30 setembro 2009

A caminho da Jornada Franciscana - Fraternidades: Porto Feliz e Sorocaba

Junto com a Fraternidade Nossa Senhora dos Anjos de Sorocaba, a Fraternidade São Maximiliano de Porto Feliz (antigo Movimento de Assis) que está em Formação., partiram rumo a Jornada Franciscana neste domingo dia 27 de setembro.

Veja as fotos:























































Paz e Bem

29 setembro 2009

Série São Francisco de Assis



A PERSONALIDADE DE FRANCISCO
Como vimos, Francisco participava dos eventos sociais da época. Não era alheio aos acontecimentos. De fato, participava das festas, gostava de usar roupas coloridas e alegres, era músico e poeta. Era uma espécie de “rei da juventude”.

Também tinha um coração muito generoso: tratava bem os pobres e dava ricas esmolas. Tinha a coragem e a audácia do seu pai, próspero comerciante, e a fineza e cortesia da mãe, uma nobre francesa. Gostava de cantar na língua francesa, a língua do charme, na época.

Se, em 1198, os comerciantes de Assis se saíram bem no confronto com os senhores feudais e pensavam que o conflito acabara, enganavam-se. No ano de 1202, foi a vez da revanche: os comerciantes perderam a batalha, num lugar chamado Colestrada e Francisco ficou um ano preso em Perusa.

Apesar disso, ele não perdeu a esportiva: sempre alegre, animava os colegas prisioneiros. Foi solto em 1203, quando o pai pagou uma fianç
a.

terça-feira

http://www.franciscanasalcantarinas.org.br/images/SFrancisco.jpg
2ª Semana Franciscana pela Paz
De 27/09 à 04/10 de 2009

Encontro com Jesus Eucarístico
Na Capela da Escola São José,
traga sua Bíblia.

28 setembro 2009

Série São Francisco de Assis



FRANCISCO VAI À GUERRA
No ano de 1198, houve um conflito em Assis: a nobreza feudal, detentora do poder econômico e político, contra os comerciantes, classe emergente que lutava por seus direitos.

O pai de Francisco fazia parte desta classe.

O conflito foi assim: os comerciantes entraram em Assis, destruíram uma fortaleza, chamada Rocca Maggiori, símbolo do poder da nobreza feudal, e, com as pedras dela, fizeram uma muralha em torno de Assis.
Francisco certamente participou deste conflito, pois era filho de comerciante e já tinha 16 ou 17 anos.

Na época, os rapazes eram considerados de maior idade aos 14 anos.

Os nobres se refugiaram em Perusa, cidade próxima de Assis. Entre as famílias nobres que para lá haviam ido, estava a de Clara, que, em 1198, tinha 4 ou 5 anos de idade. Clara ficou em Perusa até 1204.



PALESTRA DE FREI VITORIO MAZZUCO,OFM NA 28º JORNADA FRANCISCANA


1. O QUE É CARISMA?
● Vem do grego “CHARIS” e tem múltiplos significados: - escutar uma convocação misteriosa - acolher como uma atração benevolente - alegria, realização, entrega, encanto, nobreza de ser, fascínio, brilho,vitalidade suave e forte
CARISMA = É UMA GRANDE INSPIRAÇÃO ORIGINÁRIA QUE FUNDAMENTA UM DETERMINADO MODO DE VIDA
● PARA A PALAVRA DE DEUS É:1 Cor 12,5 = “A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum”
● PARA A TEOLOGIA:
É graça como dom!
● PARA O FRANCISCANISMO:É viver e encarnar o Evangelho, como encontro pessoal com Jesus Cristo; transformar esta verdade em fraternidade e missão em proveito do povo de Deus e do Reino
Frei José Antonio,OFM e Frei Vitório Mazzuco, OFM


PARA O DOCUMENTO FRANCISCANO É:
A. DEUS E SUA GRATUIDADE: Ele é a fonte dos carismas e os distribui a quem, quando e como lhe aprouver: não há como merecê-los nem forçá-los, são gratuitos
B. O SER HUMANO E SUA SENSIBILIDADE:
Deus respeita a sensibilidade humana, que tem o poder de acolhida ou recusa,
de adesão ou fuga à graça
C. O TEMPO E SUAS VICISSITUDES:
o Carisma irrompe em diferentes épocas
e lugares, obedecendo a desígnios que desconhecemos, surpreendendo-nos
com inesperadas primaveras.
(“Reviver o Sonho de Francisco e Clara de Assis no chão da América Latina e do Caribe”, nº 3, pg. 7)
No coração da vida franciscana está a EXPERIÊNCIA DE FÉ em Deus, o encontro pessoal com Jesus Cristo, o beber nas Fontes Franciscanas (escritos e biografias), o modo de ser de São Francisco de Assis, sob qualquer aspecto que se revele a oração, fraternidade, obediência, pobreza, pureza de coração, minoridade e presença no meio da humanidade, como um Projeto de Vida
(cf. Doc. De Medellín, 1971, pg.11)

