27 setembro 2009

Carta circular

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA

CARTA CIRCULAR Nº 520/2009
AOS PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS
EPISCOPAIS SOBRE O ENSINO
DA RELIGIÃO NA ESCOLA

Roma, 5 de Maio de 2009

Eminência/Excelência Reverendíssima,

A natureza e o papel do ensino da religião na escola tornou-se objecto de debate e, nalguns casos, de novas legislações civis, que tendem a substituí-lo por um ensino do facto religioso de natureza multiconfessional ou de ética e cultura religiosa, mesmo contra as escolhas e direcção educativa que os pais e a Igreja procuram dar à formação das novas gerações.

Por isso, com a presente Carta Circular, destinada aos Presidentes das Conferências Episcopais, esta Congregação para a Educação Católica retém necessário recordar alguns princípios, que são aprofundados no ensinamento da Igreja, a clarificação e a norma acerca do papel da escola na formação católica das novas gerações; a natureza e a identidade da escola católica; o ensino da religião na escola; a liberdade de escolha da escola e do ensino religiosa confessional.

I. O papel da escola na formação católica das novas gerações

1. A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, desafiada pelas rápidas mudanças sociais, económicas e culturais. A sua missão específica permanece a formação integral da pessoa humana. Às crianças e aos jovem deve ser garantida a possibilidade de desenvolver harmoniosamente as próprias qualidades físicas, morais, intelectuais e espirituais. Os mesmos devem ser ajudados a adquirir um sentido mais perfeito da responsabilidade, a apreender o recto uso da liberdade e a participar activamente na vida social (cfr c. 795 Código de Direito Canónico [CIC]; c. 629 Código dos Cânones das Igrejas Orientais [CCEO]). Um ensino que desconhecesse ou marginalizasse a dimensão moral e religiosa da pessoa constituiria um obstáculo para uma educação completa, porque as "crianças e os adolescentes têm direito de serem estimulados a estimar rectamente os valores morais e a abraçá-los pessoalmente, bem como a conhecer e a amar Deus mais perfeitamente". Por isso, o Concílio Vaticano II pediu e recomendou "a todos os que governam os povos ou orientam a educação, para que providenciem que a juventude nunca seja privada deste sagrado direito" (Declaração Gravissimum educationis [GE ],1).

2. Uma tal educação requer o contributo de vários sujeitos educativos. Os pais, porque transmitiram a vida aos filhos, são os primeiros e principais educadores (cfr GE 3; João Paulo II, Exortação apostólica Familiaris consortio [FC], 22 de Novembro de 1981, 36; c. 793 CIC; c. 627 CCEO). Com a mesma razão, compete aos pais católicos cuidar da educação cristã dos seus filhos (c. 226 CIC; c. 627 CCEO). Nesta primordial tarefa os pais têm necessidade da ajuda subsidiária da sociedade civil e de outras instituições. Na verdade, "a família é a primeira, mas não a única e exclusiva comunidade educativa" (FC 40; cfr GE 3).

3. "Entre todos os meios de educação, tem especial importância a escola" (GE 5), que constitui o "principal auxílio aos pais para o desempenho do seu múnus de educar" (c. 796 §1 CIC), particularmente para favorecer a transmissão da cultura e a educação à vida com os outros. Nestes âmbitos, em concordância também com a legislação internacional e dos direitos do homem, "deve ser absolutamente assegurado o direito dos pais à escolha de uma educação conforme à sua fé religiosa" (FC 40). Os pais católicos "confiem os filhos às escolas em que se ministre educação católica; se não o puderem fazer, têm obrigação de procurar que fora das escolas se proveja à devida educação católica dos mesmos" (c. 798 CIC).

4. O Concílio Vaticano II recorda aos pais "o grave dever que lhes incumbe de tudo disporem, ou até exigirem", para que os seus filhos possam receber uma educação moral e religiosa e "progredir harmonicamente na formação cristã e profana. Por isso, a Igreja louva aquelas autoridades e sociedades civis que, tendo em conta o pluralismo da sociedade actual e atendendo à justa liberdade religiosa, ajudam as famílias para que a educação dos filhos possa ser dada em todas as escolas segundo os princípios morais e religiosos das mesmas famílias" (GE 7).

Em síntese:

- A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, vasta e urgente. A complexidade actual arrisca-se a perder o essencial: a formação da pessoa humana na sua integralidade, em particular relativamente à dimensão religiosa e espiritual.

- A acção educativa, mesmo sendo realizada por vários sujeitos, tem nos pais os primeiros responsáveis da educação.

- Tal responsabilidade exerce-se também no direito de escolher a escola que garanta uma educação segundo os próprios princípios religiosos e morais.

II. Natureza e identidade da escola católica: direito a uma educação católica para as famílias e para os alunos. Subsidiariedade e colaboração educativa.

5. A escola tem um papel particular na educação e na formação. No serviço educativo escolar distinguiram-se e continuam a dedicar-se louvavelmente muitas comunidades e congregações religiosas. Todavia é toda a comunidade cristã e, em particular, o Ordinário diocesano que têm a responsabilidade de "tudo dispor para que todos os fiéis desfrutem da educação católica" (c. 794 §2 CIC) e, mais concretamente, "se não houver escolas onde se ministre educação imbuída de espírito cristão, compete ao Bispo diocesano procurar que se fundem" (c. 802 CIC; cfr c. 635 CCEO).

