes pressupostos é possível organizar a vida de maneira que os filhos possam chegar a viver na estabilidade de uma casa, de um lugar, de uma família.
A família, que constitui o maior recurso para a pessoa e para a sociedade enquanto âmbito de generosidade, de acolhida incondicional, de solidariedade nas distintas circunstâncias da vida, se vê hoje assediada por tantos desafios do mundo moderno: o materialismo imperante, a busca do prazer imediato, a influência dos meios de comunicação.
Além disso, é debilitada e agredida com propostas de leis que a equiparam a uma convivência qualquer debaixo do mesmo teto: aborto, separações e divórcios, etc. Cada vez aumenta mais as uniões sem casamento; crescem o número de mães solteiras e de filhos que vivem fora do contexto familiar; famílias desagregadas, etc. nos perguntamos: existe o sentido de pertença familiar ou a família?
Ante este quadro que, o Papa Bento XVI definiu como “preocupante”, que é necessário indicar caminhos para reforçar a família e para educar as novas gerações na fé católica, como o maior patrimônio que os pais podem transmitir aos seus filhos.
23 novembro 2009
Bento XVI aos artistas: o mundo precisa da beleza

Caminho para encontrar Deus, diz na Capela Sistina
Por Jesús Colina
CIDADE DO VATICANO, domingo, 22 de novembro de 2009 (ZENIT.org).-
Em meio ao ambiente de pessimismo que se respira por causa da crise econômica e social, o Papa perguntou aos artistas: “O que pode voltar a dar entusiasmo e confiança, o que pode animar a alma humana a encontrar o caminho, a elevar o olhar ao horizonte, a sonhar com uma vida digna da sua vocação? Não é acaso a beleza?”.
“A experiência do belo, do autenticamente belo, do que não é efêmero nem superficial – respondeu o Papa –, não é acessório ou algo secundário na busca do sentido e da felicidade, porque essa experiência não afasta da realidade, e sim leva a enfrentar totalmente a vida cotidiana para libertá-la da escuridão e transfigurá-la, para torná-la luminosa, bela.”
Pelo contrário, indicou, a beleza “pode converter-se em um caminho para o transcendente, para o mistério último, para Deus”.
“Não tenhais medo de relacionar-vos com a fonte primeira e última da beleza, de dialogar com os crentes, com quem, como vós, se sente peregrino no mundo e na história, rumo à Beleza infinita!”.“A fé não elimina nada da vossa criatividade, da vossa arte; mais ainda, ela vos exalta e vos nutre, animando-vos a atravessar o limiar e a contemplar, com olhos fascinados e comovidos, a meta última e definitiva, o sol sem crepúsculo que ilumina e torna belo o presente”, concluiu.
22 novembro 2009
Notinhas da Igreja

AconteceuAconteceu 2
No Ténis Clube dia 13 evento cultural em prol das Conferências dos Vicentinos, em breve fotos aqui. As conferências agradecem o apoio de todos que prestigiaram o evento.
Experiência de Oração JovemA RCC encerra hoje a tarde seu encontro Jovem, com um bom número de jovens, aproximadamente 100, o movimento fez no Retiro, baile, oração, pregações e recreação com os jovens.
MissaHoje a noite, a Missa em Devoção a Santa Cecília e pelos Músicos acontecerá na Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens a partir das 19 horas.
Grupo de Oração JovemEm virtude do Retiro, o grupo não aconteceu neste sábado dia 20, mas retornará semana que vem depois da Missa.
Focolares
O Movimento como de costume não se reuniu no primeiro sábado deste mês, mas se reuniu quarta-feira passada, e já estão em planejamento em como que será a próxima reunião que terá confraternização.
Casa da Misericórdia
Casa de trabalho social e de evangelização, que promove o bem estar do moradores de rua, oferecendo-lhes comida, roupa e banho, além de encaminhar os interessados para reabilitação das drogas. E o principal: oração e momento da Palavra todos os dias antes das refeições. A Casa da Misericórdia está precisando de Voluntário, aqueles que quiserem ajudar, basta somente ir a partir das 18h, qualquer dia de segunda a sexta, e ir conhecer o trabalho.
Comunidade Dei VerbumA Comunidade de Aliança e futuramente de Vida, Dei Verbum, de Espiritualidade Carismática, conseguiu finalmente o tão sonhado Terreno, de 2.500 metros quadrados para construir sua sede. A Comunidade existe à 12 anos em Porto Feliz

No dia 29 deste mês, a Comunidade Dei Verbum, dá continuidade ao estudo que começou ano passado, do Documento de Aparecida, sempre no último domingo de cada mês, eles se reúnem na Casa da Misericórdia.
Folhetos informativosA Paróquia Nossa Senhora Aparecida, tem orientado oportunamente seus leigos, como o fez, no dia de Finados distribuindo um folheto informativo: Como é a vida após a Morte?. E dando seguimento a campanha do concientização, em outra oportunidade distribuiu o folheto: Dízimo e Família. A Paróquia que orienta e forma seus leigos fortalece-se!
Retiro dos Agentes da Pastoral da Saúde. Primeira Comunhão na missa das 9h na Igreja Mãe dos Homens as 9h. Missa de Nossa Senhora das Graças as 9h30m, na Vila América aconteceu com boa participação da comunidade.
AudiênciaNosso trabalho segue em frente, e a audiência se mantém. Já estamos na casa das 30.000 mil visitas. Obrigado a todos!
Aqueles que se identificam com este trabalho, e queriam colaborar com o nosso trabalho, basta somente contatar através do e-mail: serjovem7@hotmail.com.




