2. PECULIARIDADES DESTE CARISMA:
● O Evangelho não é livro, mas é Alguém
● Não é um acréscimo de bom conselho, mas uma Grande Intuição
● Não é ter o Evangelho apenas como um texto moral que reúne um conjunto de normas para uma conduta humana, mas é nele encontrar a Pessoa de Jesus Cristo
● Antes de ser doutrina, moral, política, mensagem de salvação e anúncio é = história de vida, retrato, presença de Jesus Cristo.
● Mais que a Regra de Vida é ENAMORAMENTO! É muito diferente observar uma lei ou uma forma de vida e apaixonar-se por Alguém! Uma coisa é AMAR, outra é apenas cumprir.
AMAR O SENHOR JESUS DE UM MODO TOTAL!
►Sua Natureza Divina na Existência Terrena = encarnação, eucaristia, paixão! Ele é Palavra, é Menor, Criança, Irmão, pobre, Vivo e Presente!
►Ele é Dom de Deus e Dom da Humanidade
Com Ele se aprende que EXISTIR é AMAR!
É ser um permanente beijo de Deus!
Ser feliz é saber-se amado!
● É ser hóspede da Providência e da Misericórdia. Sentir o mundo como uma casa.
● É ser Irmão e Irmã! Quem não se sente na irmandade não é franciscano. Ser irmão (ã) não é apenas um sentir afetivo, mas é consanguinidade, é corpo e alma que determina o ser do grupo. Não viver um ao lado do outro, mas sim um voltado para o outro. Não é pirâmide de relações, é círculo, é roda!
● Não é ter cargo, mas serviço
● Nosso único título é ser Irmão e Irmã!

3. ATUALIZAÇÃO DO CARISMA



Que o Serviço de Animação Vocacional revisite os nutrientes de nossa escolha. Há urgência de tomar consciência de nossa Vocação Franciscana e Missão em anunciar a Boa Nova a nossos contemporâneos.
►Não é verdade que exista uma crise vocacional. Não é verdade que faltem vocações!
A verdade é que não existe PAIXÃO pela VOCAÇÃO nos que estão dentro do Carisma.
● É preciso gerar uma nova cultura de Vida Franciscana. Levar ao mundo nosso jeito de viver com lucidez, criatividade, paixão, radicalidade, autenticidade, visão de futuro, diálogo fecundo com a pós-modernidade.
NOSSO CARISMA ESTÁ NA CASA DO MUNDO! Encher a terra com o Evangelho de Cristo!
● Que o nosso Carisma ajude a qualificar a humanidade: integridade, santidade, serviço, fraternidade, dimensão contemplativa, missionariedade (não é apenas ir, mas mergulhar)
● Deixar de lado medos e negatividades. Sair mais com uma generosa entrega. Curar-nos das nossas rotinas, cansaços, resignações, ciúmes e egoísmo asfixiante. Construir o futuro com os sonhos, de nossos santos e santas = Francisco, Clara, Isabel, Antônio, Galvão, Luís...
● O nosso futuro é o máximo de cuidado pelas nossas fraternidades.
● Superar fronteiras étnicas, religiosas, geográficas e preconceituosas
● Viver a simpatia e sermos muito simpáticos. Não rígidos demais, mas flexíveis e seguros.
“Se trata de oferecer uma resposta não de acomodação, nem de mediocridade, mas de uma vida renovada e fortalecida no essencial, de tal forma que reproduza a audácia, a criatividade e a santidade de Francisco de Assis”.
● Não somos um clube ou empresa, mas uma família espiritual. Num mundo fragmentado e conflitivo, a Fraternidade é um sinal profético enquanto não se fecha mas se abre a todas as pessoas, povos, à criação inteira e valoriza a igualdade e a diversidade. A Fraternidade é uma Boa Nova de familiaridade, amizade, esperança, respeito e mútua aceitação. Viver mais a sinceridade, confiança, alegria, sensibilidade, delicadeza, educação, humor, participação, aceitação, espírito festivo e o perdão.
● Mais solidariedade entre nós! Nenhuma fraternidade é auto-suficiente.
● Vamos encontrar novos jeitos e nova motivação para levar a Boa Nova. Hoje, temos muita gente batizada, mas pouco evangelizada; muita gente indo a cultos festivos, mas com fé frágil e vacilante e indiferente ao Evangelho.
● Ajudar mais nas Paróquias = elaborar um projeto pastoral paroquial na mística franciscana. Sair de uma pastoral de manutenção para uma pastoral missionária.
● Usem tudo o que puder = arte, música, literatura, rádio, televisão, internet...
● Uma evangelização menos clerical, mas com mais força dos leigos seculares e dos religiosos (as).
● Mais presença na Educação, que é um lugar privilegiado de encontro com a infância, adolescência e juventude, com o diálogo ecumênico e inter-religioso, um lugar de diálogo com a ciência e com a tecnologia.
● Nós somos o que há de vir! Não há futuro sem a nossa presença. Viver de tal forma o presente que o futuro seja apaixonante. Sempre há algo novo que aprender, algo valioso para dar.
● Ser Parábolas, viver de comunhão e de fraternidade, com forte sentido de pertença!


