18 novembro 2010
reflexão!
14 novembro 2010
Santa Isabel da Hungria
Diz a lenda que Isabel foi invocada mesmo antes de nascer. Um vidente anunciou seu glorioso nascimento como estrela que nasceria na Hungria, passaria a brilhar na Alemanha e se irradiaria para o mundo. Citou-lhe o nome, como filha do rei da Hungria e futura esposa do soberano de Eisenach (Alemanha).
De fato, como previsto, a filha do rei André, da Hungria, e da rainha Gertrudes, nasceu em 1207. O batismo da criança foi uma festa digna de reis. E a criança recebeu o nome de Isabel, que significa repleta de Deus.
Ela encantou o reino e trouxe paz e prosperidade para o governo de seu pai. Desde pequenina se mostrou de fato repleta de Deus pela graça, pela beleza, pelo precoce espírito de oração e pela profunda compaixão para com os sofredores.
Tinha apenas quatro aninhos quando foi levada para a longínqua Alemanha como prometida esposa do príncipe Luís, nascido em 1200, filho de Hermano, soberano da Turíngia. Hermano se orientava pela profecia e desejava assegurar um matrimônio feliz para seu filho.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria companheira para Luis. E a perseguiam e maltratavam, dentro e fora do palácio.
Luis, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de casar-se quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Certa vez, Luis a surpreendeu com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e... milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno inverno. Feliz, guardou uma delas.
Sua vida de soberana não era fácil e freqüentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso, os filhos, Hermano, de 1222; Sofia, de 1224 e Gertrudes, de 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que o duque Luis se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luis ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos a chegar na Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter freqüentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Familia Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco!
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e a expulsaram do castelo de Wartburgo. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno inverno. Duas servas fiéis a acompanharam, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, Lá dentro dela o Senhor a chamava para doar-se ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburgo e lá foi morar com suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legitimo de Luis. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de fato feliz. Por ordem do confessor, conservou alguma renda, toda revertida para os pobres e sofredores.
Construiu abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela se sentia de fato rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de dar-lhes maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres!
De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. Suas servas atestam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade os sacramentos dos enfermos. Quando seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre herança, respondeu tranqüila: "Minha herança é Jesus Cristo !" E assim nasceu para o céu! Era 17 de novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira das Irmãs da Ordem Franciscana Secular.
Frei Carmelo Surian, OFM
Extraído de http://www.franciscanos.org.br/v3/vidacrista/especiais/2010/stisabel/01.php acesso em 10 nov. 2010.
Ilustração: 800. Geburtstag der Heiligen Elisabeth von Thüringen (1207–1231) / Deutsche Post AG. 2007. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:DPAG_2007_2628_Elisabeth_von_Th%C3%BCringen.jpg acesso em 10 nov. 2010.
13 novembro 2010
III Semana pela Paz: fotos no Coronel
Dia 27 de outubro, é o dia mundial de oração pela Paz, e em Porto Feliz, Ana Cândida celebrou este dia na Escola Municipal de Ensino Fundamental Coronel Esmédio. Fazendo tangran, bexigaço com gás helio e em seguida sendo soltos e um abraço de Paz, leitura da passagem de São Francisco e o lobo de Gubio.
Participando o Prefeito Claudio Maffei, o vice Julio Cesar e o Pastor Daniel Maddalena da Igreja Suprema Graça.
12 novembro 2010
04 novembro 2010
O MISTÉRIO DA MORTE
O MISTÉRIO DA MORTE
Dentre todos os mistérios que nos cercam, a vida e a morte, naturalmente, são os mais experimentados por nós a cada instante e são também os que nos dão o real sentido de todos os outros mistérios. Mesmo assim, tudo continua Mistério insondável, incompreensível, inviolável, pois, o nosso saber em nada muda os mistérios do Senhor, porque a Sua Sabedoria é Única e para sempre e ninguém fora do Espírito Santo, pode sondá-la. No entanto, quando a Ele nos aliamos, nos unimos à Fonte Inesgotável do seu Amor, e é isso que nos faz permanecer para além da finitude que vivemos.
O ser humano, em sua naturalidade, só pode conhecer a Deus por meio de suas obras; é o que nos ensina São Paulo: “Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar”. (Rom 1,20). E ainda: “Porquanto o que se pode conhecer de Deus os homens o leem em si mesmos, pois Deus lho revelou com evidência”. (Rom 1,19).
