a missa mensal em devoção a
Nossa Senhora Mãe dos Homens
Local igreja matriz
Nossa Senhora Mãe dos Homens
no centro de Porto Feliz, às 19h !!!
Desde 1912 os franciscanos vêm realizando estudos científicos sobre sua espiritualidade. Eles se colocaram algumas questões fundamentais, como: a família franciscana como um todo (a primeira, a segunda e a terceira ordens e todos os demais institutos nascidos sob a inspiração de Francisco) têm doutrinas e tradições comuns que poderiam ser definidas como ‘espiritualidade franciscana’? O que entendemos por espiritualidade? Se há uma espiritualidade franciscana, em que consiste ela?
Depois de oito séculos de existência, os franciscanos afirmaram que tinham doutrinas, tradições, costumes e práticas ascéticas e espirituais que os haviam constituído como família franciscana. Então criaram uma ‘escola franciscana’, aquilo que chamamos de espiritualidade franciscana. No percurso dos séculos, a família franciscana sofreu mudanças, perdas, crescimentos, ênfases, obscuridades e equívocos. Mas estas experiências contraditórias são parte de sua história e do futuro desta família espiritual.
As primeiras e principais fontes, o “mestre e modelo” desta espiritualidade particular são Francisco de Assis e seu círculo de amigos (Leão, Gil, Clara); os santos e santas franciscanos (Isabel da Hungria, Angela de Foligno, Antônio de Pádua, Boaventura). E mais uma longa tradição de santidade que desenvolveu a espiritualidade franciscana até os dias de hoje.[1]
Os estudos mostraram que durante oito séculos houve muitos sábios/as, beatos/as e santos/as que ajudaram a desenvolver isso que conhecemos como ‘espiritualidade franciscana’.Na elaboração desta espiritualidade particular estão também as pessoas que quiseram fazer da espiritualidade franciscana uma espiritualidade que se sustenta em um único elemento principal e fundamental. São aquelas que reduzem a espiritualidade franciscana acentuando apenas um aspecto, como a pobreza, o amor afetivo e efetivo, a imitação de Cristo pobre, humilde e sofredor.
Mas, considerando o pensamento dos especialistas, podemos dizer que a espiritualidade franciscana não pode ser reduzida a um só elemento. As práticas da vida franciscana e suas tradições são demasiadamente ricas para serem reduzidas a apenas um elemento. Depois de um longo período de estudos o que se diz é que a espiritualidade franciscana se caracteriza essencialmente por uma vida segundo o Evangelho. A vida franciscana se expressa evangelicamente, através do amor. E este amor se manifesta concretamente na ação e é vivido como sacrifício vivenciado na pobreza.[2]
[1] A. MATANIC, Francesco d’Assisi: fattori della sua spiritualitá, Roma, 1984, 137-152.
[2] A. MATANIC, Franciscan Spirituality, in Compendium of Spirituality, 1992, 106-107.
Extraído de:
Construindo uma espiritualidade Bertheriana / Paulinus Yan Olla, MSF. La Salette, 25 ago. 2009. Disponível em http://www.misafa.org/index.php?option=com_content&task=view&id=268&Itemid=1&limit=1&limitstart=0 e http://www.misafa.org/index.php?option=com_content&task=view&id=268&Itemid=1&limit=1&limitstart=1 acesso em 31 dez. 2009.Ilustração:
Couvercle d'un coffret en ivoire d'éléphant portant la représentation du Christ en Majesté entre les quatre évangélistes. Cologne, première moitié du XIIIe s. Ivoire. Paris : Musée National du Moyen Âge (Cluny). Foto de Marsyas em 6 mar. 2006. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:CLUNY-Coffret_Christ_1.JPG acesso em 31 dez. 2009.
lmente entregue e na totalidade desta entrega ele inspirou um novo jeito de ser, de sentir e de pensar na paz de viver a Paz, pois como dizia o serafico pai " a Paz que anunciaste com a boca deveis primeiro cultivar no coracao" imagino quanta mistica, quanta sensibilidade evangelica tinha nosso pai serafico a tal ponto que suas palavras e seu jeito simples de ser, ainda hoje contagia o mundo, as multidoes correm a Assis para beber desta fonte,para se deixar guiar por esta mesma mistica e esta sabedoria que irmanava deste poverello missionario de todos os tempos,Francisco de Assis.


Bento XVI presidiu esta Quarta-feira à celebração da solenidade da Epifania, no Vaticano, recordando ainda os cristãos do Oriente que no dia 7 de Janeiro celebram o Natal.
“Tenho a alegria de dirigir os meus mais cordiais votos aos irmãos e irmãs das Igrejas Orientais que amanhã celebram o santo Natal. Que o mistério de luz seja fonte de alegria e de paz para cada família e comunidade”, disse.