É TEMPO DE SONHAR! O pior que pode acontecer a uma pessoa é deixar de sonhar. Que sonhos?
►Uma vida franciscana mais contemplativa, aberta ao sopro do Espírito. Uma vida franciscana que se converta em grito profético do Absoluto de Deus, num mundo onde se multiplicam ídolos.
►Uma vida franciscana fiel às suas inspirações
►Uma vida franciscana corajosa e criativa! Que não abrace o medo, a passividade, a instalação e o conformismo.
► Uma vida franciscana que, como Francisco de Assis, capte a desumanização de nosso tempo e com coragem mova-se para a periferia, para a fronteira e abrace novamente os leprosos.
►Uma vida franciscana profética que se converta em paixão, em experiência fundante de vida, em urgente necessidade de anunciar o rosto misericordioso de Deus, a fraternidade, a reconciliação, a paz e a solidariedade. VAMOS SONHAR COM UMA VIDA FRANCISCANA QUE SE CONVERTA EM MEMÓRIA TESTEMUNHAL DA TERNURA DE NOSSO DEUS E DA FORÇA DO SEU ESPÍRITO!
► Uma vida franciscana samaritana num mundo de pessoas deixadas pelo caminho, feridas, meio mortas, violentadas e inseguras.
► Uma vida franciscana inserida, inculturada, exigente de desprendimento e de um grande amor pelas pessoas, uma vida franciscana GERADORA DE UMA CULTURA DE VIDA E GERADORA DA CIVILIZAÇÃO DO AMOR!
►Uma vida franciscana que ofereça espaços de encontro, de acolhida, de gratuidade, de festa, de partilhas serenas e alegres. UMA VIDA FRANCISCANA QUE SEJA MEMÓRIA PROVOCATIVA DO ANSEIO VITAL QUE ENVOLVE O CORAÇÃO DE TODA PESSOA FEITA PARA VIVER COM OS OUTROS, E NÃO À MARGEM DOS OUTROS!
►Uma vida franciscana pobre, um coração condividido na alegria, com diálogo, discernimento e querer de Deus.
►Uma vida franciscana lúcida, capaz de olhar distante, para ver o que muita gente não vê, cheia de imaginação e ousadia, capaz de comprometer-se na busca de formas alternativas de vida.
►Uma vida franciscana que, como Francisco, seja uma Primavera na Igreja = símbolo, sinal, parábola e profecia do Reino.
►Uma vida franciscana que caminhe despojando-se de tudo que a impeça de caminhar na direção de Francisco e tudo o que ele construiu há 800 anos. UMA VIDA FRANCISCANA QUE CRIE ODRES NOVOS PARA UM VINHO NOVO !!!
Uma vida franciscana que avance, sem nada de próprio, seguindo o Senhor da História, com um fogo e paixão que nos queime por dentro!
O SENHOR SABERÁ FAZER HOJE, GRANDES COISAS, COM OS HUMILDES DE CORAÇÃO, COMO AS FEZ, HÁ 800 ANOS, COM FRANCISCO E CLARA DE ASSIS!
PAZ E BEM
Frei Vitório Mazzuco Filho, OFM

segunda-feira

http://www.franciscanasalcantarinas.org.br/images/SFrancisco.jpg
2ª Semana Franciscana pela Paz
De 27/09 à 04/10 de 2009


Segunda-feira a NOITE
No Centro Catequético
(ao lado da Igreja Mãe dos Homens):

Apresentaremos um trabalho com os mais necessitados,
que poderá ser feito em casa, com seu grupo de amigos,
colocando aquilo que você é como doação.


segunda-feira

http://www.franciscanasalcantarinas.org.br/images/SFrancisco.jpg
2ª Semana Franciscana pela Paz
De 28/09 à 04/10 de 2009



Do dia 28 de Setembro
até o dia 02 de Outubro:


Na Casa da Cultura,

http://www.temmais.com/Upload/cidade/cidade/5157/Album/casa_da_cultura.jpg
Das 8h às 11h e das 13h às 17h

Venha conferir nossa exposição!

