14 maio 2010















"A DEVOÇÃO MARIANA DE SÃO MAXIMILIANO"

A vida é um dom de Deus e precisamos vivê-la como tal, pois, é para o encontro definitivo com o Senhor que estamos indo. Vivemos em meio ao Mistério da Criação como parte integrante de um Grande Plano de Amor que transcende o nosso entendimento; e para além do somos ou podemos, temos que cooperar de bom grado com esse Plano Divino a nosso favor. A Sagrada Escritura nos revela que somos “imagem e semelhança de Deus”, e certamente ainda não nos damos conta disso, dada à finitude que nos cerca e mesmo o que aparentamos ser.

São Maximiliano Maria Kolbe é um santo dos tempos atuais profundamente imbuído da vivência desse Plano Salvífico do Senhor para toda a humanidade. Desde a infância a “Mão do Senhor” já delineava o que haveria de ser esse filho e como daria o seu testemunho de sangue perante toda a criação. A experiência de fé polonesa passa, indubitavelmente, pelas mãos da Virgem Mãe, que além de Padroeira da Polônia e dos poloneses, é ainda padroeira de tantos outros países devotos que a ela recorrem para que interceda junto ao seu Filho, a fim de que sejamos prontamente atendidos em nossas necessidades e para que se cumpra em tudo a Santa Vontade de Deus em nossa vida.

Contam os biógrafos que o pequeno Raimundo Kolbe (nome de batismo de são Maximiliano) era de índole esperta e por isso mesmo um tanto travesso. Certa feita em uma de suas travessuras sua mãe, um pouco incomodada, o chamou a atenção dizendo-lhe: “Menino, o que será de sua vida?” Ao que, como de costume, o menino correu junto ao oratório em um dos cômodos de sua casa para rezar e perguntar em sua inocente oração à Virgem Imaculada o que seria de sua vida. Obteve como resposta a aparição da Santíssima Mãe do Senhor mostrando-lhe duas coroas, uma branca e outra vermelha - as mesmas cores da bandeira da Polônia, sua pátria amada e também as cores do Espírito Santo, doador de todos os dons - perguntando-lhe qual das duas queria para si. Ao que o pequeno infante, depois de breve hesitação, respondeu: quero as duas. E foi precisamente assim que se definiu sua vocação, ser totalmente consagrado a Deus na vida religiosa e ser mártir da caridade pela Imaculada em defesa da família e da salvação do maior número de almas possíveis.

Desse modo, como Davi e a própria Virgem Maria, o Espírito do Senhor apoderou-se também do menino Raimundo e fez dele um grande santo de alma devotada à Vontade de Deus por meio da Imaculada, a quem se entregou, como ainda todo o seu ministério. Seu lema era: “Ganhar o mundo inteiro para Cristo pela Imaculada”. Por isso, se refugiava no Imaculado Coração da Virgem Mãe e com o auxílio de suas preces procurou servir ao Reino de Deus difundindo-o em todo o mundo, fazendo jus ao lema que escolhera para sua vida. Movido por um incondicional amor a Maria, fundou o movimento de apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. Trabalhou incansavelmente na confecção do Cavaleiro da Imaculada, pequena revista de evangelização mariana; fundou ainda jornais, rádio; e tencionava fundar também canais de televisão para difundir a devoção à Imaculada, a fim de levar a cabo todo o empreendimento evangelizador que Deus lhe confiara.

Destarte, no fim dos seus dias, recebeu das mãos da Beatíssima Mãe a segunda coroa que lhe destinara Deus, o martírio no campo de concentração nazista Auschwitz, tomando o lugar de um pai de família que estava para ser sacrificado no Bunker da fome, assumindo assim, até as últimas conseqüências, sua vocação mariana, o martírio do amor incondicional; a certeza do céu, a realização do Plano de Deus, por meio do Seu Filho Jesus Cristo, Fruto Bendito da Virgem Imaculada.

“Quero ser reduzido a pó pela Imaculada e espalhado pelo vento do mundo”. (São Maximiliano Maria Kolbe – 1894-1941).

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.

12 maio 2010

Espiritualidade na Internet: o surgimento de uma nova religião?


Para Pedro Gilberto Gomes, a utilização da Internet por diversas instituições religiosas fomenta uma reflexão: que novas formas de religião ou de espiritualidade emergem desse processo?