6. Uma escola católica caracteriza-se pelo vínculo institucional que mantém com a hierarquia da Igreja, a qual garante que o ensino e a educação sejam fundados sobre princípios da fé católica e ensinados por professores que se distinguem pela recta doutrina e pela probidade de vida (cfr c. 803 CIC; cc. 632 e 639 CCEO). Nestes centros educativos, abertos a todos aqueles que partilhem e respeitem o projecto educativo, deve-se viver um ambiente escolar imbuído do espírito evangélico de liberdade e caridade, que favoreça um desenvolvimento harmónico da personalidade de cada um. Neste ambiente é ordenada toda da cultura humana à mensagem da salvação, de modo que o conhecimento do mundo, da vida e do homem, que os alunos gradualmente adquirem, seja iluminado pelo Evangelho (cfr GE 8; c. 634 §1 CCEO).

7. Deste modo, está assegurado o direito das famílias e dos alunos a uma educação autenticamente católica e, ao mesmo tempo, se atinja os outros fins culturais e de formação humana e académica dos jovens, que são próprios de qualquer escola (cfr c. 634 §3 CCEO; c. 806 §2 CIC).

8. Mesmo sabendo o quanto seja hoje problemático, é desejável que, para a formação da pessoa, exista uma grande sintonia educativa entre a escola e a família, a fim de evitar tensões ou fracturas no projecto educativo. É então necessário que exista uma estreita e activa colaboração entre os pais, professores e directores das escolas, e é oportuno favorecer os instrumentos de participação dos pais na vida escolar através de associações, reuniões, etc. (cfr. c. 796 §2 CIC; c. 639 CCEO).

9. A liberdade dos pais, das associações e instituições intermédias e da própria hierarquia da Igreja em promover escolas com identidade católica constituem um exercício do princípio de subsidiariedade. Este princípio exclui "o monopólio do ensino, que vai contra os direitos inatos da pessoa humana, contra o progresso e divulgação da própria cultura, contra o convívio pacífico dos cidadãos e contra o pluralismo que vigora em muitíssimas sociedades de hoje" (GE 6).

Em síntese:

- A escola católica é verdadeiro e próprio sujeito eclesial em razão da sua acção escolar em que se baseiam harmonicamente a fé, a cultura e a vida.

- Essa está aberta a todos aqueles que desejam partilhar o projecto educativo inspirado dos princípios cristãos.

- A escola católica é expressão da comunidade eclesial e a sua catolicidade é garantida pelas competentes autoridades (o Ordinário do lugar).

- Assegura a liberdade de escolha dos pais e é expressão do pluralismo escolar.

- O princípio de subsidiariedade regula a colaboração entre a família e as várias instituições dedicadas à educação.

III. O ensino da religião nas escolas

a) Natureza e finalidade

10. O ensino da religião na escola constitui uma exigência da concepção antropológica aberta à dimensão transcendental do ser humano: é um aspecto do direito à educação (cfr c. 799 CIC). Sem esta disciplina, os alunos estariam privados de um elemento essencial para a sua formação e desenvolvimento pessoal, que os ajuda a atingir uma harmonia vital entre a fé e a cultura. A formação moral e a educação religiosa favorecem também o desenvolvimento da responsabilidade pessoal e social e demais virtudes cívicas, e constituem então um relevante contributo para o bem comum da sociedade.

11. Neste sector, numa sociedade pluralista, o direito à liberdade religiosa exige a garantia da presença do ensino da religião na escola e a garantia que tal ensino seja conforme às convicções dos pais. O Concílio Vaticano II recorda: "[Aos pais] cabe o direito de determinar o método de formação religiosa a dar aos filhos, segundo as próprias convicções religiosas. (...) Violam-se os direitos dos pais quando os filhos são obrigados a frequentar aulas que não correspondem às convicções religiosas dos pais, ou quando se impõe um tipo único de educação, do qual se exclui totalmente a formação religiosa" (Declaração Dignitatis humanae [DH] 5; cfr c. 799 CIC; Santa Sé, Carta dos direitos da família, 24 de Novembro de 1983, art. 5, c-d). Esta afirmação encontra correspondência na Declaração universal dos direitos do homem (art. 26) e em tantas outras declarações e convenções da comunidade internacional.

12. A marginalização do ensino da religião na escola equivale, pelo menos em prática, a assumir uma posição ideológica que pode induzir ao erro ou produzir um prejuízo para os alunos. Além disso, poder-se-ia também criar confusão ou gerar um relativismo ou indiferentismo religioso se o ensino da religião estivesse limitado a uma exposição das várias religiões de modo comparativo e "neutro". A propósito, João Paulo II explicava: "A questão da educação católica compreende (…) o ensino religioso no âmbito mais alargado da escola, seja ela católica ou do estado. A tal ensino têm direito as famílias dos crentes, que devem ter a garantia que a escola pública – exactamente porque aberta a todos – não só não ponha em perigo a fé dos seus filhos, mas antes complete, com adequado ensino religioso, a sua formação integral. Este princípio está enquadrado no conceito de liberdade religiosa e do Estado verdadeiramente democrático que, enquanto tal, isto é no respeito da sua profunda e verdadeira natureza, se coloca ao serviço dos cidadãos, de todos os cidadãos, no respeito dos seus direitos e da suas convicções religiosas" (Discurso aos Cardeais e aos colaboradores da Cúria Romana, 28 de Junho de 1984).

