Maria Clara Lucchetti Bingemer
Onde mais poderia a morte ter colhido esta mulher, qual fruta madura e túrgida de sumo e sabor? Onde mais poderia ela ter feito sua passagem para a vida em plenitude na qual sempre acreditou e pela qual deu o melhor de suas energias e de sua própria vida? Que outro poderia ter sido seu destino? Que morte pousaria melhor selo nesta vida que foi condição para que tantos e tantas tivessem direito à vida ou pelo menos a uma vida mais humana? Onde mais poderia estar essa doutora em medicina e pedagogia? Atendendo nos consultórios desinfetados e imaculadamente limpos, onde os pacientes abastados pagam polpudos cheques pelas consultas? Nas salas de aula das universidades que enchem os peitos de medalhas, as biografias de prestígios e honrarias? Onde mais poderia ser encontrado o corpo chegado ao termo de seus dias desta viúva e mãe de cinco filhos, avó de vários netos? Em casa, no sossego do lar, gozando legitima e alegremente da companhia dos seus, rodeada do carinho dos familiares e amigos? Em ambiente higiênico e confortável, recebendo os cuidados que já poderia esperar em sua idade de 75 anos na qual tantos se recolhem e já não mais exercem as atividades anteriormente desempenhadas? Não quando se trata da Doutora Zilda Arns, catarinense de Forquilhinha que cinco anos após enviuvar e deixar o cargo público que exercia no governo da cidade onde vivia, no estado do Paraná, recebeu o telefonema do irmão, o então cardeal de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns como um chamado do próprio Deus: fazer um projeto de combate à mortalidade infantil. Tratava-se de basicamente ensinar às mães das camadas mais pobres da população a salvar a vida de seus filhos que morriam como moscas, dizimados pela diarréia e a desidratação com a confecção de algo tão simples como o soro caseiro. Como ela mesma declarou em entrevista dada no ano passado à revista Época, naquele momento sentiu que Deus a preparara durante a vida inteira para aquela missão. Naquela noite, em vez de dormir, pensou e redigiu o projeto integral do que foi depois a Pastoral da Criança, que tem salvado alguns milhões de vidas, baixando os níveis da mortalidade infantil no Brasil em proporção surpreendente. Por isso foi exportado a vários outros países onde a injustiça e a opressão da fome e das condições inumanas de vida ceifavam gerações de crianças e a esperança de povos inteiros. Hoje é toda uma rede internacional de mães e agentes sociais salvando vidas através do soro caseiro, da multimistura, combatendo desnutrição, diarréia, desidratação e infecções primárias que não permitiam que tantas pequenas e jovens vidas se desenvolvessem e crescessem. Com sua imponente estatura loura, seu passo nobre, sua palavra segura, a Doutora Zilda comandava esse exército do bem e da paz, visitando os projetos e as comunidades, dando palestras para conscientizar governo e Igreja local, assessorando estados e nações. Três vezes indicada ao Premio Nobel da Paz, por três vezes não o recebeu. O reconhecimento de sua vida de doação e entrega generosa lhe viria por outro inesperado caminho. No miserável e castigado Haiti, onde parece que todas as catástrofes e penúrias se conflagram, acumulando mais e mais dores sobre um povo que busca a vida por pequenas frestas e brechas, a Doutora Zilda se preparava para dar uma conferencia para os religiosos do Caribe. O terremoto que se abateu sobre a sofrida terra haitiana e vitimou a tantos, inclusive ao cardeal de Porto Príncipe, a soterrou sob escombros. Onde mais poderia estar esta apostola da paz e da justiça senão entre os seus? Onde mais terminaria sua jornada incansável pela vida senão ali onde a vida era mais agredida e se encontrava mais combalida e frágil? O dom da vida da Doutora Zilda foi consumado de forma total e sem retorno aos mais pobres e sofridos de toda a terra neste momento: as crianças haitianas. Esperemos que pelo menos em seu país – o Brasil - receba o reconhecimento que merece pelo muito que por ele tem feito. Esperemos que o presidente faça uma pausa em sua ocupada agenda de campanha presidencial para decretar luto oficial, fazer minuto de silencio, pronunciar-se. Esperemos que a mídia abra espaço e incline a cabeça. Atenção, senhoras e senhores: a Doutora Zilda pede passagem. | ||
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24 janeiro 2010
Artigo
22 janeiro 2010
mensagem
18 janeiro 2010
Intenção Missionária de Janeiro 2010

“Para que cada fiel em Cristo tome consciência de que a unidade entre todos os cristãos é uma condição para tornar mais eficaz o anúncio do Evangelho” - Comentário à Intenção Missionária do mês de janeiro de 2010
Cidade do Vaticano (Agência Fides) – A unidade de todos os discípulos de Cristo é um dos desejos mais profundos do seu coração. Já na Última Ceia, o Senhor manifesta aos seus Apóstolos, neste ambiente íntimo e confidencial, o seu desejo de unidade. Esse desejo transforma-se em súplica confiada ao Pai: “Para que todos sejam um” (Jo 17,21). Todos nós somos chamados a nos unirmos na oração de Nosso Senhor Jesus Cristo e a rezar intensamente pela unidade. Todo o Mistério pascal de Jesus está orientado para esse fim. Ele morrerá, como profetizou Caifa mesmo sem sabê-lo, “para reunir os filhos de Deus que estavam dispersos” (Jo 11,52).