Na homilia da Missa, na basílica de São Pedro, Bento XVI afirmou que “as personagens vindas do Oriente não são as últimas, mas as primeiras da grande procissão dos que, através de todas as épocas da história, sabem reconhecer a mensagem da estrela, sabem caminhar sobre os caminhos indicados pela Sagrada Escritura e sabem assim encontrar Aquele que aparentemente é débil e frágil, mas que tem, pelo contrário, o poder de doar ao coração do homem a maior e mais profunda das alegrias”.
O Papa falou num Deus “que nos conhece e está junto de nós e cuja grandeza e poder não se exprimem na lógica do mundo, mas na lógica de um menino inerme, cuja força é unicamente a do amor que se confia a nós”.
“No caminho da história sempre houve pessoas iluminadas pela luz da estrela, que encontram o caminho e chegam até Ele. Todas essas pessoas vivem, cada uma a seu modo, a mesma experiência dos Magos”, assinalou.
Bento XVI apelou ao testemunho dos cristãos e sublinhou que “o que nos é dito e procuramos reproduzir no presépio não é um sonho, nem um vão jogo de sensações e emoções, sem vigor nem realidade. É, isso sim, a Verdade que se irradia no mundo”.
O Papa interrogou-se ainda sobre o que falta “àqueles que permanecem à estrela”, afirmando que há quem viva com “demasiada segurança em si mesmos, a pretensão de conhecer perfeitamente a realidade, a pretensão de ter já formulado um juízo definitivo sobre as coisas”, o que torna “os seus corações insensíveis e fechados à novidade de Deus”.
“Estão seguros da ideia que se fizeram do mundo e já não se deixam abalar no íntimo pela aventura de um Deus que os quer encontrar. Põem a sua confiança mais em si mesmos do que nele e consideram que Deus não é suficientemente grande para poder fazer-se pequeno, para poder sequer aproximar-se de nós”, prosseguiu.
Pouco depois, na Praça de São Pedro, antes da recitação do Angelus, Bento XVI classificou os Magos como “modelos dos que procuram efectivamente a verdade”.
“Eram homens sábios, que perscrutavam os astros e conheciam a história dos povos. Eram homens de ciência, em sentido amplo, que observavam o cosmos considerando-o como um grande livro cheio de sinais e de mensagens divinas para o homem. O seu saber, longe de se considerar auto-suficiente, estava aberto a revelações e apelos divinos”, indicou.
O Papa acrescentou que os Magos “teriam podido dizer ‘actuamos por nossa conta, não precisamos de ninguém’, evitando, segundo a mentalidade actual, qualquer contaminação entre a ciência e a Palavra de Deus”.
Para Bento XVI, o agir dos Magos vindos a Belém “confirma uma perfeita harmonia entre a investigação humana e a Verdade divina, uma harmonia que encheu de alegria os seus corações de autênticos sábios”, “abertos ao mistério que se manifesta de maneira surpreendente”.
Na cerimónia do dia de Reis, o Papa continuou a aproximar-se dos fiéis, apesar de serem visíveis algumas mudanças no espaço da nave central por onde passou, rodeado por vários homens do corpo de segurança.
É uma época em que as pessoas gastam dinheiro, e decorar suas casas, trocar presentes, está se tornando mais e mais importante, relegando em segundo plano o grande protagonista da festa. Até em países sem histórico religioso, os habitantes estão começando a ver o Natal como uma festa familiar bonita e interessante e se sentem estimulados a fazer dele uma festa do consumismo. A tradição de enfeitar a casa, reunir a família para a ceia e a troca de presentes, se mantém mesmo em tempos de crise, e os consumidores não abrem mão disso.
Mas em meio a toda essa onda de consumismo desenfreado ainda há uma preocupação em se proporcionar um Natal digno às pessoas mais carentes. Graças a esse "espírito" do Natal, elas podem receber a atenção merecida daqueles que durante o ano ignoraram as suas existências. Não fosse as instituições não-governamentais, a Igreja e pessoas de boa vontade que durante todo ano deram-lhes a devida assistência, passariam despercebidas pela grande maioria que nesta época tentam diminuir o peso de suas consciências, presenteando-as.



Ao ver Buda meditando, sentado sob uma árvore, um brâmane ficou fascinado com sua serenidade e autodisciplina. “Você é Deus?”, perguntou-lhe o monge, ao ver sua concentração transformar-se numa extraordinária paz interior. “Não”, foi a resposta. “Apenas descobri um novo potencial na natureza humana, que nos torna capazes de viver em paz e harmonia neste mundo de tantos conflitos e sofrimentos.” O segredo, disse Buda, era não tanto crer, mas, sobretudo, praticar a meditação com afinco. “Desse modo, cada um atinge o máximo de sua capacidade, ativa partes adormecidas de sua mente, neutraliza o próprio ego e se torna um ser humano plenamente iluminado.” Por fim, ao despedir-se do sacerdote curioso, Buda disse: “Lembre-se de mim como alguém que despertou”.