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Na opinião do professor e pesquisador do PPG em Comunicação da Unisinos, Pedro Gilberto Gomes, as instituições religiosas ainda vêem a Internet como um “dispositivo tecnológico”. A partir do uso da Internet, explica, se cria um ambiente de midiatização, ou seja, uma espécie de “caldo cultural onde as coisas interagem”, surge um “novo patamar baseado numa lógica de inter-relação”. Nesta nova ambiência, acrescenta, “as instituições podem estabelecer novos tipos de relações” ao invés de utilizar a rede apenas como um meio para divulgar sua mensagem. Com base nisso, ele lança o questionamento: “Como as Igrejas, dentro desse ambiente, desse mundo interconectado, podem trabalhar no estabelecimento de vivência, de espiritualidade, de religião?”

Ao utilizarem a Internet apenas como um meio para alcançar mais fiéis, muitas instituições não estão refletindo sobre que espiritualidade está sendo gerada a partir desse processo. Na avaliação do pesquisador, “o simples fato da pessoa se relacionar via portal já está criando uma forma de espiritualidade ou uma forma de ver religião diferente. Isso é o que deve ser questionado. Esses são os desafios e perspectivas”. O uso da Internet desacompanhado de uma reflexão mais profunda pode trazer alguns riscos e gerar efeitos desconhecidos ou indesejados. “O desejo de incentivar a solidariedade, as pessoas a rezarem, pode, ao invés disso, fazer com que elas formem um Deus a sua imagem e semelhança, pode incentivar o individualismo, as pessoas podem fazer a sua própria religião”, conclui.

Pedro Gilberto Gomes irá ampliar este debate no IHU ideias do dia 8-4-2010, onde discute Espiritualidade via Internet: desafios e perspectivas. O encontro acontece na sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU, às 17h30min.

Pedro Gilberto Gomes é graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, e especialista em Teologia pela Universidade Católica de Santiago, no Chile. Mestre e doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo - USP. Entre suas obras, destacamos Filosofia e ética da comunicação na midiatização da sociedade (São Leopoldo: Editora Unisinos, 2006), Comunicação e governabilidade na América Latina (São Leopoldo: Editora Unisinos, 2008) e Midiatização e processos sociais na América Latina (São Paulo: Paulus, 2008).

Confira a entrevista.

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Pedro Gilberto Gomes

IHU On-Line - Em linhas gerais, o que o senhor pretende abordar ao relacionar espiritualidade e Internet? Essa relação funciona?

Pedro Gilberto Gomes – Existem vários sites de organizações católicas ou não, que usam a Internet como um espaço de interação, de congregação das pessoas. Essas instituições consideram, por exemplo, a Internet um meio importante para passar a sua mensagem. Alguns sites disponibilizam as leituras dominicais, velas virtuais, enfim, há todo um arcabouço de ações litúrgicas que são veiculadas a partir dos portais. Essa é uma concepção de dispositivo tecnológico, ou seja, antigamente, determinadas atividades eram realizadas na Igreja e, hoje, também estão disponíveis na Internet.

Participei de uma defesa de dissertação de mestrado em Santa Maria, em que a estudante analisava o site da Canção Nova (www.cancaonova.com). Neste portal, no link de Liturgia, é possível escolher ler apenas as leituras ou os sermões. O conteúdo está fragmentado, e o internauta pode montar sua própria missa. Muitos pensam que essa é uma maneira de chegar na residência das pessoas com maior possibilidade. Mas, a partir disso, me pergunto: que tipo de espiritualidade está sendo criada, gestada? Não estou pensando na instituição Igreja, mas sim que a vivência religiosa, a espiritualidade como um todo, é uma produção simbólica fundamental na vida do homem. Essa religiosidade é importante. Agora, quando as instituições religiosas fazem uso massivo desses novos ambientes, temos de nos perguntar que tipo de religiosidade, espiritualidade está surgindo desse processo. Que diferença existe entre acender uma vela para o padre Reus num site, ou ir até o santuário? Esse é o questionamento. É um desafio que se tem de responder. Ouvir o sermão do padre na Internet tem o mesmo significado de ouvi-lo na Igreja? Na missa há outro ambiente. Não estou dizendo que isto é bom ou ruim. Estou questionando que tipo de espiritualidade esses espaços virtuais estão criando. É esse ambiente de midiatização que está trazendo desafios para nós. Então, não se deve perguntar como uma instituição usa um portal para fomentar a espiritualidade. Isso não importa. Tenho de perguntar: ao fazer isso, que forma de espiritualidade está sendo formada? É por ai que vou esboçar alguma coisa no evento.