No dia 25 de janeiro de 2008, na Basílica de São Paulo fora dos Muros, o Santo Padre Bento XVI, afirmava: “Na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, estamos ainda mais conscientes do quanto a obra de recomposição da unidade, que requer toda a nossa energia e esforço, seja, contudo, infinitamente superior às nossas possibilidades. A unidade com Deus e com os nossos irmãos e irmãs é um dom que vem do Alto, que parte da comunhão do amor entre Pai, Filho e Espírito Santo e que a essa se soma e se aperfeiçoa”. Ao tomarmos consciência de que a unidade é um dom que somente Deus pode conceder, a nossa oração deve tornar-se mais intensa ao pedi r esta graça.
A unidade possui em si uma força apostólica incomparável. Nas primeiras comunidades cristãs que nos são descritas por Tertuliano, o amor entre os fiéis era a sua força de conquista: “vede como se amam”. A divisão produz, aos olhos de quem vê, uma grande desconfiança. Não se pode sentir atração por compartilhar a vida e a fé com aqueles que estão divididos. A unidade provém do amor e é manifestação dele, e o amor fascina sempre. A caridade é o vínculo da unidade consumada. A falta de unidade enfraquece imensamente o anúncio do Evangelho.
Por esse motivo, diante da divisão, devemos estar conscientes de que a unidade requer uma conversão. Ao falar desta conversão, o Santo Padre Bento XVI explica que “a conversão tem duas dimensões. Primeiro, conhece-se e reconhecem-se as culpas na luz de Cristo, e esse reconhecimento torna-se dor e arrependimento, desejo de um novo início. No segundo momento, reconhece-se que esse novo caminho não pode vir a partir de nós mesmos. Consiste em se deixar conquistar por Cristo”. (Festa da Conversão de São Paulo, 25 de janeiro de 2009). No caso de São Paulo, a sua conversão não foi a passagem de uma vida imoral para uma moralidade completa, mas consistiu em ser conqu istado pelo amor de Cristo, em renunciar à própria perfeição. “Somente nesta renúncia a nós mesmos, nesta conformidade com Cristo, podemos estar unidos também entre nós. É a comunhão com Cristo ressuscitado que nos dá a unidade.” (ib.)
A Igreja nasceu como fruto do Mistério pascal de Cristo, por ação do Espírito Santo. Os Apóstolos estavam em oração com Maria, reunidos ao redor d’Ela. Aquilo que era memória viva de Jesus converte-se em vínculo de unidade para os que o amam. Pedimos a Maria, a Mãe da Unidade, que interceda junto a seu Filho para conseguir alcançar a ansiada unidade entre os seguidores de Cristo.
15 janeiro 2010
LUTO

A morte de cada ser humano nos diminui, disse o poeta. Mas a de Zilda Arns nos empobrece um pouco mais.
Porque nem todos que se vão fazem falta. Ela morreu numa missão de paz, num país pobre, fazendo o bem. Era sua vocação, ir aonde poucos vão, fazer o que todos deveríamos.
Nessas horas não cabe provocação. Ela é exemplo de dignidade. Uma católica militante, corajosa, daquelas que emprestam grandeza e verdade aos votos de fé.
Seu trabalho nas Pastorais da Criança e da Pessoa Idosa, como médica e humanista, a coloca para sempre no rol dos grandes brasileiros. Não por acaso, era sempre lembrada como nossa candidata ao Nobel da Paz.
Um minuto de silêncio é pouco nessas horas. Por quem os sinos dobram? Eles dobram por nós.
12 janeiro 2010
A espiritualidade franciscana
Desde 1912 os franciscanos vêm realizando estudos científicos sobre sua espiritualidade. Eles se colocaram algumas questões fundamentais, como: a família franciscana como um todo (a primeira, a segunda e a terceira ordens e todos os demais institutos nascidos sob a inspiração de Francisco) têm doutrinas e tradições comuns que poderiam ser definidas como ‘espiritualidade franciscana’? O que entendemos por espiritualidade? Se há uma espiritualidade franciscana, em que consiste ela?
Depois de oito séculos de existência, os franciscanos afirmaram que tinham doutrinas, tradições, costumes e práticas ascéticas e espirituais que os haviam constituído como família franciscana. Então criaram uma ‘escola franciscana’, aquilo que chamamos de espiritualidade franciscana. No percurso dos séculos, a família franciscana sofreu mudanças, perdas, crescimentos, ênfases, obscuridades e equívocos. Mas estas experiências contraditórias são parte de sua história e do futuro desta família espiritual.
