01 janeiro 2010
Oitava de Natal
É uma época em que as pessoas gastam dinheiro, e decorar suas casas, trocar presentes, está se tornando mais e mais importante, relegando em segundo plano o grande protagonista da festa. Até em países sem histórico religioso, os habitantes estão começando a ver o Natal como uma festa familiar bonita e interessante e se sentem estimulados a fazer dele uma festa do consumismo. A tradição de enfeitar a casa, reunir a família para a ceia e a troca de presentes, se mantém mesmo em tempos de crise, e os consumidores não abrem mão disso.
Mas em meio a toda essa onda de consumismo desenfreado ainda há uma preocupação em se proporcionar um Natal digno às pessoas mais carentes. Graças a esse "espírito" do Natal, elas podem receber a atenção merecida daqueles que durante o ano ignoraram as suas existências. Não fosse as instituições não-governamentais, a Igreja e pessoas de boa vontade que durante todo ano deram-lhes a devida assistência, passariam despercebidas pela grande maioria que nesta época tentam diminuir o peso de suas consciências, presenteando-as.
nasça e renasça em nós todos os dias.
Feliz 2010
31 dezembro 2009
Reflexão

“Ó almas, não tende medo de Deus, mas tende confiança nele, porque é bom e a sua Misericórdia perdura nos séculos.”
(Santa Faustina, II, 533)
30 dezembro 2009
Reflexão

“O meu coração é morada para Ti ó Rei da eterna glória. Governa o meu coração e reina nele como num magnífico palácio.”
(Santa Faustina a Jesus, IV, 1231)
29 dezembro 2009
Reflexão