IHU On-Line - As instituições religiosas têm a dimensão da riqueza que essa mídia proporciona? Ela consegue compreender o que significa hoje esse novo patamar?

Pedro Gilberto Gomes – Claro que elas têm. Todas as instituições perceberam e estão usando esse meio. Só que elas estão colocando nos portais, simplesmente, a transcrição do que elas já vinham fazendo. A Igreja faz celebração litúrgica presencial desde que foi criada. Com essa sofisticação tecnológica, ela reproduz a missa que era feita para um grupo pequeno nos portais, com o objetivo de atingir milhares de pessoas. As instituições perceberam a importância desses meios para divulgar a sua mensagem e promover as suas ações. Entretanto, o que elas não se perguntam – e que é o grande desafio –, é se, ao fazer essa transposição de suas ações milenares para um site de relacionamento, estão criando uma nova forma de espiritualidade independente do desejo delas, ou uma forma diferente de fazer e viver religião. Vou exemplificar: uma criança que, desde pequena, desenvolve a sua consciência religiosa de espiritualidade via Internet terá a mesma vivência religiosa de uma criança que participa da catequese, que vai à missa com os pais? Essas são formas iguais ou diferentes de fazer religião? De ter espiritualidade? E quando digo isso, novamente, não estou afirmando que uma é boa e outra é ruim. Estou apontando a existência de dois níveis de diferença. Que tipo de espiritualidade emerge de um portal? Isso vai além do conteúdo.

IHU On-Line – A partir do uso da tecnologia e da Internet, as pessoas podem, também, ter uma relação mais individualista com a sua espiritualidade?

Pedro Gilberto Gomes – Vou usar a palavra individualista, mas sem dar a conotação de juízo moral. Por exemplo: se um jovem passa parte do seu tempo navegando na Internet, se todas as suas relações amorosas acontecem no ambiente virtual, dizemos que ele está vivendo uma ilusão e precisa de acompanhamento. Mas, por outro lado, se o jovem não tem nenhuma vivência religiosa a não ser a virtual, achamos isso normal. Há muitos anos, foi feita uma pesquisa com jovens paulistas que jogavam vídeo-game. Percebeu-se que não era o conteúdo do vídeo-game que estava mudando a vida destes jovens, mas o simples fato de jogar mudava a lógica do raciocínio deles. Para esses jovens, o fato de alterar essa lógica linear (início, meio e fim) não representa nenhum problema, porque esse é o modo de raciocínio do jogo. Então, o que está em questão não é o modelo do jogo.
McLuhan já dizia, na década de 60: o que muda o comportamento das pessoas não é o conteúdo da televisão, mas o simples fato de ver televisão. Na vivência das espiritualidades, é essa realidade que as instituições religiosas não estão percebendo porque, para elas, o importante sempre foi a mensagem. E tudo aquilo que ajuda a levar a mensagem para um maior número de pessoas é bom. Então, o que muda é a mensagem. O instrumento é completamente neutro.
Se questionarmos mais profundamente para além do instrumento, vamos perceber que, independente do conteúdo, o fato de ele entrar no relacionamento já está criando um novo tipo de religião, de espiritualidade, porque mesmo a religiosidade não é unívoca. Na Igreja Católica, há setores que vão de A a Z, da extrema direita, de um espiritualismo total, até a extrema esquerda. Quem ainda faz isso está num ambiente do passado. O ambiente atual está exigindo outra coisa e nos faz considerar que, independente da mensagem de extrema esquerda ou da extrema direita, o simples fato da pessoa se relacionar via portal já está criando uma forma de espiritualidade ou uma forma de ver religião diferente. Isso é o que deve ser questionado. Esses são os desafios e perspectivas. Então, muito menos respostas e muito mais questões é que eu vou colocar na palestra.

IHU On-Line - Quais os riscos de uma possível ingenuidade da Igreja ao fazer uso da Internet sem se dar conta das suas potencialidades e consequências?