13. Com estes pressupostos, compreende-se que o ensino da religião católica tem a sua especificidade na relação com as outras matérias escolares. Na verdade, como explica o Concílio Vaticano II: " a autoridade civil, que tem como fim próprio olhar pelo bem comum temporal, deve, sim, reconhecer e favorecer a vida religiosa dos cidadãos, mas excede os seus limites quando presume dirigir ou impedir os actos religiosos" (DH 3). Por estes motivos compete à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola, que garanta diante dos pais e dos próprios alunos a autenticidade do ensino que se transmite como católico.

14. A Igreja reconhece esta tarefa como o seu ratione materiae e reivindica-o como sua própria competência, independentemente da natureza da escola (estatal ou não estatal, católica ou não católica) em que é ensinada. Por isso, "está sujeita à autoridade da Igreja (…) a instrução e a educação religiosa católica que se ministra em quaisquer escolas (…); compete à Conferência episcopal estabelecer normas gerais de acção nesta matéria, e ao Bispo diocesano regulamentá-la e vigiar sobre ela" (c. 804 §1 CIC; cfr também, c. 636 CCEO).

b) O ensino da religião na escola católica

15. O ensino da religião na escola católica identifica o seu projecto educativo: De facto, "o carácter próprio e a profunda razão de ser das escolas católicas, aquilo por que os pais católicos as devem preferir é precisamente a qualidade de o ensino religioso ser integrado na educação dos alunos" ( João Paulo II, Exortação apostólica Catechesi tradendae, 16 de Outubro de 1979, 69).

16. Nas escolas católicas também deve ser respeitada, como noutros lugares, a liberdade religiosa dos alunos não católicos e dos seus pais. Evidentemente, isso não impede o direito-dever da Igreja "de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé", tendo em conta que "na difusão da fé religiosa e na introdução de novas práticas, deve sempre evitar-se todo o modo de agir que tenha visos de coacção, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal" (DH 4).

c) Ensino da religião católica sob o perfil cultural e relação com a catequese

17. O ensino escolar da religião enquadra-se na missão evangelizadora da Igreja. É diferente e complementar da catequese na paróquia e de outras actividades, tais como a educação cristã familiar ou as iniciativas de formação permanente dos fiéis. Além do âmbito em que cada uma é ensinada, são diferentes as finalidades que se estabelecem: a catequese propõe-se promover a adesão pessoal a Cristo e o amadurecimento da vida cristã nos seus vários aspectos (Cfr Congregação para o Clero, Directório geral para a catequese [DGC], 15 de Agosto 1997, nn 80-87); o ensino escolar da religião transmite aos alunos os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, o Papa Bento XVI, falando aos professores de religião, indicou a exigência de "ampliar os espaços da nossa racionalidade, reabri-la às grandes questões da verdade e do bem, unir entre si a teologia, a filosofia e as ciências, no pleno respeito pelos seus próprios métodos e pela sua autonomia recíproca, mas também na consciência da unidade intrínseca que as conserva unidas. A dimensão religiosa, com efeito, é intrínseca ao facto cultural, contribui para a formação global da pessoa e permite transformar o conhecimento em sabedoria de vida". Para tal fim contribui o ensinamento da religião católica, com o qual "a escola e a sociedade se enriquecem de verdadeiros laboratórios de cultura e de humanidade, nos quais, decifrando a contribuição do cristianismo, habilita-se a pessoa a descobrir o bem e a crescer na responsabilidade, a procurar o confronto e a apurar o sentido crítico, a inspirar-se nos dons do passado para compreender melhor o presente e projectar-se conscientemente para o futuro" (Discurso aos professores de religião, 25 de Abril de 2009).

18. A especificidade deste ensinamento não diminui a sua própria natureza de disciplina escolar; antes pelo contrário, a manutenção daquele status é uma condição de eficácia: "É necessário, portanto, que o ensino religioso escolar se mostre como uma disciplina escolar, com a mesma exigência de sistema e rigor que requerem as demais disciplinas. Deve apresentar a mensagem e o evento cristão com a mesma seriedade e profundidade com a qual as demais disciplinas apresentam seus ensinamentos. Junto a estas, todavia, o ensino religioso escolar não se situa como algo acessório, mas sim no âmbito de um necessário diálogo interdisciplinar" (DGC 73).

Em síntese:

- A liberdade religiosa é o fundamento e a garantia da presença do ensino da religião no espaço público escolar.

- Uma concepção antropológica aberta à dimensão transcendental é a sua condição cultural.

- Na escola católica o ensino da religião é característica irrenunciável do projecto educativo.

- O ensino da religião é diferente e complementar da catequese; por ser ensino escolar não requer a adesão de fé, mas transmite os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, ele enriquece a Igreja e a humanidade com laboratórios de cultura e humanidade.

IV. A liberdade educativa, liberdade religiosa e educação católica

19. Concluindo, o direito à educação e a liberdade religiosa dos pais e dos alunos exercem-se concretamente através de:

a) a liberdade de escolha da escola."Os pais, cujo primeiro e inalienável dever e direito é educar os filhos, devem gozar de verdadeira liberdade na escolha da escola. Por isso, o poder público, a quem pertence proteger e defender as liberdades dos cidadãos, deve cuidar, segundo a justiça distributiva, que sejam concedidos subsídios públicos de tal modo que os pais possam escolher, segundo a própria consciência, com toda a liberdade, as escolas para os seus filhos" (GE 6; cfr DH 5; c. 797 CIC; c. 627 §3 CCEO).

b) A liberdade de receber, nos centros escolares, um ensino religioso confessional que integre a própria tradição religiosa na formação cultural e académica própria da escola. "Os fiéis esforcem-se por que na sociedade civil as leis orientadoras da formação da juventude provejam também à educação religiosa e moral nas próprias escolas, de acordo com a consciência dos pais" (c. 799 CIC; cfr GE 7, DH 5). De facto, está sujeita à autoridade da Igreja a instrução e educação religiosa católica que vem ensinada em qualquer escola (cfr c. 804 §1 CIC; c. 636 CCEO).