As primeiras e principais fontes, o “mestre e modelo” desta espiritualidade particular são Francisco de Assis e seu círculo de amigos (Leão, Gil, Clara); os santos e santas franciscanos (Isabel da Hungria, Angela de Foligno, Antônio de Pádua, Boaventura). E mais uma longa tradição de santidade que desenvolveu a espiritualidade franciscana até os dias de hoje.[1]
Os estudos mostraram que durante oito séculos houve muitos sábios/as, beatos/as e santos/as que ajudaram a desenvolver isso que conhecemos como ‘espiritualidade franciscana’.Na elaboração desta espiritualidade particular estão também as pessoas que quiseram fazer da espiritualidade franciscana uma espiritualidade que se sustenta em um único elemento principal e fundamental. São aquelas que reduzem a espiritualidade franciscana acentuando apenas um aspecto, como a pobreza, o amor afetivo e efetivo, a imitação de Cristo pobre, humilde e sofredor.
Mas, considerando o pensamento dos especialistas, podemos dizer que a espiritualidade franciscana não pode ser reduzida a um só elemento. As práticas da vida franciscana e suas tradições são demasiadamente ricas para serem reduzidas a apenas um elemento. Depois de um longo período de estudos o que se diz é que a espiritualidade franciscana se caracteriza essencialmente por uma vida segundo o Evangelho. A vida franciscana se expressa evangelicamente, através do amor. E este amor se manifesta concretamente na ação e é vivido como sacrifício vivenciado na pobreza.[2]
[1] A. MATANIC, Francesco d’Assisi: fattori della sua spiritualitá, Roma, 1984, 137-152.
[2] A. MATANIC, Franciscan Spirituality, in Compendium of Spirituality, 1992, 106-107.
Extraído de:
Construindo uma espiritualidade Bertheriana / Paulinus Yan Olla, MSF. La Salette, 25 ago. 2009. Disponível em http://www.misafa.org/index.php?option=com_content&task=view&id=268&Itemid=1&limit=1&limitstart=0 e http://www.misafa.org/index.php?option=com_content&task=view&id=268&Itemid=1&limit=1&limitstart=1 acesso em 31 dez. 2009.Ilustração:
Couvercle d'un coffret en ivoire d'éléphant portant la représentation du Christ en Majesté entre les quatre évangélistes. Cologne, première moitié du XIIIe s. Ivoire. Paris : Musée National du Moyen Âge (Cluny). Foto de Marsyas em 6 mar. 2006. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:CLUNY-Coffret_Christ_1.JPG acesso em 31 dez. 2009.
11 janeiro 2010
Uma visita a Assis altar da Paz Universal!
lmente entregue e na totalidade desta entrega ele inspirou um novo jeito de ser, de sentir e de pensar na paz de viver a Paz, pois como dizia o serafico pai " a Paz que anunciaste com a boca deveis primeiro cultivar no coracao" imagino quanta mistica, quanta sensibilidade evangelica tinha nosso pai serafico a tal ponto que suas palavras e seu jeito simples de ser, ainda hoje contagia o mundo, as multidoes correm a Assis para beber desta fonte,para se deixar guiar por esta mesma mistica e esta sabedoria que irmanava deste poverello missionario de todos os tempos,Francisco de Assis.

Oração de uma Clarissa
Senhor, fazei-me uma presença de paz
entre os homens agitados de hoje.
Fazei-me luz
na luz de Cristo.
Fazei-me caminho
Para os que buscam o Pai.
Fazei-me amiga
Das amigas irmãs que sofrem:
Que eu aprenda a dar
E a receber amor.
Fazei-me esperar paciente
Com os que perderam a esperança
De vosso reino.
Fazei-me irmã de todos
Os que têm o coração solitário.
Fazei-me virgem
Na constante purificação do meu amor
A Deus e aos homens.
Fazei-me um sinal de vossa Igreja
No mundo de hoje.
Fazei-me silêncio na plenitude interior.
Fazei-me toda oração e contemplação
Do vosso imenso amor.
Fazei-me corajosamente franciscana,
Autêntica filha de Santa Clara.
Ó Senhor,
dai-me a coragem
de conversão constante e profunda.
Que eu vos busque sem parar.
Que eu reze,
Ame e me renove,
Me encontre diariamente
Com minhas irmãs na oração,
Para construirmos a vivência da fraternidade
E da jubilosa partilha de tudo
No amor.
Amém!
08 janeiro 2010
A caida do Papa
Decidi ir à Missa do Galo. Era minha primeira vez, apesar de que já estou há um ano estudando aqui em Roma. Estava muito emocionado quando entrei na Basílica de São Pedro e me dei conta que estava justo ao lado da sacristia, por onde sairia o Papa. Os jovens que estavam comigo não podiam acreditar. Quando chegamos à Praça São Pedro pensávamos que já não podíamos entrar na Basílica pela quantidade de gente que estava esperando.