Pedro Gilberto Gomes – O risco é ter uma intenção, essa não ser concretizada e ainda gerar um efeito desconhecido ou indesejado. O desejo de incentivar a solidariedade, as pessoas a rezarem, pode, ao invés disso, fazer com que elas formem um Deus a sua imagem e semelhança, pode incentivar o individualismo, as pessoas podem fazer a sua própria religião. A Canção Nova, quando, em seu site, divide a missa, está iniciando uma consequência que não pode ser mensurada. A missa tem uma dinâmica, uma lógica e um movimento que forma um conjunto. A partir do momento em que, num portal, é feita uma partição dessa missa, a pergunta é: que tipo de missa é essa?
Vou dar outro exemplo: Partenia é uma diocese virtual (www.partenia.org). Um bispo francês perdeu a sua diocese em função de um problema com o Vaticano. Para continuar exercendo a função de bispo, o Vaticano o nomeou como bispo de Partenia, que foi uma diocese da Ásia Menor, a qual acabou há dois mil anos. Os amigos queriam saber o que era a tal Partenia, e ele explicou que se tratava de uma diocese “virtual”. A partir disso, os amigos dele tiveram a ideia de criar uma diocese na Internet. O site deles funciona em espanhol, alemão, francês, inglês e português e tem fiéis no mundo todo. No momento em que eles criam uma diocese virtual e que esse bispo começa a interagir com todas essas pessoas, que religião emerge desse processo? Que Igreja é essa? Que tipo de religiosidade nasce? Se não nos preocuparmos com isso, estaremos gerando efeitos desconhecidos, e, por via das vezes, contrários ao que desejamos. Não sou contra esses sites, acho que eles são importantes, mas precisamos refletir sobre essas questões.

Religião, (des)religião, (re)religião

McLuhan falava que a história da humanidade poderia ser dividida a partir da história dos meios de comunicação e, que, no início, pelo gregarismo, as pessoas humanas se uniram em tribos, onde havia a cultura oral e a transmissão da história da tribo era feita pelos anciões. Quando se inventou a escrita, que sinalizou um salto na história da humanidade, McLuhan diz que começou a destribalização porque as pessoas não dependiam mais dos anciões para contar histórias. O auge da destribalização foi a invenção dos tipos móveis por Gutemberg. Com a eletricidade e os meios eletrônicos, McLuhan disse que houve uma comunidade verbo-oral que criou uma retribalização. Só que esse processo, essa aldeia global, se dá num nível diferente do passado, ou seja, não significa retomar o que já existiu. Nós vivíamos num mundo fechado de espiritualidade, o mundo fragmentou, e as pessoas estão em todos os lugares. Agora, estamos retomando, via esses mecanismos de portal, a religiosidade. Então, fazendo um neologismo: religião, (des)religião, (re)religião. Entretanto, este modo simbólico de relacionamento, que está sendo retomado via esses meios para poder congregar as pessoas que estão dispersas, cria uma religião diferente da primeira. Não se trata simplesmente de uma repetição, uma retomada. Todas as experiências que tentaram retomar, fracassaram.

IHU On-Line – A retomada a partir dos meios digitais pode dar certo?

Pedro Gilberto Gomes – Não sei. Só sei que se trata de outra realidade, de outra ambiência, portanto é uma nova vivência religiosa, de espiritualidade.

IHU On-Line – O que podemos entender por midiatização e como relacionar este conceito com a espiritualidade?

Pedro Gilberto Gomes – Esse mundo da sociedade de midiatização está criando uma espécie de gloretribalização, esse mundo está proporcionando uma nova ambiência que está criando novos espaços de relacionamento em termos geral. Essa rede em que as pessoas estão interconectadas está criando novos espaços de relacionamentos, novos espaços de espiritualidade. Isso coloca um desafio para nós. Volto a dizer: as Igrejas não estão preparadas para isso. O que elas conseguem compreender é o fato de ter uma vivência que foi fragmentada por uma série de motivos, e agora ela usa esses meios para recongregar as pessoas. Só que eles querem fazer com que as pessoas retornem ao estado que acontecia anteriormente. E essa recongregação acontece em outro nível, outro estágio. Nós estamos em pleno processo de “salto” e não sabemos aonde vamos cair, mas é certo que vamos para um lugar distinto do qual queremos ir. Lançamos, mas ainda não chegamos ao outro estágio. Dessa nova ambiência, dessa nova espiritualidade e desse novo modo de fazer religião estamos - usando uma expressão poética - levantando a fímbria do manto. Ainda não sei tudo que tem do outro lado.

IHU On-Line – Podemos dizer que a lógica da midiatização ainda não é compatível com a lógica dessas instituições?