20. A Igreja está consciente que em muitos lugares, agora como em tempos passados, a liberdade religiosa não é totalmente realizada, nas leis e na prática (cfr DH13). Nestas condições, a Igreja faz o possível para oferecer aos fiéis a formação de que precisam (cfr GE 7; c. 798 CIC; c. 637 CCEO). Ao mesmo tempo, de acordo com a própria missão (cfr Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, 76), não deixa de denunciar a injustiça que acontece quando os alunos católicos e as suas famílias são privados dos próprios direitos educativos e é ferida a sua liberdade religiosa, e exorta todos os fiéis a empenhar-se para que tais direitos sejam realizados (cfr c. 799 CIC).

Esta Congregação para a Educação Católica está convencida que os princípios acima recordados podem contribuir para encontrar uma cada vez maior consonância entre a tarefa educativa, que é parte integrante da missão da Igreja, e a aspiração das Nações no desenvolvimento de uma sociedade justa e respeitosa da dignidade de cada homem.

Da sua parte a Igreja, exercendo a diakonia da verdade no meio da humanidade, oferece a cada geração a revelação de Deus da qual se pode apreender a verdade última sobre a vida e sobre o fim da história. Esta tarefa que não é fácil num mundo secularizado, habitado pela fragmentação do conhecimento e pela confusão moral, compromete toda a comunidade cristã e constitui um desafio para os educadores. Sustenta-nos, no entanto, a certeza – como afirma Bento XVI – que "as nobres finalidades […] da educação, fundadas sobre a unidade da verdade e sobre o serviço à pessoa e à comunidade, tornam-se um instrumento de esperança poderoso e especial" (Discurso aos educadores católicos, 17 de Abril de 2008).

Pedimos a Vossa Eminência /Excelência de dar a conhecer a quantos estão interessados no serviço e missão educativa da Igreja os conteúdos da presente Carta Circular.

Agradecendo-Lhe pela cordial atenção e na comunhão de oração a Maria, Mãe e Mestra dos educadores, aproveitamos a ocasião para apresentar os nossos sinceros e cordiais cumprimentos e despedirmo-nos com sentimentos de particular veneração de Vossa Eminência/Excelência Reverendíssima devotamente no Senhor

Zenon Card. GROCHOLEWSKI,
Prefeito

Jean-Louis BRUGUÈS, O.P.,
Secretário

26 setembro 2009

série fraternidade e minoridade

Fraternidade e Minoridade

Por Fr. Almir Guimarães, ofm

25. A Ordem está preocupada. O Documento sobre a formação, já citado, diz ao número 22: “Jesus Cristo é o paradigma da minoridade, ele que se despojou tomando a condição de servo e tornando-se semelhante aos homens, Animados pelo mesmo espírito de fé, os irmãos aprenderão a partilhar as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo optando por viver, por amor a Cristo que se deu inteiramente, entre os que habitam os lugares de “ruptura” (n.22).

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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

O Maior dos Frutos do Espírito

Que Posição ocupa o amor entre os nove frutos do Espírito de Deus, mencionados em Gálatas 5,22. 23? Estes são "amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio". Com bom motivo Paulo alistou o amor em primeiro lugar. É o amor maior do que a alegria, a qualidade seguinte que ele menciona? Sim, pois não pode existir alegria duradoura sem amor. De fato, o mundo é tão sem alegria por causa do egoísmo, a falta de amor. Mas os católicos têm amor entre si, e amor a seu Pai celestial. Portanto, é somente natural que sejam alegres, e foi predito que `cantarão por terem o coração alegre'. — Isaías 65,14.

O Catecismo reza:

815 - Quais são estes vínculos da unidade? "Sobre tudo isso (está) a caridade, que é o vínculo da perfeição" (Cl
3,14). Mas a unidade da Igreja peregrinante é também assegurada por vínculos visíveis de comunhão:

* profissão de uma única fé recebida dos Apóstolos - (Parágrafo relacionado 173)
* a celebração comum do culto divino, sobretudo dos sacramentos;
* a sucessão apostólica, por meio do Sacramento da Ordem, que mantém a concórdia fraterna da família de Deus.

O amor é também maior do que outro fruto do Espírito, a paz. Por faltar amor, o mundo está cheio de fricções e de lutas. Mas o povo de Deus tem paz entre si, em toda a terra. Aplica-se no caso deles as palavras do salmista: "O próprio Deus abençoará seu povo com paz." (Salmo 29,11) Eles gozam desta paz porque têm a marca identificadora dos cristãos verdadeiros, a saber, o amor. (João 13,35) Somente o amor pode vencer todos os fatores divisórios, sejam eles de natureza racial, nacional ou cultural. Ele é "o perfeito vínculo de união". — Colossenses 3,14.

Salve Rainha



Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,

Ó clemente,
Ó piedosa
Ó doce e Santa Virgem Maria.

Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo
Salve Rainha - Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,

Ó clemente,
Ó piedosa
Ó doce e Santa Virgem Maria.

Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo

Itinerário da alma

















Todos nós buscamos um sentido de vida...
Ninguém vive por acaso...
Talvez até viva...
Mas, quem nunca se questionou por alguma escolha?
Creio que, de certa forma, buscamos segurança interior...
Ou quem sabe a satisfação permanente do viver...

Porém, não podemos esquecer
que o modo de ser como pomos em prática os nossos projetos...
é que define o sucesso ou o fracasso de nossas escolhas...
Por isso, quem quer que sejamos...
precisamos da inspiração divina...
Porque pra tudo na vida,
se faz jus que Deus seja o ponto de partida
e de chegada dos nossos empreendimentos...

Nenhum projeto humano tem seu fim justo
se esse fim não for à maior glória de Deus...
Porque Deus em seu silêncio e invisibilidade...
é a única realidade que fundamenta os seres que criou...
Por isso, tudo em nós tem que ser amor...
Só e unicamente amor...

Perdido está quem não faz do viver
um permanente encontro com Deus...
Experiência única em cada instante vivido...
Em cada aspiração do sentido de vida...
Como é bom sentir-nos em Deus...
Como é agradável sermos movidos por seus dons...
e termos a certeza de que sua Vontade está sendo realizada...
Verdadeiramente realizada...

Visto que, as almas conduzidas pela Vontade de Deus...
nunca se enganam...
Porque a Luz de Sua Sabedoria as ilumina...
na vida infinda de oração...
Que nada mais é do que absorção
de todas as graças que precisamos...
para sermos e fazemos somente aquilo que convém
e nos mantém na salvação eterna...

"Ó abismo de riqueza, de sabedoria e de ciência em Deus!
Quão impenetráveis são os seus juízos
e inexploráveis os seus caminhos!
Quem pode compreender o pensamento do Senhor?
Quem jamais foi o seu conselheiro?
Quem lhe deu primeiro, para que lhe seja retribuído?
Dele, por ele e para ele são todas as coisas.
A ele a glória por toda a eternidade! Amém". (Rm 11,33-36).


Paz e Bem!


Notinhas da Igreja

Encontro Vocacional
De Jovens no Colégio Externato São José às 14h, com o tema: Modelando minha história



Junfec
Jovens da Igreja Nossa Senhora Aparecida, se reúnem as 17h.




Coral Renascer
Jovens da Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens, se réunem para rezar e ensaiar as 16h



Mensageiro da Paz
Grupo Jovem da RCC, se reunirá após a Missa das 19h.



Rádio Nova
Transmite as missas das 19h do Sábado e do Domingo também. Acompanhe!!



Aconteceu...
Semana Bíblica 2009. Foi feito um aprofundamento da Fé Católica, baseando-se pelo Livreto "Sou Católico e vivo a minha Fé". No final do encontro foi distribuído gratuitamente o livro para aqueles que fizeram todos os dias e distribuido a todos um resumo do documento.
Em breve fotos.



Catequese
Lembramos a todos os pais, que além geralmente aos sábados, na maioria das comunidades tem Catequese de Primeira Comunhão e de Crisma. Não se esqueçam pais de lembrar seus filhos, mas não se esqueçam também de levà-lo a Missa.



Missas
Em todas as comunidades urbanas como o de Costume.




Missa dos Enfermos
Acontecerá na terça-feira dia 29, na Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida a missa mensal. Com benção no final e unção dos Enfermos.



30/09
Começa novena de Nossa Senhora Aparecida nas comunidade Rurais.



Festividades
Já estão em movimentação as Comunidades de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora Aparecidade. O dia de seus padroeiros estão chegando.




ECC
Iniciou nesta sexta-feira o ECC encontro de casais com Cristo.
Terminará no Domingo com a Missa as 20h30m.





Segunda-feira 28/09
Missa as 7h15m na Capela do Calvário no Cemitério Velho.




29/09 Terça-feira
Missa na Igreja de São Benedito às 15horas



Paz e Bem

25 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Maior do que a Sabedoria, a Justiça e o Poder?

Consideremos a seguir os quatro atributos fundamentais de Deus: sabedoria, justiça, poder e amor. Pode-se também dizer que o amor é o maior destes? Certamente que sim. Por quê? Porque o amor é a força motivadora por trás do que Deus faz. É por isso que o apóstolo João escreveu: "Deus é amor." Sim, Deus é a personificação do amor. (1João 4,8.16) Em parte alguma das Escrituras lê-se que Deus é sabedoria, justiça, ou poder. O que se diz é que Deus possui tais qualidades. (Jó 12,13; Salmo 147,5; Daniel 4,37) Estes quatro atributos estão perfeitamente equilibrados Nele. Motivado pelo amor, Deus realiza seus propósitos usando, ou levando em conta, os outros três atributos.

Assim sendo, o que motivou Deus a criar o universo e as criaturas espirituais e humanas inteligentes? Foi a sabedoria, ou o poder? Não, pois Deus meramente usou sua sabedoria e seu poder na criação. Por exemplo, lemos: "O próprio Deus fundou a terra em sabedoria." (Provérbios 3,19) Ademais, seu atributo de justiça não exigia que ele criasse seres dotados de liberdade moral. O amor de Deus moveu-o a partilhar com outros as alegrias da existência inteligente. Foi o amor que encontrou um meio de remover a condenação que a justiça impôs à humanidade devido à transgressão de Adão. (João 3,16) Sim, e foi o amor que induziu Deus a desejar que a humanidade obediente tivesse a vida eterna com Ele. — Lucas 23,43.