A Missa começou e vi os acólitos, companheiros meus no seminário, que encabeçavam a procissão. Como intuíamos, o Papa saiu justo por onde nos encontrávamos. A emoção tomou conta de nós. As câmeras fotográficas não tiveram capacidade suficiente para a quantidade fotos e vídeos que começamos a fazer. Tivemos a graça de que o Papa passasse a menos de um metro de nós.
Ele não tinha dado muitos passos quando escutamos gritos. Ao mesmo tempo já não conseguíamos vê-lo. Foi quando vi que ele estava no chão. Escutou-se um grande silencio na Basílica. A procissão parou. Os guardas levantaram o Papa rapidamente e lhe perguntaram se estava bem. Vi que fez um gesto positivo e começou a se arrumar ajudado pelo mestre de cerimônia. No momento, me deu um alivio. Perguntaram se ele queria continuar com a celebração. Quando o povo viu sua resposta positiva e que ele continuou caminhando em direção ao altar, começaram a aplaudir fortemente e se escutavam gritos de “Viva o Papa”.
Ver o Vigário de Cristo de perto é muito emocionante. No entanto vê-lo forte e decidido a levar nos ombros à Igreja nos faz sentir mais próximo ainda dele. O amor daquela gente pelo Papa foi contagiante aquela noite. Não houve nenhuma pessoa lá dentro que não aplaudisse.
A humildade que Bento XVI teve foi impressionante. Tenho certeza que ele queria nos dar uma lição. Ele é o Papa, uma pessoa importante no mundo. Mesmo este acontecimento não o impediu de continuar a procissão cumprimentando as pessoas. Na saída, pensei que ele já não iria cumprimentar ninguém, porque tivemos duas horas de Missa e ele já tem 82 anos de idade, além de ter caído e poder ter fraturado o braço como no verão. Grande surpresa eu tive quando ele começou a andar em nossa direção.
Nesse momento, aprendi outra lição de Bento XVI: o grande carinho e amor que tem pelas crianças. Ao nosso lado, havia uma criancinha que começou a chamar o Papa. Ele foi diretamente a ela e lhe deu a sua bênção. Recordei daquela frase do Evangelho: “Deixai que as crianças venham a mim e não as empeçam; porque daqueles que se fazem como eles é o Reino dos Céus” (Lc 18, 16).
06 janeiro 2010
Papa celebra Reis e lembra Natal oriental

Bento XVI presidiu esta Quarta-feira à celebração da solenidade da Epifania, no Vaticano, recordando ainda os cristãos do Oriente que no dia 7 de Janeiro celebram o Natal.
“Tenho a alegria de dirigir os meus mais cordiais votos aos irmãos e irmãs das Igrejas Orientais que amanhã celebram o santo Natal. Que o mistério de luz seja fonte de alegria e de paz para cada família e comunidade”, disse.
Na homilia da Missa, na basílica de São Pedro, Bento XVI afirmou que “as personagens vindas do Oriente não são as últimas, mas as primeiras da grande procissão dos que, através de todas as épocas da história, sabem reconhecer a mensagem da estrela, sabem caminhar sobre os caminhos indicados pela Sagrada Escritura e sabem assim encontrar Aquele que aparentemente é débil e frágil, mas que tem, pelo contrário, o poder de doar ao coração do homem a maior e mais profunda das alegrias”.
O Papa falou num Deus “que nos conhece e está junto de nós e cuja grandeza e poder não se exprimem na lógica do mundo, mas na lógica de um menino inerme, cuja força é unicamente a do amor que se confia a nós”.
“No caminho da história sempre houve pessoas iluminadas pela luz da estrela, que encontram o caminho e chegam até Ele. Todas essas pessoas vivem, cada uma a seu modo, a mesma experiência dos Magos”, assinalou.
Bento XVI apelou ao testemunho dos cristãos e sublinhou que “o que nos é dito e procuramos reproduzir no presépio não é um sonho, nem um vão jogo de sensações e emoções, sem vigor nem realidade. É, isso sim, a Verdade que se irradia no mundo”.
O Papa interrogou-se ainda sobre o que falta “àqueles que permanecem à estrela”, afirmando que há quem viva com “demasiada segurança em si mesmos, a pretensão de conhecer perfeitamente a realidade, a pretensão de ter já formulado um juízo definitivo sobre as coisas”, o que torna “os seus corações insensíveis e fechados à novidade de Deus”.
“Estão seguros da ideia que se fizeram do mundo e já não se deixam abalar no íntimo pela aventura de um Deus que os quer encontrar. Põem a sua confiança mais em si mesmos do que nele e consideram que Deus não é suficientemente grande para poder fazer-se pequeno, para poder sequer aproximar-se de nós”, prosseguiu.