“O coração me treme de alegria vendo como Deus é bom...e a prova do seu amor nos dá um dom inconcebível, isto é a Si próprio na pessoa do Seu Filho.” (Reflexão de Santa Faustina V, 1584)
27 dezembro 2009
Em nome de Deus
extraido do site da Revista Época, feita pelo brilhante reporter José Ruy Gandra
Peregrino muçulmano ora no Deserto do Sinai. Sua fé é um exercício de disciplina que abre portas para o território do sagrado
Ao ver Buda meditando, sentado sob uma árvore, um brâmane ficou fascinado com sua serenidade e autodisciplina. “Você é Deus?”, perguntou-lhe o monge, ao ver sua concentração transformar-se numa extraordinária paz interior. “Não”, foi a resposta. “Apenas descobri um novo potencial na natureza humana, que nos torna capazes de viver em paz e harmonia neste mundo de tantos conflitos e sofrimentos.” O segredo, disse Buda, era não tanto crer, mas, sobretudo, praticar a meditação com afinco. “Desse modo, cada um atinge o máximo de sua capacidade, ativa partes adormecidas de sua mente, neutraliza o próprio ego e se torna um ser humano plenamente iluminado.” Por fim, ao despedir-se do sacerdote curioso, Buda disse: “Lembre-se de mim como alguém que despertou”.
É com esse episódio singelo que a escritora de origem irlandesa Karen Armstrong conclui seu mais novo livro, The case for God (em tradução livre, Uma defesa para Deus). É um fecho fiel tanto à vida de Karen quanto à essência de seu livro. Ex-freira católica durante os trepidantes anos 1960, portadora de epilepsia, Karen perdeu a fé – para resgatá-la, décadas adiante, sob uma nova ótica, semelhante à de Buda. Para ela, o encontro de Deus deriva menos de uma crença e mais do esforço pessoal. Autora de mais de 20 títulos sobre religião, entre eles aclamadas biografias de Maomé e de Buda e uma história da própria Bíblia, Karen nunca mais retornou formalmente à Igreja Católica ou a qualquer outra. “Sou uma monoteísta free-lance”, diz ela.
Com lançamento no Brasil previsto para o final de 2010, The case for God faz parte de uma nova leva de livros que defendem a religião de ataques recentes. Fazem parte dessa leva God is back (Deus voltou), escrito por John Micklethwait e Adrian Wooldridge, jornalistas da revista The Economist, e Reason, faith and revolution: reflections on God debate (Razão, fé e revolução: reflexões sobre o debate a respeito de Deus) , do crítico literário inglês Terry Eagleton. Todos esses trabalhos partem de uma mesma constatação: mesmo sob o fogo cerrado do racionalismo ateu, a devoção a Deus e às religiões continua a se fortalecer no mundo todo.
Essa nova onda tenta revidar os ataques do grupo de pensadores conhecidos como os “novos ateus”. São autores como o biólogo inglês Richard Dawkins, cuja defesa ferrenha da teoria da evolução das espécies valeu-lhe – ou custou-lhe, depende... – o apelido de Rotweiller de Darwin; ou o jornalista anglo-americano (e colunista de ÉPOCA) Christopher Hitchens, que considera a ideia de Deus uma crença maligna e totalitária, com seus dias contados pela ciência. A dupla, acrescida do neurocientista Sam Harris e do filósofo Daniel Dennett, ambos americanos, ficou conhecida, nos meios intelectuais, como os Cavaleiros do Apocalipse, pela virulência de seus ataques à religião. “Elas permitem que visões, que de outra forma seriam consideradas sinais de loucura, tornem-se aceitas e, em muitos casos, veneradas como sagradas”, diz Harris.
Em The case for God, Karen faz o melhor contra-ataque às teses do grupo. “Os novos ateus são teologicamente iletrados”, escreve ela. “Como os fundamentalistas religiosos, eles infantilmente concebem Deus como um ser poderoso que os homens não conseguem enxergar.” Para Karen, o engano comum a ambos é analisar os textos sagrados em sua literalidade. Uns para negar cientificamente a ideia de Deus. Outros para distorcê-la com finalidades políticas.
A Grande Mesquita de Meca durante a peregrinação anual, judeu no Muro das Lamentações em Jerusalém e cardeais católicos no Vaticano: símbolos do monoteísmo que os novos ateístas consideram uma afronta irracional à ciência
O Dalai-Lama abençoa monges tibetanos. A dissolução do ego por meio da meditação leva a uma compreensão mais refinada da realidade
Por séculos, afirma Karen, as ideias de Deus e dos livros sagrados foram bem mais sutis e profundas do que hoje supõem novos ateus e fundamentalistas judeus, cristãos ou islâmicos. Mas o avanço da ciência, a partir do Iluminismo, cerceou nossa mente e restringiu seu alcance a fatos empiricamente comprováveis. Esse cientificismo triunfante foi inaugurado pelas três leis da mecânica clássica, do físico inglês Isaac Newton, e teve seu auge dois séculos mais tarde, com a teoria da evolução das espécies, do naturalista inglês Charles Darwin. Aos poucos, de acordo com Karen, a ciência suprimiu um dos ingredientes mais relevantes da fé: o mito, a capacidade humana de, por assim dizer, vislumbrar o inconcebível. “Esse conflito entre ciência e religião acabou nos afastando das formas mais puras de fé. As pessoas esqueceram que a razão e o mito sempre foram complementares no ser humano”, diz Karen. Ao descartar o mito, a ciência, segundo ela, sequestrou a religião da vida da humanidade.
A partir do século XVIII, gradativamente tudo passou a exigir a chancela da ciência. Mas nada, teoria ou lei alguma, conseguiu abalar o fundamento mais sólido das religiões: a necessidade humana pelo sagrado. “Somos, por natureza, criaturas em busca de sentido. O Homo sapiens é, também, o Homo religiosus”, afirma Karen. As ideias teológicas vão e vêm, mas a busca humana por sentido permanece. “A religião não existe para nos explicar a origem do Universo. Esse é o papel da ciência”, diz Karen. “Religiões nos ajudam a lidar com os aspectos da vida para os quais não existem respostas fáceis: a morte, a dor, o sofrimento, as injustiças da vida e as crueldades da natureza.” Em suma: religião é refletir sobre questões que não cabem na lógica ou num simples cálculo. É refletir sobre o mito. Karen delimita os domínios da razão e da fé com um exemplo de rara clareza. “A razão pode até nos curar do câncer”, diz. “Mas não nos ensina a agir ao receber seu diagnóstico nem nos ajuda a morrer em paz.”
O primeiro passo rumo à conexão com o sagrado, segundo Karen, é não tratar Deus como um ente supremo, mas sim como o mistério que foi, é e, por muito tempo, ainda será. Numa palavra: como o desconhecido. Karen propõe um enfoque da religião que tenha mais a ver com o coração e a arte do que com a razão pura. Que lide mais com rituais que com ideias. “Só assim ela se torna uma fonte de fortalecimento pessoal”, diz ela. “Você só aprende a cozinhar cozinhando. Com a fé é a mesma coisa.”
O segundo passo, de acordo com Karen, é adquirir a persistência revelada por Buda no episódio citado. “A fé requer trabalho duro e persistência”, afirma Karen. A religião, diz, é uma disciplina prática. Ela não brota de reflexões abstratas, mas de exercícios espirituais (orações, preces, meditação) e de um estilo de vida praticados com regularidade. O auge da experiência religiosa consiste em alcançar um estado de reverência, mesmo sabendo que Deus não pode ser traduzido racionalmente. Foi o que sempre fizeram, como mostra The case for God, as grandes tradições monoteístas. Pelo menos até que a ciência as virasse do avesso, ao exigir-lhes comprovações científicas estranhas a sua essência.
Karen ilustra essa busca incessante pelo sagrado, inerente aos humanos, com uma história. Entre os muitos judeus que perderam sua fé em Auschwitz, um grupo decidiu levar Deus a julgamento. “Como pode, afinal, uma divindade onisciente e tão benevolente permitir tamanho horror? Ou ela não existe ou não merece nossa devoção”, eles argumentavam. Após longos debates, Deus foi condenado à morte. O rabino que presidia o júri proclamou então o veredicto: “Deus está morto”. Depois, calmamente, disse: “Agora vamos, pois está na hora da oração noturna”.
26 dezembro 2009
Reflexão