Por causa do onipotente poder de Deus, não ousamos incitá-lo ao ciúme. Paulo perguntou: "`Estamos incitando Deus ao ciúme'? Será que somos mais fortes do que ele?" (1Coríntios 10,22) Naturalmente, Deus é "um Deus ciumento", não no mau sentido, mas em `exigir devoção exclusiva'. (Êxodo 20,5; King James Version) Quais cristãos, assombramo-nos com as muitas manifestações da incomensurável sabedoria de Deus. (Romanos 11,33-35) Nosso grande respeito pela Sua justiça deve levar-nos a ficar bem longe do pecado intencional. (Hebreus 10,26-31) Mas a amor é, inquestionavelmente, o maior dos quatro principais atributos de Deus. E é o amor altruísta de Deus que nos atrai a ele e faz-nos desejar agradá-lo, adorá-lo e participar na santificação de seu santo nome. — Provérbios 27,11.

Semana Bíblica «a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja»

Franciscanos Capuchinhos


Neste mês de Setembro, celebramos o mês da Bíblia. Aqui em Porto Feliz, acontece já à alguns anos a Semana Bíblica, promovida pela Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens.


Aqui em nosso blog, queremos promover um série com alguns tópticos pertinentes:

«Não houve coragem para dedicar um ano à Bíblia»
Depois do ano dedicado a São Paulo, “o comboio da Bíblia estava a andar relativamente bem, e as pessoas começaram a dar-lhe importância”, garantiu o biblista, que classificou essa dinâmica como “uma viagem positiva, que raramente aconteceu na Igreja recente”.
Com a instituição do «Ano Sacerdotal», “mandou-se parar o comboio, dando-lhe outra direcção”. Com este “erro da Igreja a partir de cima”, “o povo arrumou a Bíblia e vai pensar em fazer outras coisas”.

Por seu lado, o Sínodo dos Bispos, longamente ansiado por aqueles que desejavam uma actualização da «Dei Verbum», “foi mal conhecido em Portugal”, em parte porque o “Ano Paulino o obnubilou”. Ao não promover um «Ano da Bíblia» e ao parecer “esquecer” as orientações sinodais, os católicos vão guardar outra vez as Bíblias nas gavetas e nas estantes, na maioria das paróquias”.

Consciente de que o seu pensamento pode gerar incómodos em alguns meios eclesiais, este Franciscano Capuchinho afirma que está “apenas a dizer o que a Igreja escreveu em muitíssimos documentos de há um século a esta parte. No entanto, não estou a criticar ninguém, mas algumas estruturas da Igreja”. Os seus pontos de vista são fundamentados na «Dei Verbum» e “no que é afirmado pelos papas há mais de um século”, em especial por João Paulo II: “Apesar de tantas coisas que dizem dele, foi o Papa que mais falou da Bíblia”. Tendo como pano de fundo os próprios documentos da Igreja, Frei Herculano pensa que “é uma falta de lógica interromper todo o dinamismo criado no Ano Paulino, que estava a dar bons resultados na pastoral bíblica”.

24 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

O Catecismo reza:

1817 - A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo. "Continuemos a afirmar nossa esperança, porque é fiel quem fez a promessa" (Hb 10,23). "Este Espírito que ele ricamente derramou sobre nós, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que fôssemos justificados por sua graça e nos tornás semos herdeiros da esperança da vida eterna" (Tt 3,6-7).

Como diz Paulo: "Fomos salvos nesta esperança; mas a esperança que se vê não é esperança, porque quando um homem vê uma coisa, acaso está esperando por ela? Mas, se esperamos por aquilo que não vemos, persistimos em esperar com perseverança." (Romanos 8,24.25) O amor suporta todas as coisas, e jamais falha. (1Coríntios 13,7.8) Assim, o amor altruísta (a·gá·pe) é maior do que a fé ou a esperança.


23 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Por Que É Maior do Que a e a Esperança?

Mas, por que disse Paulo que este tipo de amor (agápe) era maior do que a fé? Ele escreveu em 1Coríntios 13,2: "Se eu tiver o dom de profetizar e estiver familiarizado com todos os segredos e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas, mas não tiver amor, nada sou." (Veja Mateus 17,20.) Sim, se os nossos empenhos em adquirir conhecimento e aumentar a fé visarem um objetivo egoísta, isto não nos trará benefícios da parte de Deus. Assim sendo, Jesus mostrou que alguns `profetizariam em seu nome, expulsariam demônios em seu nome e realizariam muitas obras poderosas em seu nome', mas não teriam a Sua aprovação. — Mateus 7,22.23.

O Catecismo explica o que é a fé:

1814 - A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer, porque Ele é a própria verdade. Pela fé, "o homem livremente se entrega todo a Deus. Por isso o fiel procura conhecer e fazer a vontade de Deus. "O justo viverá da fé" (Rm 1,17). A fé viva "age pela caridade" (Gl 5,6).

2087 - Nossa vida moral encontra sua fonte na fé em Deus, que nos revela seu amor. S. Paulo fala da "obediência da fé" como da primeira obrigação. Ele vê no "desconhecimento de Deus" o princípio e a explicação de todos os desvios morais. Nosso dever em relação a Deus consiste em crer nele e em dar testemu nho dele.