Pouco depois, na Praça de São Pedro, antes da recitação do Angelus, Bento XVI classificou os Magos como “modelos dos que procuram efectivamente a verdade”.
“Eram homens sábios, que perscrutavam os astros e conheciam a história dos povos. Eram homens de ciência, em sentido amplo, que observavam o cosmos considerando-o como um grande livro cheio de sinais e de mensagens divinas para o homem. O seu saber, longe de se considerar auto-suficiente, estava aberto a revelações e apelos divinos”, indicou.
O Papa acrescentou que os Magos “teriam podido dizer ‘actuamos por nossa conta, não precisamos de ninguém’, evitando, segundo a mentalidade actual, qualquer contaminação entre a ciência e a Palavra de Deus”.
Para Bento XVI, o agir dos Magos vindos a Belém “confirma uma perfeita harmonia entre a investigação humana e a Verdade divina, uma harmonia que encheu de alegria os seus corações de autênticos sábios”, “abertos ao mistério que se manifesta de maneira surpreendente”.
Na cerimónia do dia de Reis, o Papa continuou a aproximar-se dos fiéis, apesar de serem visíveis algumas mudanças no espaço da nave central por onde passou, rodeado por vários homens do corpo de segurança.
04 janeiro 2010
CAMPANHA PELA SANTIFICAÇÃO DO CLERO BRASILEIRO
que a Igreja deverá comemorar o Ano Sacerdotal.
- Que os sacerdotes celebrem em suas paróquias a Missa na forma
litúrgica exata e fiel. Sem abusos litúrgicos.
- Que os nossos sacerdotes não sejam coniventes e nem omissos e combatam, com sua pregação,
sua oração e com o seu apostolado o progressismo, o modernismo e o relativismo..
- Que os sacerdotes formem adequadamente as famílias, orientando-os
quanto a tudo o que a Igreja ensina a respeito de contracepção, moral
sexual, famílias numerosas.
- Que os sacerdotes se convertam em apóstolos do confessionário, equiparando
o tamanho das filas da comunhão às do confessionário.
- Que os sacerdotes favoreçam as práticas devocionais em consonância com a tradição
da igreja e pela exposição do Santíssimo Sacramento semanalmente sempre que possível.
Que os sacerdotes tenham uma boa vida de oração, rezem, façam
meditação, tenham terço diário, celebrem piedosa e diariamente a
Missa,
- Que os sacerdotes preguem a doutrina católica
- Que os sacerdotes sejam fiéis obedientes ao Magistério e
valorosos defensores do Papa.
Oremos
Que Santa Maria Mãe de Deus
e da Igreja Rogue pelos Sacerdotes da Igreja de Cristo,
levando-os a plenitude santificadora, assim estes
estejam sempre conduzindo o povo de Deus,
os seus filhos a verdade que liberta,
Amém
02 janeiro 2010
01 janeiro 2010
A DEVOÇÃO MARIANA DE SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE
"A DEVOÇÃO MARIANA DE SÃO MAXIMILIANO"
São Maximiliano Maria Kolbe é um santo dos tempos atuais profundamente imbuído da vivência desse Plano Salvífico do Senhor para toda a humanidade. Desde a infância a “Mão do Senhor” já delineava o que haveria de ser esse filho e como daria o seu testemunho de sangue perante toda a criação. A experiência de fé polonesa passa, indubitavelmente, pelas mãos da Virgem Mãe, que além de Padroeira da Polônia e dos poloneses, é ainda padroeira de tantos outros países devotos que a ela recorrem para que interceda junto ao seu Filho, a fim de que sejamos prontamente atendidos em nossas necessidades e para que se cumpra em tudo a Santa Vontade de Deus em nossa vida.
Contam os biógrafos que o pequeno Raimundo Kolbe (nome de batismo de são Maximiliano) era de índole esperta e por isso mesmo um tanto travesso. Certa feita em uma de suas travessuras sua mãe, um pouco incomodada, o chamou a atenção dizendo-lhe: “Menino, o que será de sua vida?” Ao que, como de costume, o menino correu junto ao oratório em um dos cômodos de sua casa para rezar e perguntar em sua inocente oração à Virgem Imaculada o que seria de sua vida. Obteve como resposta a aparição da Santíssima Mãe do Senhor mostrando-lhe duas coroas, uma branca e outra vermelha - as mesmas cores da bandeira da Polônia, sua pátria amada e também as cores do Espírito Santo, doador de todos os dons - perguntando-lhe qual das duas queria para si. Ao que o pequeno infante, depois de breve hesitação, respondeu: quero as duas. E foi precisamente assim que se definiu sua vocação, ser totalmente consagrado a Deus na vida religiosa e ser mártir da caridade pela Imaculada em defesa da família e da salvação do maior número de almas possíveis.