É com esse episódio singelo que a escritora de origem irlandesa Karen Armstrong conclui seu mais novo livro, The case for God (em tradução livre, Uma defesa para Deus). É um fecho fiel tanto à vida de Karen quanto à essência de seu livro. Ex-freira católica durante os trepidantes anos 1960, portadora de epilepsia, Karen perdeu a fé – para resgatá-la, décadas adiante, sob uma nova ótica, semelhante à de Buda. Para ela, o encontro de Deus deriva menos de uma crença e mais do esforço pessoal. Autora de mais de 20 títulos sobre religião, entre eles aclamadas biografias de Maomé e de Buda e uma história da própria Bíblia, Karen nunca mais retornou formalmente à Igreja Católica ou a qualquer outra. “Sou uma monoteísta free-lance”, diz ela.
Com lançamento no Brasil previsto para o final de 2010, The case for God faz parte de uma nova leva de livros que defendem a religião de ataques recentes. Fazem parte dessa leva God is back (Deus voltou), escrito por John Micklethwait e Adrian Wooldridge, jornalistas da revista The Economist, e Reason, faith and revolution: reflections on God debate (Razão, fé e revolução: reflexões sobre o debate a respeito de Deus) , do crítico literário inglês Terry Eagleton. Todos esses trabalhos partem de uma mesma constatação: mesmo sob o fogo cerrado do racionalismo ateu, a devoção a Deus e às religiões continua a se fortalecer no mundo todo.
Essa nova onda tenta revidar os ataques do grupo de pensadores conhecidos como os “novos ateus”. São autores como o biólogo inglês Richard Dawkins, cuja defesa ferrenha da teoria da evolução das espécies valeu-lhe – ou custou-lhe, depende... – o apelido de Rotweiller de Darwin; ou o jornalista anglo-americano (e colunista de ÉPOCA) Christopher Hitchens, que considera a ideia de Deus uma crença maligna e totalitária, com seus dias contados pela ciência. A dupla, acrescida do neurocientista Sam Harris e do filósofo Daniel Dennett, ambos americanos, ficou conhecida, nos meios intelectuais, como os Cavaleiros do Apocalipse, pela virulência de seus ataques à religião. “Elas permitem que visões, que de outra forma seriam consideradas sinais de loucura, tornem-se aceitas e, em muitos casos, veneradas como sagradas”, diz Harris.
Em The case for God, Karen faz o melhor contra-ataque às teses do grupo. “Os novos ateus são teologicamente iletrados”, escreve ela. “Como os fundamentalistas religiosos, eles infantilmente concebem Deus como um ser poderoso que os homens não conseguem enxergar.” Para Karen, o engano comum a ambos é analisar os textos sagrados em sua literalidade. Uns para negar cientificamente a ideia de Deus. Outros para distorcê-la com finalidades políticas.
Por séculos, afirma Karen, as ideias de Deus e dos livros sagrados foram bem mais sutis e profundas do que hoje supõem novos ateus e fundamentalistas judeus, cristãos ou islâmicos. Mas o avanço da ciência, a partir do Iluminismo, cerceou nossa mente e restringiu seu alcance a fatos empiricamente comprováveis. Esse cientificismo triunfante foi inaugurado pelas três leis da mecânica clássica, do físico inglês Isaac Newton, e teve seu auge dois séculos mais tarde, com a teoria da evolução das espécies, do naturalista inglês Charles Darwin. Aos poucos, de acordo com Karen, a ciência suprimiu um dos ingredientes mais relevantes da fé: o mito, a capacidade humana de, por assim dizer, vislumbrar o inconcebível. “Esse conflito entre ciência e religião acabou nos afastando das formas mais puras de fé. As pessoas esqueceram que a razão e o mito sempre foram complementares no ser humano”, diz Karen. Ao descartar o mito, a ciência, segundo ela, sequestrou a religião da vida da humanidade.