Pedro Gilberto Gomes – Poderia dizer isto: estamos vivendo uma nova lógica, que não é simplesmente a retomada da lógica tradicional. Gosto de dizer que começamos a viver uma nova ambiência, e quando as Igrejas entram para esses meios, elas pensam que os meios são apenas dispositivos tecnológicos e, portanto, elas estão pensando que devem retomar as pessoas e trazê-las para sua ambiência. Acontece que a ambiência que essa realidade está criando é outra e não a passada. Essa é a questão.

IHU On-Line - Como as teorias de Teilhard de Chardin (a noosfera, por exemplo), podem contribuir para a compreensão do fenômeno da espiritualidade via Internet?

Pedro Gilberto Gomes – O que Teilhard de Chardin diz é que estamos num processo de evolução. Todo o mundo está evoluindo. O homem é um dos estágios dessa evolução, mas ela continua. Essa evolução da complexidade, ele diz que o homem o faz também através do desenvolvimento da técnica. Então, a técnica não é algo externo. Nessa caminhada em direção ao Ponto Ômega, essa unidade total, Teilhard diz que toda a técnica se articula com o ser humano e ela é expressão dessa unidade. Esse supercérebro que ele cita é justamente uma conjugação de todos os cérebros da humanidade, formando esse cérebro único num desenvolvimento. A técnica está intrinsecamente ligada ao ser humano e faz parte da humanidade. Claro que essa realidade vai fazer com que a minha forma de me relacionar com o transcendente, portanto, toda uma vivência religiosa, atinja outras dimensões que não essa atual.

IHU On-Line – Como a midiatização pode ajudar as instituições a construir uma rede de inter-relações?

Pedro Gilberto Gomes – Essa pergunta está partindo da antiga ambiência, porque a midiatização é vista como um dispositivo tecnológico que alguém pode manejar. E a relação é contrária: como as instituições, navegando dentro desse novo ambiente, podem estabelecer novos tipos de relação, e não utilizando isso para algo. Eu posso utilizar a mídia, mas a midiatização é o ambiente que se cria, é como se fosse um caldo cultural onde as coisas interagem, e as instituições estão ali dentro, trabalhando nesse novo ambiente no desenvolvimento dessa vivência espiritual e religiosa, que não deixa de ser uma construção simbólica, que se dá num novo patamar baseado numa lógica de inter-relação. Até porque as pessoas já estão ligadas. A pergunta é: como as Igrejas, dentro desse ambiente, desse mundo interconectado, podem trabalhar no estabelecimento de vivência, de espiritualidade, de religião. Então, a questão é: como as religiões podem se inserir no desenvolvimento de espiritualidade, que não é simplesmente a transposição de seus antigos processos mentais para a Internet? As instituições religiosas precisam mudar a ambiência ou pelo menos se questionar sobre isso.

Leia mais...
>> Sobre o tema, confira o Cadernos IHU em Formação número 35, intitulado Midiatização. Uma análise do processo de comunicação em rede.

Confira outra entrevista com Pedro Gilberto Gomes no nosso sítio (www.ihu.unisinos.br).
O impacto da midiatização na sociedade latino-americana. Entrevista publicada em 31-8-2008.


Extraído de IHU on-line. São Leopoldo. Ano 10, n. 323, 29 mar. 2010. P. 35-38. Disponível em http://www.ihuonline.unisinos.br//index.php?option=com_eventos&Itemid=26&task=evento&id=289&id_edicao=351
em 8 abr. 2010.

Ilustração: Illustration about new internet generation web2.0 / Peter Welleman. 2009. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:InternetGeneration.jpg acesso em 8 abr. 2010.

Animais Domésticos

Os bichos de estimação, que também são conhecidos como animais domesticos, ganharam popularidade entre as pessoas, sendo que hoje é muito difícil encontrar alguma casa que não tenha um lindo cachorro ou outros animais de Estimação. Mas atenção, para se ter um bicho de estimação é preciso muita responsabilidade do dono, na medida em que muitas são as tarefas para cuidar de seu animalzinho, que é alimentar, limpar, tratar com um veterinário quando preciso, dar banho e manter o seu ambiente sempre limpo e organizado, pois os animais são seres vivos que necessitam da mínima condição de sobrevivência que os seres humanos necessitam. Além destes detalhes, um animal de estimação precisa receber carinho, atenção e de espaço para as suas atividades e necessidades, além de cuidar de sua beleza também.