Desse modo, como Davi e a própria Virgem Maria, o Espírito do Senhor apoderou-se também do menino Raimundo e fez dele um grande santo de alma devotada à Vontade de Deus por meio da Imaculada, a quem se entregou, como ainda todo o seu ministério. Seu lema era: “Ganhar o mundo inteiro para Cristo pela Imaculada”. Por isso, se refugiava no Imaculado Coração da Virgem Mãe e com o auxílio de suas preces procurou servir ao Reino de Deus difundindo-o em todo o mundo, fazendo jus ao lema que escolhera para sua vida. Movido por um incondicional amor a Maria, fundou o movimento de apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. Trabalhou incansavelmente na confecção do Cavaleiro da Imaculada, pequena revista de evangelização mariana; fundou ainda jornais, rádio; e tencionava fundar também canais de televisão para difundir a devoção à Imaculada, a fim de levar a cabo todo o empreendimento evangelizador que Deus lhe confiara.
Destarte, no fim dos seus dias, recebeu das mãos da Beatíssima Mãe a segunda coroa que lhe destinara Deus, o martírio no campo de concentração nazista Auschwitz, tomando o lugar de um pai de família que estava para ser sacrificado no Bunker da fome, assumindo assim, até as últimas conseqüências, sua vocação mariana, o martírio do amor incondicional; a certeza do céu, a realização do Plano de Deus, por meio do Seu Filho Jesus Cristo, Fruto Bendito da Virgem Imaculada.
“Quero ser reduzido a pó pela Imaculada e espalhado pelo vento do mundo”. (São Maximiliano Maria Kolbe – 1894-1941).
Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.
Oitava de Natal
É uma época em que as pessoas gastam dinheiro, e decorar suas casas, trocar presentes, está se tornando mais e mais importante, relegando em segundo plano o grande protagonista da festa. Até em países sem histórico religioso, os habitantes estão começando a ver o Natal como uma festa familiar bonita e interessante e se sentem estimulados a fazer dele uma festa do consumismo. A tradição de enfeitar a casa, reunir a família para a ceia e a troca de presentes, se mantém mesmo em tempos de crise, e os consumidores não abrem mão disso.
Mas em meio a toda essa onda de consumismo desenfreado ainda há uma preocupação em se proporcionar um Natal digno às pessoas mais carentes. Graças a esse "espírito" do Natal, elas podem receber a atenção merecida daqueles que durante o ano ignoraram as suas existências. Não fosse as instituições não-governamentais, a Igreja e pessoas de boa vontade que durante todo ano deram-lhes a devida assistência, passariam despercebidas pela grande maioria que nesta época tentam diminuir o peso de suas consciências, presenteando-as.
nasça e renasça em nós todos os dias.
Feliz 2010
31 dezembro 2009
Reflexão

“Ó almas, não tende medo de Deus, mas tende confiança nele, porque é bom e a sua Misericórdia perdura nos séculos.”
(Santa Faustina, II, 533)
30 dezembro 2009
Reflexão

“O meu coração é morada para Ti ó Rei da eterna glória. Governa o meu coração e reina nele como num magnífico palácio.”
(Santa Faustina a Jesus, IV, 1231)
29 dezembro 2009
Reflexão

“O coração me treme de alegria vendo como Deus é bom...e a prova do seu amor nos dá um dom inconcebível, isto é a Si próprio na pessoa do Seu Filho.” (Reflexão de Santa Faustina V, 1584)
27 dezembro 2009
Em nome de Deus
extraido do site da Revista Época, feita pelo brilhante reporter José Ruy Gandra
Peregrino muçulmano ora no Deserto do Sinai. Sua fé é um exercício de disciplina que abre portas para o território do sagrado
Ao ver Buda meditando, sentado sob uma árvore, um brâmane ficou fascinado com sua serenidade e autodisciplina. “Você é Deus?”, perguntou-lhe o monge, ao ver sua concentração transformar-se numa extraordinária paz interior. “Não”, foi a resposta. “Apenas descobri um novo potencial na natureza humana, que nos torna capazes de viver em paz e harmonia neste mundo de tantos conflitos e sofrimentos.” O segredo, disse Buda, era não tanto crer, mas, sobretudo, praticar a meditação com afinco. “Desse modo, cada um atinge o máximo de sua capacidade, ativa partes adormecidas de sua mente, neutraliza o próprio ego e se torna um ser humano plenamente iluminado.” Por fim, ao despedir-se do sacerdote curioso, Buda disse: “Lembre-se de mim como alguém que despertou”.