27 setembro 2009

VIDA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS


SUA ORIGEM


São Francisco nasceu no ano de 1181 ou 1182, em Assis, na Itália.

A data exata não se sabe. Ao ser batizado, ele recebeu da mãe o nome de João. Na Idade Média, o nome João ou Joana, por uma grande devoção a São João Batista, era muito popular.

Havia também o costume de, às vezes, a pessoa trocar de nome e o nome de batismo ficar esquecido.


Foi o que aconteceu com Francisco de Assis.

Ele recebeu, no Batismo, o nome João. Porém, o seu pai, Pedro di Bernardone, por gostar muito da França, onde fazia bons negócios, comprando tecidos para vender em Assis, não estando presente na ocasião do seu Batismo, mudou o nome de João para Francisco, prevalecendo este nome. Coisa parecida aconteceu com o nome da mãe de São Francisco: nós a conhecemos pelo nome de Pica, mas é porque ela nasceu numa região da França chamada Picardia.


O seu nome era Joana. Francisco teve também um irmão, chamado Ângelo, de quem pouco se sabe.

Jornada Franciscana 2009



Aconteceu em São Paulo no Colégio de Nossa Senhora Aparecida das Irmãs Franciscanas Ingolstadt no Bairro do Moema, a Jornada Franciscana 2009.

A Fraternidade de Porto Feliz, fretou um ônibus, que foi para Sorocaba buscar irmãos e partir direto para São Paulo

Oração Inicial, foi realizada Fraternidade N.Sra.dos Anjos (Sorocaba) e pela Fraternidade em Formação São Maximiliano Kolbe (Porto Feliz).



Frei Vitório Mazzuco palestrou sobre o Carisma Franciscano
e Reflexões em torno do Carisma


Após a almoço fraterno comunitário,
foram feitas algumas apresentações:


Apresentação artística:Coral CONSA
Coreografia: SR Franscarmo
Coreografia – Postulantes(Ir.Adriana)
JUFRA – Com teatro (LeonardoA.L.F.Silva)


Em seguida
Celebração Eucarística – Fr. Vitório Mazzuco, Frei José Antonio e Frei Agostinho.

Em nosso orkut, já está disponível fotos.
Em breve aqui em nosso Blog outras fotos!!!


Paz e Bem

01421.jpg (527×431)

COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Novamente, o Catecismo:

953 - A comunhão da caridade. Na "comunhão dos santos" "ninguém de nós vive e ninguém morre para si mesmo" (Rm 14,7). "Se um membro sofre, todos os membros compartilham seu sofrimento; se um membro é honrado, todos os membros compartilham sua alegria. Ora, vós sois o Corpo de Cristo e sois seus membros, cada um por sua parte" (1Cor 6-27). "A caridade não procura seu próprio interesse" (1 Cor 13,5) O menor dos nossos atos praticado na caridade irradia em benefício de todos, nesta solidariedade com todos os homens, vivos ou mortos, que se funda na comunhão dos santos. Todo pecado prejudica esta comunhão.

O papel superlativo do amor vê-se também quando se compara com a longanimidade, ou seja, suportar pacientemente o mal ou a provocação. Ser longânime significa ser paciente, bem como vagaroso em irar-se. O que torna as pessoas impacientes e prontas a irar-se? Não é a falta de amor? Contudo, o bom Deus é longânime e "tardio em irar-se". (Êxodo 34,6; Lucas 18,7) Por quê? Porque nos ama e "não deseja que alguém pereça". — 2Pedro 3,9.

O Catecismo diz:

1823 - Jesus fez da caridade o novo mandamento. Amando os seus "até o fim" (Jo 13,1), manifesta o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem. Por isso diz Jesus: "Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor" (Jo 15,9). E ainda: "Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jo 15,12).

Já vimos por que o amor é maior do que a fé, e as razões fornecidas aplicam-se aos demais frutos do Espírito, isto é, a benignidade, a bondade, a brandura e o autodomínio. Todas estas são qualidades necessárias, nas não nos beneficiarão sem o amor, como Paulo observou em 1Coríntios 13,3: "e ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará." Por outro lado, é o amor que produz qualidades como a benignidade, a bondade, a fé, a brandura e o autodomínio. Assim, Paulo acrescentou que o amor é benigno e que "suporta todas as coisas, acredita todas as coisas, espera todas as coisas, persevera em todas as coisas". Sim, o "amor nunca falha". (1Coríntios 13,4.7.8) Tem-se dito acertadamente que os outros frutos do espírito são manifestações, ou variados aspectos, do amor, o primeiro mencionado. Assim sendo, dos nove frutos do espírito o amor é, deveras, o maior.