Ora, tudo o que Deus criou é bom, por isso, criou para a eternidade; não viver essa verdade é distorcer os dons de Deus, é torná-los impotentes, é como que andar na contramão desses mesmos dons e chegar a lugar nenhum por nós mesmos, ou seja, é retroceder; mas não tem como, porque o dinamismo do Senhor não nos deixa parados até que todos tenham o encontro definitivo com Ele no dia eterno e esse encontro, indubitavelmente, passa pelo mistério da morte.
Então, como desvendar esse mistério? Ou como entendê-lo? Todo mistério só pode ser especialmente compreendido e vivido por meio da fé; não a fé natural, pois esta existe em vista da fé sobrenatural, dom do Espírito Santo de Deus, recebida no batismo, como nos ensinou Jesus: “Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, e o que nasceu do Espírito é espírito”. (Jo 3,5-6). Ou seja, trata-se do nascimento na ordem da graça, isto é, para a vida eterna. Assim e somente assim, pela ação do Espírito Santo, conhecemos esse mistério, acreditamos em Jesus e experimentamos a sua ressurreição.
Então, o que é a morte para nós cristãos? Escutemos o Senhor Jesus: “Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. E vós conheceis o caminho para ir aonde vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (Jo 14,1-6). Ou seja, o Batismo nos une a Cristo e uma vez unidos ao Senhor e fiéis ao seu chamado, temos a certeza de que por sua ressurreição nos ressuscitará também e nos conduzirá ao Reino dos Céus, morada definitiva dos redimidos. Portanto, para nós cristãos, a morte foi vencida por Jesus Cristo, o Filho de Deus Vivo, e tornou-se Páscoa, isto é, passagem, encontro definitivo com o Senhor e Salvador de nossa vida.
Por fim, uma palavra de exortação de São Paulo para nós que estamos aqui vivendo este mistério: “Meu ardente desejo e minha esperança são que em nada serei confundido, mas que, hoje como sempre, Cristo será glorificado no meu corpo (tenho toda a certeza disto), quer pela minha vida quer pela minha morte. Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro”. (Fil 1,20-21).
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Mas, atenção: “Não procureis a morte por uma vida desregrada, não sejais o próprio artífice de vossa perda. Deus não é o autor da morte, a perdição dos vivos não lhe dá alegria alguma. Ele criou tudo para a existência, e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação. Nelas nenhum princípio é funesto, e a morte não é a rainha da terra, porque a justiça é imortal. Mas, (a morte), os ímpios a chamam com o gesto e a voz. Crendo-a amiga, consomem-se de desejos, e fazem aliança com ela; de fato, eles merecem ser sua presa”. (Sb 1,12-16).
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Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.
em 4/11/2010 17h25m
01 novembro 2010
III Semana pela Paz e Não Violência – encerrou no sábado dia 30
A Semana pela Paz e Não Violência é organizada pela Fraternidade Franciscana São Maximilinao, e pelo 3º ano consecutivo a programação da Semana ganha as ruas.
Veja como foi a programação:
Segunda-feira reza do terço na Casa da dona Cida Barnabé.
Terça-feira visita aos vereadores na Câmara dos Vereadores e uso da Tribuna Livre por Ana Cândida, que falou um pouco da Semana de Oração pela Paz e Não violência em Porto Feliz, além de ler o episódio de São Francisco e o lobo de Gúbio.
Quarta-feira de manhã foi a vez da creche Violeta participar com músicas, orações, pintura de desenhos símbolos da Paz e bexigaço na quadra. No Coronel Esmédio, o evento no pátio contou com a participação do prefeito Claudio Maffei, vice Julio Bronze e o Pastor Daniel Maddalena da Igreja Suprema Graça. A noite aconteceu um encontro na Gruta Nossa Senhora de Lourdes, com músicas, orações e reflexão.
Sexta-feira na Casa da Cultura aconteceu o Sarau Franciscano, momento cultural e já considerado como tradicional. Sempre é um sucesso.
A semana encerrou na Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida, com a Santa Missa presidida pelo pe Washington, com diácono Valmir e ministros extraordinários da Eucaristia. Na entrada foram distribuídos lenços brancos perfumados e o texto São Francisco e o lobo de Gúbio.
Foi a primeira vez que a fraternidade teve contato com o Pe Washington, que assumiu a paróquia nodia 27 de agosto de 2010. O padre fez questão de acolher a fraternidade. Nesta noite, pedimos Paz, para nossas famílias e nossa querida cidade de Porto Feliz.
Glória
Entrada da Bíblia
Liturgia da Palavra
Ofertório
Oração Eucarística