É com esse episódio singelo que a escritora de origem irlandesa Karen Armstrong conclui seu mais novo livro, The case for God (em tradução livre, Uma defesa para Deus). É um fecho fiel tanto à vida de Karen quanto à essência de seu livro. Ex-freira católica durante os trepidantes anos 1960, portadora de epilepsia, Karen perdeu a fé – para resgatá-la, décadas adiante, sob uma nova ótica, semelhante à de Buda. Para ela, o encontro de Deus deriva menos de uma crença e mais do esforço pessoal. Autora de mais de 20 títulos sobre religião, entre eles aclamadas biografias de Maomé e de Buda e uma história da própria Bíblia, Karen nunca mais retornou formalmente à Igreja Católica ou a qualquer outra. “Sou uma monoteísta free-lance”, diz ela.
Com lançamento no Brasil previsto para o final de 2010, The case for God faz parte de uma nova leva de livros que defendem a religião de ataques recentes. Fazem parte dessa leva God is back (Deus voltou), escrito por John Micklethwait e Adrian Wooldridge, jornalistas da revista The Economist, e Reason, faith and revolution: reflections on God debate (Razão, fé e revolução: reflexões sobre o debate a respeito de Deus) , do crítico literário inglês Terry Eagleton. Todos esses trabalhos partem de uma mesma constatação: mesmo sob o fogo cerrado do racionalismo ateu, a devoção a Deus e às religiões continua a se fortalecer no mundo todo.
Essa nova onda tenta revidar os ataques do grupo de pensadores conhecidos como os “novos ateus”. São autores como o biólogo inglês Richard Dawkins, cuja defesa ferrenha da teoria da evolução das espécies valeu-lhe – ou custou-lhe, depende... – o apelido de Rotweiller de Darwin; ou o jornalista anglo-americano (e colunista de ÉPOCA) Christopher Hitchens, que considera a ideia de Deus uma crença maligna e totalitária, com seus dias contados pela ciência. A dupla, acrescida do neurocientista Sam Harris e do filósofo Daniel Dennett, ambos americanos, ficou conhecida, nos meios intelectuais, como os Cavaleiros do Apocalipse, pela virulência de seus ataques à religião. “Elas permitem que visões, que de outra forma seriam consideradas sinais de loucura, tornem-se aceitas e, em muitos casos, veneradas como sagradas”, diz Harris.
Em The case for God, Karen faz o melhor contra-ataque às teses do grupo. “Os novos ateus são teologicamente iletrados”, escreve ela. “Como os fundamentalistas religiosos, eles infantilmente concebem Deus como um ser poderoso que os homens não conseguem enxergar.” Para Karen, o engano comum a ambos é analisar os textos sagrados em sua literalidade. Uns para negar cientificamente a ideia de Deus. Outros para distorcê-la com finalidades políticas.
A Grande Mesquita de Meca durante a peregrinação anual, judeu no Muro das Lamentações em Jerusalém e cardeais católicos no Vaticano: símbolos do monoteísmo que os novos ateístas consideram uma afronta irracional à ciência
O Dalai-Lama abençoa monges tibetanos. A dissolução do ego por meio da meditação leva a uma compreensão mais refinada da realidade
Por séculos, afirma Karen, as ideias de Deus e dos livros sagrados foram bem mais sutis e profundas do que hoje supõem novos ateus e fundamentalistas judeus, cristãos ou islâmicos. Mas o avanço da ciência, a partir do Iluminismo, cerceou nossa mente e restringiu seu alcance a fatos empiricamente comprováveis. Esse cientificismo triunfante foi inaugurado pelas três leis da mecânica clássica, do físico inglês Isaac Newton, e teve seu auge dois séculos mais tarde, com a teoria da evolução das espécies, do naturalista inglês Charles Darwin. Aos poucos, de acordo com Karen, a ciência suprimiu um dos ingredientes mais relevantes da fé: o mito, a capacidade humana de, por assim dizer, vislumbrar o inconcebível. “Esse conflito entre ciência e religião acabou nos afastando das formas mais puras de fé. As pessoas esqueceram que a razão e o mito sempre foram complementares no ser humano”, diz Karen. Ao descartar o mito, a ciência, segundo ela, sequestrou a religião da vida da humanidade.
A partir do século XVIII, gradativamente tudo passou a exigir a chancela da ciência. Mas nada, teoria ou lei alguma, conseguiu abalar o fundamento mais sólido das religiões: a necessidade humana pelo sagrado. “Somos, por natureza, criaturas em busca de sentido. O Homo sapiens é, também, o Homo religiosus”, afirma Karen. As ideias teológicas vão e vêm, mas a busca humana por sentido permanece. “A religião não existe para nos explicar a origem do Universo. Esse é o papel da ciência”, diz Karen. “Religiões nos ajudam a lidar com os aspectos da vida para os quais não existem respostas fáceis: a morte, a dor, o sofrimento, as injustiças da vida e as crueldades da natureza.” Em suma: religião é refletir sobre questões que não cabem na lógica ou num simples cálculo. É refletir sobre o mito. Karen delimita os domínios da razão e da fé com um exemplo de rara clareza. “A razão pode até nos curar do câncer”, diz. “Mas não nos ensina a agir ao receber seu diagnóstico nem nos ajuda a morrer em paz.”