Carta circular

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA

CARTA CIRCULAR Nº 520/2009
AOS PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS
EPISCOPAIS SOBRE O ENSINO
DA RELIGIÃO NA ESCOLA

Roma, 5 de Maio de 2009

Eminência/Excelência Reverendíssima,

A natureza e o papel do ensino da religião na escola tornou-se objecto de debate e, nalguns casos, de novas legislações civis, que tendem a substituí-lo por um ensino do facto religioso de natureza multiconfessional ou de ética e cultura religiosa, mesmo contra as escolhas e direcção educativa que os pais e a Igreja procuram dar à formação das novas gerações.

Por isso, com a presente Carta Circular, destinada aos Presidentes das Conferências Episcopais, esta Congregação para a Educação Católica retém necessário recordar alguns princípios, que são aprofundados no ensinamento da Igreja, a clarificação e a norma acerca do papel da escola na formação católica das novas gerações; a natureza e a identidade da escola católica; o ensino da religião na escola; a liberdade de escolha da escola e do ensino religiosa confessional.

I. O papel da escola na formação católica das novas gerações

1. A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, desafiada pelas rápidas mudanças sociais, económicas e culturais. A sua missão específica permanece a formação integral da pessoa humana. Às crianças e aos jovem deve ser garantida a possibilidade de desenvolver harmoniosamente as próprias qualidades físicas, morais, intelectuais e espirituais. Os mesmos devem ser ajudados a adquirir um sentido mais perfeito da responsabilidade, a apreender o recto uso da liberdade e a participar activamente na vida social (cfr c. 795 Código de Direito Canónico [CIC]; c. 629 Código dos Cânones das Igrejas Orientais [CCEO]). Um ensino que desconhecesse ou marginalizasse a dimensão moral e religiosa da pessoa constituiria um obstáculo para uma educação completa, porque as "crianças e os adolescentes têm direito de serem estimulados a estimar rectamente os valores morais e a abraçá-los pessoalmente, bem como a conhecer e a amar Deus mais perfeitamente". Por isso, o Concílio Vaticano II pediu e recomendou "a todos os que governam os povos ou orientam a educação, para que providenciem que a juventude nunca seja privada deste sagrado direito" (Declaração Gravissimum educationis [GE ],1).

2. Uma tal educação requer o contributo de vários sujeitos educativos. Os pais, porque transmitiram a vida aos filhos, são os primeiros e principais educadores (cfr GE 3; João Paulo II, Exortação apostólica Familiaris consortio [FC], 22 de Novembro de 1981, 36; c. 793 CIC; c. 627 CCEO). Com a mesma razão, compete aos pais católicos cuidar da educação cristã dos seus filhos (c. 226 CIC; c. 627 CCEO). Nesta primordial tarefa os pais têm necessidade da ajuda subsidiária da sociedade civil e de outras instituições. Na verdade, "a família é a primeira, mas não a única e exclusiva comunidade educativa" (FC 40; cfr GE 3).

3. "Entre todos os meios de educação, tem especial importância a escola" (GE 5), que constitui o "principal auxílio aos pais para o desempenho do seu múnus de educar" (c. 796 §1 CIC), particularmente para favorecer a transmissão da cultura e a educação à vida com os outros. Nestes âmbitos, em concordância também com a legislação internacional e dos direitos do homem, "deve ser absolutamente assegurado o direito dos pais à escolha de uma educação conforme à sua fé religiosa" (FC 40). Os pais católicos "confiem os filhos às escolas em que se ministre educação católica; se não o puderem fazer, têm obrigação de procurar que fora das escolas se proveja à devida educação católica dos mesmos" (c. 798 CIC).

4. O Concílio Vaticano II recorda aos pais "o grave dever que lhes incumbe de tudo disporem, ou até exigirem", para que os seus filhos possam receber uma educação moral e religiosa e "progredir harmonicamente na formação cristã e profana. Por isso, a Igreja louva aquelas autoridades e sociedades civis que, tendo em conta o pluralismo da sociedade actual e atendendo à justa liberdade religiosa, ajudam as famílias para que a educação dos filhos possa ser dada em todas as escolas segundo os princípios morais e religiosos das mesmas famílias" (GE 7).

Em síntese:

- A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, vasta e urgente. A complexidade actual arrisca-se a perder o essencial: a formação da pessoa humana na sua integralidade, em particular relativamente à dimensão religiosa e espiritual.

- A acção educativa, mesmo sendo realizada por vários sujeitos, tem nos pais os primeiros responsáveis da educação.

- Tal responsabilidade exerce-se também no direito de escolher a escola que garanta uma educação segundo os próprios princípios religiosos e morais.

II. Natureza e identidade da escola católica: direito a uma educação católica para as famílias e para os alunos. Subsidiariedade e colaboração educativa.