A partir do século XVIII, gradativamente tudo passou a exigir a chancela da ciência. Mas nada, teoria ou lei alguma, conseguiu abalar o fundamento mais sólido das religiões: a necessidade humana pelo sagrado. “Somos, por natureza, criaturas em busca de sentido. O Homo sapiens é, também, o Homo religiosus”, afirma Karen. As ideias teológicas vão e vêm, mas a busca humana por sentido permanece. “A religião não existe para nos explicar a origem do Universo. Esse é o papel da ciência”, diz Karen. “Religiões nos ajudam a lidar com os aspectos da vida para os quais não existem respostas fáceis: a morte, a dor, o sofrimento, as injustiças da vida e as crueldades da natureza.” Em suma: religião é refletir sobre questões que não cabem na lógica ou num simples cálculo. É refletir sobre o mito. Karen delimita os domínios da razão e da fé com um exemplo de rara clareza. “A razão pode até nos curar do câncer”, diz. “Mas não nos ensina a agir ao receber seu diagnóstico nem nos ajuda a morrer em paz.”
O primeiro passo rumo à conexão com o sagrado, segundo Karen, é não tratar Deus como um ente supremo, mas sim como o mistério que foi, é e, por muito tempo, ainda será. Numa palavra: como o desconhecido. Karen propõe um enfoque da religião que tenha mais a ver com o coração e a arte do que com a razão pura. Que lide mais com rituais que com ideias. “Só assim ela se torna uma fonte de fortalecimento pessoal”, diz ela. “Você só aprende a cozinhar cozinhando. Com a fé é a mesma coisa.”
O segundo passo, de acordo com Karen, é adquirir a persistência revelada por Buda no episódio citado. “A fé requer trabalho duro e persistência”, afirma Karen. A religião, diz, é uma disciplina prática. Ela não brota de reflexões abstratas, mas de exercícios espirituais (orações, preces, meditação) e de um estilo de vida praticados com regularidade. O auge da experiência religiosa consiste em alcançar um estado de reverência, mesmo sabendo que Deus não pode ser traduzido racionalmente. Foi o que sempre fizeram, como mostra The case for God, as grandes tradições monoteístas. Pelo menos até que a ciência as virasse do avesso, ao exigir-lhes comprovações científicas estranhas a sua essência.
Karen ilustra essa busca incessante pelo sagrado, inerente aos humanos, com uma história. Entre os muitos judeus que perderam sua fé em Auschwitz, um grupo decidiu levar Deus a julgamento. “Como pode, afinal, uma divindade onisciente e tão benevolente permitir tamanho horror? Ou ela não existe ou não merece nossa devoção”, eles argumentavam. Após longos debates, Deus foi condenado à morte. O rabino que presidia o júri proclamou então o veredicto: “Deus está morto”. Depois, calmamente, disse: “Agora vamos, pois está na hora da oração noturna”.















Quando bate o Sino
Ding-dong Ding- dong
Quando o sino bate
De seu modo diz a hora
De um modo que todos entendem, agora
Todos que esperavam pelo chamado do sino
Reúnem-se em torno de uma mesa.
O importante é a presença de cada um
Que faz o outro se sentir bem.
Como o nascimento de um filho
É comemorado pela mãe e pelo pai
O nascimento mais humilde digno de um Rei
Devem entender que a humildade sim é digna de um Rei.
E foi assim que foi com Cristo
Não é preciso lembrar que data é esta na qual falo.
Não importa como é comemorada
Se for em torno de uma mesa farta
Ou em outra em que se falta
Pode-se faltar tudo, menos
Aquele sentimento de alegria, de Amor
De querer compartilhar com o próximo.
E não importa em quantos estejam reunidos
Mesmo sendo poucos mas todos muito queridos.
Não importa o que se ganha
E sim o que se dá
Se for um presente, um sentimento
Todos nós ganhamos todos os dias o direito de viver
Uma nova chance. E como agradecemos? ...
Cada um agradece a seu modo.
Só sei que quando bate o sino
Eu agradeço por todos os meus dias aqui
Agradeço por ter a felicidade comigo
Percebo que a felicidade está em cada um de nós
E que ela só é verdadeira se for compartilhada com outra pessoa.
Agora finalmente entendo o espírito do NATAL!
Leonardo Lucas Lana

Que tal enviar uma mensagem de Natal ao Papa Bento XVI? Esse ano, isso será possível graças à uma iniciativa do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.
Os usuários do "Pope to you" (www.pope2you.net) poderão enviar mensagens em cinco idiomas com textos e fotos, usando as fotos oficiais do arquivo do jornal "L'Osservatore Romano".
Além da possibilidade de enviar os votos de "Feliz Natal" ao Santo Padre, os usuários do site poderão ainda trocar mensagens de Natal entre si, usufruindo os mesmos recursos online.
O coordenador do projeto "Pope to you", Padre Paolo Padrini, informa que o site, lançado em maio deste ano, já alcançou a marca de 7 milhões de contatos que, através da rede social Facebook, partilham as palavras e mensagens do Papa.
Fonte: cancaonova.com