O primeiro passo rumo à conexão com o sagrado, segundo Karen, é não tratar Deus como um ente supremo, mas sim como o mistério que foi, é e, por muito tempo, ainda será. Numa palavra: como o desconhecido. Karen propõe um enfoque da religião que tenha mais a ver com o coração e a arte do que com a razão pura. Que lide mais com rituais que com ideias. “Só assim ela se torna uma fonte de fortalecimento pessoal”, diz ela. “Você só aprende a cozinhar cozinhando. Com a fé é a mesma coisa.”
O segundo passo, de acordo com Karen, é adquirir a persistência revelada por Buda no episódio citado. “A fé requer trabalho duro e persistência”, afirma Karen. A religião, diz, é uma disciplina prática. Ela não brota de reflexões abstratas, mas de exercícios espirituais (orações, preces, meditação) e de um estilo de vida praticados com regularidade. O auge da experiência religiosa consiste em alcançar um estado de reverência, mesmo sabendo que Deus não pode ser traduzido racionalmente. Foi o que sempre fizeram, como mostra The case for God, as grandes tradições monoteístas. Pelo menos até que a ciência as virasse do avesso, ao exigir-lhes comprovações científicas estranhas a sua essência.
Karen ilustra essa busca incessante pelo sagrado, inerente aos humanos, com uma história. Entre os muitos judeus que perderam sua fé em Auschwitz, um grupo decidiu levar Deus a julgamento. “Como pode, afinal, uma divindade onisciente e tão benevolente permitir tamanho horror? Ou ela não existe ou não merece nossa devoção”, eles argumentavam. Após longos debates, Deus foi condenado à morte. O rabino que presidia o júri proclamou então o veredicto: “Deus está morto”. Depois, calmamente, disse: “Agora vamos, pois está na hora da oração noturna”.
26 dezembro 2009
Reflexão

“Ó Mãe, ó Virgem, ninguém consegue compreender como o Imenso Deus torna-se homem, só por amor e pela sua insondável Misericórdia. Por teu mérito, ó Mãe, viveremos com Ele para sempre.” (Santa Faustina a Maria Santíssima, I, 161)
Movimento de Assis de Porto Feliz, promoveu Ceia de Natal













25 dezembro 2009
Reflexão

“Sede adorado, ó Deus misericordioso, por haver-te dignado descer do céu sobre esta terra. Nós te adoramos com grande humildade, por haver elevado todo o gênero humano.” (Santa Faustina a Jesus, VI, 1746)
24 dezembro 2009
Quando bate o Sino
Ding-dong Ding- dong
Quando o sino bate
De seu modo diz a hora
De um modo que todos entendem, agora
Todos que esperavam pelo chamado do sino
Reúnem-se em torno de uma mesa.
O importante é a presença de cada um
Que faz o outro se sentir bem.
Como o nascimento de um filho
É comemorado pela mãe e pelo pai
O nascimento mais humilde digno de um Rei
Devem entender que a humildade sim é digna de um Rei.
E foi assim que foi com Cristo
Não é preciso lembrar que data é esta na qual falo.
Não importa como é comemorada
Se for em torno de uma mesa farta
Ou em outra em que se falta
Pode-se faltar tudo, menos
Aquele sentimento de alegria, de Amor
De querer compartilhar com o próximo.
E não importa em quantos estejam reunidos
Mesmo sendo poucos mas todos muito queridos.
Não importa o que se ganha
E sim o que se dá
Se for um presente, um sentimento
Todos nós ganhamos todos os dias o direito de viver
Uma nova chance. E como agradecemos? ...
Cada um agradece a seu modo.
Só sei que quando bate o sino
Eu agradeço por todos os meus dias aqui
Agradeço por ter a felicidade comigo
Percebo que a felicidade está em cada um de nós
E que ela só é verdadeira se for compartilhada com outra pessoa.
Agora finalmente entendo o espírito do NATAL!
Leonardo Lucas Lana
Desejar Feliz Natal

Que tal enviar uma mensagem de Natal ao Papa Bento XVI? Esse ano, isso será possível graças à uma iniciativa do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.
Os usuários do "Pope to you" (www.pope2you.net) poderão enviar mensagens em cinco idiomas com textos e fotos, usando as fotos oficiais do arquivo do jornal "L'Osservatore Romano".
Além da possibilidade de enviar os votos de "Feliz Natal" ao Santo Padre, os usuários do site poderão ainda trocar mensagens de Natal entre si, usufruindo os mesmos recursos online.
O coordenador do projeto "Pope to you", Padre Paolo Padrini, informa que o site, lançado em maio deste ano, já alcançou a marca de 7 milhões de contatos que, através da rede social Facebook, partilham as palavras e mensagens do Papa.
Fonte: cancaonova.com