5. A escola tem um papel particular na educação e na formação. No serviço educativo escolar distinguiram-se e continuam a dedicar-se louvavelmente muitas comunidades e congregações religiosas. Todavia é toda a comunidade cristã e, em particular, o Ordinário diocesano que têm a responsabilidade de "tudo dispor para que todos os fiéis desfrutem da educação católica" (c. 794 §2 CIC) e, mais concretamente, "se não houver escolas onde se ministre educação imbuída de espírito cristão, compete ao Bispo diocesano procurar que se fundem" (c. 802 CIC; cfr c. 635 CCEO).

6. Uma escola católica caracteriza-se pelo vínculo institucional que mantém com a hierarquia da Igreja, a qual garante que o ensino e a educação sejam fundados sobre princípios da fé católica e ensinados por professores que se distinguem pela recta doutrina e pela probidade de vida (cfr c. 803 CIC; cc. 632 e 639 CCEO). Nestes centros educativos, abertos a todos aqueles que partilhem e respeitem o projecto educativo, deve-se viver um ambiente escolar imbuído do espírito evangélico de liberdade e caridade, que favoreça um desenvolvimento harmónico da personalidade de cada um. Neste ambiente é ordenada toda da cultura humana à mensagem da salvação, de modo que o conhecimento do mundo, da vida e do homem, que os alunos gradualmente adquirem, seja iluminado pelo Evangelho (cfr GE 8; c. 634 §1 CCEO).

7. Deste modo, está assegurado o direito das famílias e dos alunos a uma educação autenticamente católica e, ao mesmo tempo, se atinja os outros fins culturais e de formação humana e académica dos jovens, que são próprios de qualquer escola (cfr c. 634 §3 CCEO; c. 806 §2 CIC).

8. Mesmo sabendo o quanto seja hoje problemático, é desejável que, para a formação da pessoa, exista uma grande sintonia educativa entre a escola e a família, a fim de evitar tensões ou fracturas no projecto educativo. É então necessário que exista uma estreita e activa colaboração entre os pais, professores e directores das escolas, e é oportuno favorecer os instrumentos de participação dos pais na vida escolar através de associações, reuniões, etc. (cfr. c. 796 §2 CIC; c. 639 CCEO).

9. A liberdade dos pais, das associações e instituições intermédias e da própria hierarquia da Igreja em promover escolas com identidade católica constituem um exercício do princípio de subsidiariedade. Este princípio exclui "o monopólio do ensino, que vai contra os direitos inatos da pessoa humana, contra o progresso e divulgação da própria cultura, contra o convívio pacífico dos cidadãos e contra o pluralismo que vigora em muitíssimas sociedades de hoje" (GE 6).

Em síntese:

- A escola católica é verdadeiro e próprio sujeito eclesial em razão da sua acção escolar em que se baseiam harmonicamente a fé, a cultura e a vida.

- Essa está aberta a todos aqueles que desejam partilhar o projecto educativo inspirado dos princípios cristãos.

- A escola católica é expressão da comunidade eclesial e a sua catolicidade é garantida pelas competentes autoridades (o Ordinário do lugar).

- Assegura a liberdade de escolha dos pais e é expressão do pluralismo escolar.

- O princípio de subsidiariedade regula a colaboração entre a família e as várias instituições dedicadas à educação.

III. O ensino da religião nas escolas

a) Natureza e finalidade

10. O ensino da religião na escola constitui uma exigência da concepção antropológica aberta à dimensão transcendental do ser humano: é um aspecto do direito à educação (cfr c. 799 CIC). Sem esta disciplina, os alunos estariam privados de um elemento essencial para a sua formação e desenvolvimento pessoal, que os ajuda a atingir uma harmonia vital entre a fé e a cultura. A formação moral e a educação religiosa favorecem também o desenvolvimento da responsabilidade pessoal e social e demais virtudes cívicas, e constituem então um relevante contributo para o bem comum da sociedade.

11. Neste sector, numa sociedade pluralista, o direito à liberdade religiosa exige a garantia da presença do ensino da religião na escola e a garantia que tal ensino seja conforme às convicções dos pais. O Concílio Vaticano II recorda: "[Aos pais] cabe o direito de determinar o método de formação religiosa a dar aos filhos, segundo as próprias convicções religiosas. (...) Violam-se os direitos dos pais quando os filhos são obrigados a frequentar aulas que não correspondem às convicções religiosas dos pais, ou quando se impõe um tipo único de educação, do qual se exclui totalmente a formação religiosa" (Declaração Dignitatis humanae [DH] 5; cfr c. 799 CIC; Santa Sé, Carta dos direitos da família, 24 de Novembro de 1983, art. 5, c-d). Esta afirmação encontra correspondência na Declaração universal dos direitos do homem (art. 26) e em tantas outras declarações e convenções da comunidade internacional.