“Ó Mãe, ó Virgem, ninguém consegue compreender como o Imenso Deus torna-se homem, só por amor e pela sua insondável Misericórdia. Por teu mérito, ó Mãe, viveremos com Ele para sempre.” (Santa Faustina a Maria Santíssima, I, 161)
Movimento de Assis de Porto Feliz, promoveu Ceia de Natal













25 dezembro 2009
Reflexão

“Sede adorado, ó Deus misericordioso, por haver-te dignado descer do céu sobre esta terra. Nós te adoramos com grande humildade, por haver elevado todo o gênero humano.” (Santa Faustina a Jesus, VI, 1746)
24 dezembro 2009
Quando bate o Sino
Ding-dong Ding- dong
Quando o sino bate
De seu modo diz a hora
De um modo que todos entendem, agora
Todos que esperavam pelo chamado do sino
Reúnem-se em torno de uma mesa.
O importante é a presença de cada um
Que faz o outro se sentir bem.
Como o nascimento de um filho
É comemorado pela mãe e pelo pai
O nascimento mais humilde digno de um Rei
Devem entender que a humildade sim é digna de um Rei.
E foi assim que foi com Cristo
Não é preciso lembrar que data é esta na qual falo.
Não importa como é comemorada
Se for em torno de uma mesa farta
Ou em outra em que se falta
Pode-se faltar tudo, menos
Aquele sentimento de alegria, de Amor
De querer compartilhar com o próximo.
E não importa em quantos estejam reunidos
Mesmo sendo poucos mas todos muito queridos.
Não importa o que se ganha
E sim o que se dá
Se for um presente, um sentimento
Todos nós ganhamos todos os dias o direito de viver
Uma nova chance. E como agradecemos? ...
Cada um agradece a seu modo.
Só sei que quando bate o sino
Eu agradeço por todos os meus dias aqui
Agradeço por ter a felicidade comigo
Percebo que a felicidade está em cada um de nós
E que ela só é verdadeira se for compartilhada com outra pessoa.
Agora finalmente entendo o espírito do NATAL!
Leonardo Lucas Lana
Desejar Feliz Natal

Que tal enviar uma mensagem de Natal ao Papa Bento XVI? Esse ano, isso será possível graças à uma iniciativa do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.
Os usuários do "Pope to you" (www.pope2you.net) poderão enviar mensagens em cinco idiomas com textos e fotos, usando as fotos oficiais do arquivo do jornal "L'Osservatore Romano".
Além da possibilidade de enviar os votos de "Feliz Natal" ao Santo Padre, os usuários do site poderão ainda trocar mensagens de Natal entre si, usufruindo os mesmos recursos online.
O coordenador do projeto "Pope to you", Padre Paolo Padrini, informa que o site, lançado em maio deste ano, já alcançou a marca de 7 milhões de contatos que, através da rede social Facebook, partilham as palavras e mensagens do Papa.
Fonte: cancaonova.com
22 dezembro 2009
20 dezembro 2009
19 dezembro 2009
18 dezembro 2009
17 dezembro 2009
13 dezembro 2009
12 dezembro 2009
11 dezembro 2009

Oração de uma Clarissa
Senhor, fazei-me uma presença de paz
entre os homens agitados de hoje.
Fazei-me luz
na luz de Cristo.
Fazei-me caminho
Para os que buscam o Pai.
Fazei-me amiga
Das amigas irmãs que sofrem:
Que eu aprenda a dar
E a receber amor.
Fazei-me esperar paciente
Com os que perderam a esperança
De vosso reino.
Fazei-me irmã de todos
Os que têm o coração solitário.
Fazei-me virgem
Na constante purificação do meu amor
A Deus e aos homens.
Fazei-me um sinal de vossa Igreja
No mundo de hoje.
Fazei-me silêncio na plenitude interior.
Fazei-me toda oração e contemplação
Do vosso imenso amor.
Fazei-me corajosamente franciscana,
Autêntica filha de Santa Clara.
Ó Senhor,
dai-me a coragem
de conversão constante e profunda.
Que eu vos busque sem parar.
Que eu reze,
Ame e me renove,
Me encontre diariamente
Com minhas irmãs na oração,
Para construirmos a vivência da fraternidade
E da jubilosa partilha de tudo
No amor.
Amém!
pelos jovens
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Carta João Paulo II aos Jovens:
Carta aos jovens:
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola
e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia.


10 dezembro 2009
Franciscanas Palavras
Frei Vitório
09 dezembro 2009
08 dezembro 2009
07 dezembro 2009
06 dezembro 2009
Palavras Franciscanas
Viver franciscanamente é despojar-se de qualquer sofisticação.
É repetir continuamente gestos de generosidade e acreditar numa Novidade Originária.
Frei Vitório

