Por que é a forma agápe de amor também maior do que a esperança? Porque a esperança pode ser egocêntrica: a pessoa estaria preocupando-se principalmente com benefícios próprios, ao passo que o amor "não procura os seus próprios interesses". (1Coríntios 13,4.5) Ademais, a esperança — como a de sobreviver à "grande tribulação" para o novo mundo — cessa quando aquilo que se espera acontece. (Mateus 24,21)

Fidelidade a ìgrjea


Bento XVI deixou hoje um apelo aos católicos de todo o mundo, para que sejam capazes de “rezar, trabalhar e sofrer” pela Igreja, sem nunca

“abandoná-la ou traí-la”.



Para Bento XVI, este Santo Anselmo distinguiu-se por um “zelo pleno de coragem” na sua ação, que lhe valeu mesmo o exílio, desafiando os católicos a “amar a Igreja de Cristo”.

Anselmo, monge e teólogo de “grandes capacidades”, foi um defensor da liberdade da Igreja face aos poderes políticos da altura.


"O amor pela verdade e a constante sede de Deus,

que marcaram a existência de Santo Anselmo,

sejam um estímulo para que cada cristão procure,

sem nunca se cansar, uma união cada vez mais íntima com Cristo”,

disse o Papa.


Bento XVI saúda peregrinos em português
Como habitualmente, o Papa dirigiu-se aos peregrinos de língua portuguesa: “Agradeço a presença e quanto a mesma significa de confissão de fé e amor a Jesus Cristo. Que o exemplo de Santo Anselmo seja um estímulo para que todos vós procureis incessantemente uma união sempre mais íntima com Ele. De coração, a todos abençoo. Ide com Deus”.

Neste dia 23 de Setembro, Bento XVI lembrou a celebração da memória litúrgica de São Pio de Pietrelcina, sacerdote e religioso, um dos mais populares na Itália, deixando um convite a “confiar sempre na bondade de Deus”, recorrendo ao “Sacramento da Reconciliação”.

22 setembro 2009

Festa do Ancião 2009

Mais uma vez, a cidade de Porto Feliz se mobiliza para realizar uma nova edicação da Festa do Anciâo. Rotarianos, católicos, espíritas e pessoas sem engajamento religioso ajudaram.

Dentre os Catolicos, todas as três paróquias e suas Comunidades se esforçaram com as vendas antecipadas de Ingresso. Vicentinos, Catequese, Ministros da Eucaristia, Carismáticos entre outros, se esforçaram muito para colaborar com este evento que angaria Fundos para o ano todo.

Em virtude do tempo, o público presente foi inferior ao do ano passado. Embora, não tenha chovido muito em nossa Cidade.

Deus abençoe, Parabéns pelos que participaram!












Após a Missa, almoço para os nossos queridos idosos:







Pescaria


Pula pula


Doces


Frei Eugênio visitando a barraca de doces




Apresentações



Monte Carmelo



Coral Italiano de Itu



Banda União




Após Monte Carmelo, teve apresentação do Ministério Católico de Dança, Pura Graça, que dançou sob embalos da música Reunidos aqui, da cantora Adriana.

No Encerramento Tô no Clima.



Paz e Bem

21 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Quatros tipos de Amor:

Há também o forte amor familiar, ou afeição natural, baseado na relação sanguínea, para o que os gregos tinham a palavra storgé. Tal amor é responsável pelo ditado "o sangue fala mais alto". Bom exemplo disso é o amor que as irmãs Maria e Marta tinham pelo seu irmão Lázaro. O quanto ele lhes significava vê-se do fato de que elas choraram muito a sua morte repentina. E quão alegres ficaram quando Jesus ressuscitou a Lázaro, a quem tanto amavam! (João 11,1-44) O amor de uma mãe pelo filho é outro exemplo desse tipo de amor. (Veja 1Tessalonicenses 2,7.) Assim, para salientar quão grande era seu amor por Sião, Deus disse que era maior do que o amor que uma mãe tem por seu filho. — Isaías 49,15.

Um dos indicativos dos "últimos dias", com seus "tempos críticos, trabalhosos", é a falta de "afeição natural". (2Timóteo 3,1.3) Devido à falta de amor familiar, alguns jovens fogem de casa e alguns filhos adultos negligenciam seus pais idosos. (Compare com Provérbios 23,22.) Outra indicação da falta de afeição natural é o prevalecente abuso de crianças — alguns pais espancam tão severamente os filhos que se faz necessária a hospitalização. A falta de amor parental evidencia-se, também, no fracasso de muitos pais em disciplinar os filhos. Permitir que as crianças façam o que bem entendem não é prova de amor, mas equivale, sim, a adotar a lei do menor esforço. O pai que ama mesmo seus filhos os disciplinará, sempre que necessário. — Provérbios 13,24; Hebreus 12,5-11.

20 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Quatro Tipos de Amor

A capacidade humana de mostrar amor é uma expressão da sabedoria e do interesse amoroso de Deus pela humanidade. Curiosamente, os antigos gregos tinham quatro palavras para "amor". Uma era éros, que denotava amor romântico relacionado com a atração sexual. Os escritores do Novo Testamento não tiveram necessidade de usar éros, embora aSeptuaginta usasse formas dessa palavra em Provérbios 7,18 e 30,16 e existam outras referências ao amor romântico no Antigo Testamento. Por exemplo, lemos que Isaque "se enamorou" de Rebeca. (Gênesis 24,67) Exemplo realmente notável desse tipo de amor é o caso de Jacó, que pelo visto enamorou-se da bela Raquel à primeira vista. De fato, "Jacó passou a servir sete anos por Raquel, mas eles se mostraram aos seus olhos como apenas alguns dias, por causa do seu amor por ela". (Gênesis 29,9-11,17,20) O Cântico dos Cânticos também fala de amor romântico entre um pastor e uma moça. Mas, nunca é demais frisar que esse tipo de amor, que pode ser fonte de muito contentamento e alegria, deve ser mostrado apenas em harmonia com as justas normas de Deus. A Bíblia diz que é somente com o amor de sua esposa legítima que o homem pode `extasiar-se constantemente'. — Provérbios 5,15-20.