12. A marginalização do ensino da religião na escola equivale, pelo menos em prática, a assumir uma posição ideológica que pode induzir ao erro ou produzir um prejuízo para os alunos. Além disso, poder-se-ia também criar confusão ou gerar um relativismo ou indiferentismo religioso se o ensino da religião estivesse limitado a uma exposição das várias religiões de modo comparativo e "neutro". A propósito, João Paulo II explicava: "A questão da educação católica compreende (…) o ensino religioso no âmbito mais alargado da escola, seja ela católica ou do estado. A tal ensino têm direito as famílias dos crentes, que devem ter a garantia que a escola pública – exactamente porque aberta a todos – não só não ponha em perigo a fé dos seus filhos, mas antes complete, com adequado ensino religioso, a sua formação integral. Este princípio está enquadrado no conceito de liberdade religiosa e do Estado verdadeiramente democrático que, enquanto tal, isto é no respeito da sua profunda e verdadeira natureza, se coloca ao serviço dos cidadãos, de todos os cidadãos, no respeito dos seus direitos e da suas convicções religiosas" (Discurso aos Cardeais e aos colaboradores da Cúria Romana, 28 de Junho de 1984).

13. Com estes pressupostos, compreende-se que o ensino da religião católica tem a sua especificidade na relação com as outras matérias escolares. Na verdade, como explica o Concílio Vaticano II: " a autoridade civil, que tem como fim próprio olhar pelo bem comum temporal, deve, sim, reconhecer e favorecer a vida religiosa dos cidadãos, mas excede os seus limites quando presume dirigir ou impedir os actos religiosos" (DH 3). Por estes motivos compete à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola, que garanta diante dos pais e dos próprios alunos a autenticidade do ensino que se transmite como católico.

14. A Igreja reconhece esta tarefa como o seu ratione materiae e reivindica-o como sua própria competência, independentemente da natureza da escola (estatal ou não estatal, católica ou não católica) em que é ensinada. Por isso, "está sujeita à autoridade da Igreja (…) a instrução e a educação religiosa católica que se ministra em quaisquer escolas (…); compete à Conferência episcopal estabelecer normas gerais de acção nesta matéria, e ao Bispo diocesano regulamentá-la e vigiar sobre ela" (c. 804 §1 CIC; cfr também, c. 636 CCEO).

b) O ensino da religião na escola católica

15. O ensino da religião na escola católica identifica o seu projecto educativo: De facto, "o carácter próprio e a profunda razão de ser das escolas católicas, aquilo por que os pais católicos as devem preferir é precisamente a qualidade de o ensino religioso ser integrado na educação dos alunos" ( João Paulo II, Exortação apostólica Catechesi tradendae, 16 de Outubro de 1979, 69).

16. Nas escolas católicas também deve ser respeitada, como noutros lugares, a liberdade religiosa dos alunos não católicos e dos seus pais. Evidentemente, isso não impede o direito-dever da Igreja "de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé", tendo em conta que "na difusão da fé religiosa e na introdução de novas práticas, deve sempre evitar-se todo o modo de agir que tenha visos de coacção, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal" (DH 4).

c) Ensino da religião católica sob o perfil cultural e relação com a catequese

17. O ensino escolar da religião enquadra-se na missão evangelizadora da Igreja. É diferente e complementar da catequese na paróquia e de outras actividades, tais como a educação cristã familiar ou as iniciativas de formação permanente dos fiéis. Além do âmbito em que cada uma é ensinada, são diferentes as finalidades que se estabelecem: a catequese propõe-se promover a adesão pessoal a Cristo e o amadurecimento da vida cristã nos seus vários aspectos (Cfr Congregação para o Clero, Directório geral para a catequese [DGC], 15 de Agosto 1997, nn 80-87); o ensino escolar da religião transmite aos alunos os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, o Papa Bento XVI, falando aos professores de religião, indicou a exigência de "ampliar os espaços da nossa racionalidade, reabri-la às grandes questões da verdade e do bem, unir entre si a teologia, a filosofia e as ciências, no pleno respeito pelos seus próprios métodos e pela sua autonomia recíproca, mas também na consciência da unidade intrínseca que as conserva unidas. A dimensão religiosa, com efeito, é intrínseca ao facto cultural, contribui para a formação global da pessoa e permite transformar o conhecimento em sabedoria de vida". Para tal fim contribui o ensinamento da religião católica, com o qual "a escola e a sociedade se enriquecem de verdadeiros laboratórios de cultura e de humanidade, nos quais, decifrando a contribuição do cristianismo, habilita-se a pessoa a descobrir o bem e a crescer na responsabilidade, a procurar o confronto e a apurar o sentido crítico, a inspirar-se nos dons do passado para compreender melhor o presente e projectar-se conscientemente para o futuro" (Discurso aos professores de religião, 25 de Abril de 2009).