19 setembro 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

"Agora, porém, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor." —1 CORÍNTIOS 13,13.

Catecismo da Igreja:

25 - Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que é preciso crer, esperar ou fazer; mas sobretudo é preciso fazer sempre com que apareça o Amor de Nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim senão o Amor.

1822 - A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

Um dos mais destacados antropólogos do mundo disse certa vez: "Compreendemos, pela primeira vez na história da nossa espécie, que a mais importante de todas as necessidades psicológicas humanas, básicas, é a necessidade do amor. Ela está no centro de todas as necessidades humanas, assim como o nosso sol está no centro de nosso sistema solar com os planetas orbitando em volta dele... A criança que não foi amada é bioquímica, fisiológica e psicologicamente muito diferente daquela que foi amada. A primeira até mesmo se desenvolve diferente da segunda. O que sabemos agora é que o ser humano nasce para viver como se a vida e o amor fossem uma só coisa. Naturalmente, isto não é coisa nova. É a confirmação do Sermão da Montanha."

Sim, como admitiu esse erudito não-religioso, esta verdade sobre a importância do amor para o bem-estar humano não é coisa nova. Talvez só agora venha a ser reconhecida por eruditos do mundo, mas ela já constava na Palavra de Deus mais de 19 séculos atrás. É por isso que o apóstolo Paulo pôde escrever: "Agora, porém, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor." (1 Coríntios 13,13) Sabe por que o amor é maior do que a fé e a esperança? Por que se pode dizer que o amor é o maior dos atributos de Deus e dos frutos de seu espírito?

Notinhas da Igreja

Nossa Senhora da Ponte- catedral Metropolitana de Sorocaba




Junfec
Acontece agora a tarde, mais uma reunião do Junfec, as 17h na igreja Nossa Senhor Aparecida.

Coral Renascer
Jovens se reúnem as 16h na Igreja Mãe dos Homens.



Mensageiro da Paz

A noite acontece o Grupo jovem da RCC, após a missa das 19 horas.



Rádio Nova Porto
Toda missa de sábado e de domingo a noite, são transmitidas pela rádio Nova Porto. AM 1120.




Catolic Fest
Com a força do Ministério Nova Unção, aconteceu o Catolic Fest no Tênis Clube de Porto Feliz. Aproximadamente 420 jovens estiveram presentes, foram vendido mais de 500 ingressos. Parabéns pela iniciativa.





Missas



Ponte Queimada - Terra Mãe 16h
Capela de Santo Expedito 17h30m

Igreja Santa Cruz as 18h
Missas
Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens 19h
Missas
Igreja Nossa Senhora Aparecida 19h

Igreja Nossa Senhora das Graças as 19h30m
Missas


Radio Portofelicense
18 transmissão do terço Mariano

19h transmissão da Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens.
Domingo
Igreja Nossa Senhora Aparecida 8h Celebração

Igreja Nossa Senhora da Ponte 8h

Igreja Asilo Cidade dos Velhinhos 9h30m

Igreja Nossa Senhora Aparecida 18h

Igreja São João Batista 19h

Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens 19h


Secretarias Paroquiais
Igreja Nossa Senhora Aparecida 3262 1728
Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens 3262 1074
Igreja São João Batista 32625372




Paz e Bem!!!

18 setembro 2009

Notinhas da Igreja

Dia Nacional da Juventude 2009

A Pastoral da Juventude convida todos os jovens para participar do DNJ (Dia Nacional da Juventude). O evento tem como objetivo fazer uma evangelização de massa da juventude

Este ano o evento será no dia 25 de outubro, a partir das 08h00, na TV Século XXI, em Valinhos. O encerramento será às 16h00 com uma Celebração Eucarística presidida por Dom Bruno Gamberini.

O tema deste ano é “Contra o Extermínio da Juventude, na Luta pela Vida” e o lema é “Juventude em Marcha contra Violência”.


Festa em louvor a Santa Teresinha, em Indaiatuba

A Paróquia Santa Teresinha, em Indaiatuba, irá comemorar a festa de sua Padroeira, com uma série de Celebrações Eucarísticas. A paróquia fica na Praça Luiz Mantoanelli, s/n, bairro Itaici, Indaiatuba. Mais informações pelo telefone (19) 3894.8329.

ð Dia 24 de setembro

20h00 - Missa presidida pelo Padre Carlos Donizete na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 25 de setembro

20h00 - Missa presidida pelo Padre Agnaldo José na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 26 de setembro

19h30 - Missa presidida pelo Padre Onofre na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 27 de setembro

18h00 - Missa presidida pelo Padre Henri na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 28 de setembro

20h00 - Missa presidida pelo Padre Wilson na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 29 de setembro

20h00 - Missa presidida pelo Padre Francis na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 30 de setembro

20h00 - Missa presidida pelo Mons. Décio na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 1º de outubro

19h30 - Procissão e Missa presidida pelo Padre Clodoaldo na Matriz Santa Teresinha

ð Dia 1º de outubro

20h00 - Missa presidida por Dom Bruno Gamberini no Centro Pastoral

fala se não é algo diferente?

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