18. A especificidade deste ensinamento não diminui a sua própria natureza de disciplina escolar; antes pelo contrário, a manutenção daquele status é uma condição de eficácia: "É necessário, portanto, que o ensino religioso escolar se mostre como uma disciplina escolar, com a mesma exigência de sistema e rigor que requerem as demais disciplinas. Deve apresentar a mensagem e o evento cristão com a mesma seriedade e profundidade com a qual as demais disciplinas apresentam seus ensinamentos. Junto a estas, todavia, o ensino religioso escolar não se situa como algo acessório, mas sim no âmbito de um necessário diálogo interdisciplinar" (DGC 73).

Em síntese:

- A liberdade religiosa é o fundamento e a garantia da presença do ensino da religião no espaço público escolar.

- Uma concepção antropológica aberta à dimensão transcendental é a sua condição cultural.

- Na escola católica o ensino da religião é característica irrenunciável do projecto educativo.

- O ensino da religião é diferente e complementar da catequese; por ser ensino escolar não requer a adesão de fé, mas transmite os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, ele enriquece a Igreja e a humanidade com laboratórios de cultura e humanidade.

IV. A liberdade educativa, liberdade religiosa e educação católica

19. Concluindo, o direito à educação e a liberdade religiosa dos pais e dos alunos exercem-se concretamente através de:

a) a liberdade de escolha da escola."Os pais, cujo primeiro e inalienável dever e direito é educar os filhos, devem gozar de verdadeira liberdade na escolha da escola. Por isso, o poder público, a quem pertence proteger e defender as liberdades dos cidadãos, deve cuidar, segundo a justiça distributiva, que sejam concedidos subsídios públicos de tal modo que os pais possam escolher, segundo a própria consciência, com toda a liberdade, as escolas para os seus filhos" (GE 6; cfr DH 5; c. 797 CIC; c. 627 §3 CCEO).

b) A liberdade de receber, nos centros escolares, um ensino religioso confessional que integre a própria tradição religiosa na formação cultural e académica própria da escola. "Os fiéis esforcem-se por que na sociedade civil as leis orientadoras da formação da juventude provejam também à educação religiosa e moral nas próprias escolas, de acordo com a consciência dos pais" (c. 799 CIC; cfr GE 7, DH 5). De facto, está sujeita à autoridade da Igreja a instrução e educação religiosa católica que vem ensinada em qualquer escola (cfr c. 804 §1 CIC; c. 636 CCEO).

20. A Igreja está consciente que em muitos lugares, agora como em tempos passados, a liberdade religiosa não é totalmente realizada, nas leis e na prática (cfr DH13). Nestas condições, a Igreja faz o possível para oferecer aos fiéis a formação de que precisam (cfr GE 7; c. 798 CIC; c. 637 CCEO). Ao mesmo tempo, de acordo com a própria missão (cfr Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, 76), não deixa de denunciar a injustiça que acontece quando os alunos católicos e as suas famílias são privados dos próprios direitos educativos e é ferida a sua liberdade religiosa, e exorta todos os fiéis a empenhar-se para que tais direitos sejam realizados (cfr c. 799 CIC).

Esta Congregação para a Educação Católica está convencida que os princípios acima recordados podem contribuir para encontrar uma cada vez maior consonância entre a tarefa educativa, que é parte integrante da missão da Igreja, e a aspiração das Nações no desenvolvimento de uma sociedade justa e respeitosa da dignidade de cada homem.

Da sua parte a Igreja, exercendo a diakonia da verdade no meio da humanidade, oferece a cada geração a revelação de Deus da qual se pode apreender a verdade última sobre a vida e sobre o fim da história. Esta tarefa que não é fácil num mundo secularizado, habitado pela fragmentação do conhecimento e pela confusão moral, compromete toda a comunidade cristã e constitui um desafio para os educadores. Sustenta-nos, no entanto, a certeza – como afirma Bento XVI – que "as nobres finalidades […] da educação, fundadas sobre a unidade da verdade e sobre o serviço à pessoa e à comunidade, tornam-se um instrumento de esperança poderoso e especial" (Discurso aos educadores católicos, 17 de Abril de 2008).

Pedimos a Vossa Eminência /Excelência de dar a conhecer a quantos estão interessados no serviço e missão educativa da Igreja os conteúdos da presente Carta Circular.

Agradecendo-Lhe pela cordial atenção e na comunhão de oração a Maria, Mãe e Mestra dos educadores, aproveitamos a ocasião para apresentar os nossos sinceros e cordiais cumprimentos e despedirmo-nos com sentimentos de particular veneração de Vossa Eminência/Excelência Reverendíssima devotamente no Senhor

Zenon Card. GROCHOLEWSKI,
Prefeito

Jean-Louis BRUGUÈS, O.P.,
Secretário