 
Outro fator importante fica por conta das atividades físicas de alguns Animais, na medida em que existem determinadas Raças Cachorros que necessitam de bastante exercício no seu dia a dia, pois possuem uma certa facilidade para atingirem a obesidade, o que prejudicaria muito a Saúde de seu cão, se ele não seguir um cardápio saudável. Saiba que todos estes cuidados com os animais domésticos são de extrema importância, pois assim como nós seres humanos, eles são passiveis de emoções e sentimentos. Tanto é verdade, que um dos mais comuns animais de estimação, o cachorro, é denominado como o melhor amigo do homem, pois, além de ter sentimentos e necessitar de carinho e atenção, o cão sabe quando o seu dono necessita de uma companhia, e assim como as pessoas amigas, eles estão prontos para nos dar carinho e atenção.




Mas, infelizmente, a má notícia fica por conta das pessoas que não possuem o mínimo de cuidado com esses animais domesticos, sendo que os maltratam e até mesmo os descartam como Lixo nas ruas por não gostar mais do bicho. Isto ocorre geralmente quando o animal adoece ou atinge uma idade mais avançada, ficando co sua saúde debilitada. Portanto, quando se cogita a hipótese de adquirir um animal, devemos levar em consideração todas as informações sobre ele, como por exemplo, se ele for um Cachorro Grande, então necessitará de grandes espaços, se possuir muito pêlos, então deverá ser escovado com maior freqüência, e por aí segue a lista de Cuidado de Beleza e de saúde para com os animais de estimação.




Deve-se também levar em conta o espaço do ambiente que será disponibilizado para um bicho de estimação, pois, dependendo de seu tamanho, determinados lugares não serão indicados para a sua habitação, como por exemplo, em se tratando de Apartamento, então será indicado apenas Cachorro Pequeno Porte. Agora sim, se você está ligado nas dicas de cuidados para se ter um lindo bichinho de estimação, adote um Cachorro e faça do seu lar feliz com a presença encantadora desses animais domesticos.
                 São Francisco de Assis, rogai por todos os animais e para que eles recebam carinho e amor assim como eles são capazes de dar. Amém.
      

09 maio 2010

Amor de Mãe

O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra:
doação.
Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.
Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim: Maria.
Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.
Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.
No rosto de uma mulher que assume

a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
O AMOR!!!!

08 maio 2010

ONDE A VIDA EM TI... JAMAIS TERÁ FIM...

 

ONDE A VIDA EM TI... JAMAIS TERÁ FIM...

Senhor,

vivo em meio a tantos ataques...

Sei que não és culpado...

porque conheço o teu querer que é santo...

e por ele sou santificado...

Por isso, sei quem me ataca constantemente...

É o terrível demente que luta contra Ti...

Mas, já me acostumei a me defender...

Ó meu Senhor...

Por teu querer que é infinito...

Grito do fundo de minha alma...

Não quero o pecado,

não aceito o mal, não aceito...

E é esse o meu jeito de ti dizer sim...

De ti amar e glorificar...

Por que, como posso Senhor,

deixar o infinito do teu amor...

pelo querer das criaturas?

Como deixar o aconchego de tua ternura...

para me entregar ao limite que bem conheço...

e por isso mesmo sei que nunca satisfaz?

Não, não posso deixar a tua paz bendita...

pela maldita carência dos apetites infernais...

Senhor, em Ti...

Somos homens novos...

à caminho dos novos céus e da nova terra...

que encerra infinitamente...

toda grandeza da obra de tuas mãos...

Ora, tudo isso para nós é revelação...

e não tem como duvidar...

Visto que, neste caso,

a dúvida ou é medo ou é teimosia...

Agonia de um coração que não sabe...

ou não quer te amar...

Aqui, não estou me referindo à dúvida sadia...

Ou seja, aquela com gosto de sabedoria...

que perscruta a verdade...

nascida da intimidade...

de quem quer saber...

para amar mais...

Por isso, Te peço meu Senhor...

Livra-nos dos ataques do inimigo...

Afasta de nós todo perigo que leva à perdição...

Dá-nos o teu perdão constantemente...

para que a semente da santidade,

plantada em nossos corações arrependidos...

Dê frutos que nos levem ao teu eterno convívio...

Onde a vida em Ti...

jamais terá fim...

 

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.

Oração São Maximiliano Maria Kolbe





“Ó Deus, inflamastes São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártir, com amor à Virgem e lhe destes grande zelo pastoral e dedicação ao próximo, concedei-nos, por sua intercessão, que trabalhemos intensamente pela vossa glória no serviço ao próximo, para que nos tornemos semelhantes ao vosso Filho até a morte.”

Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós.

06 maio 2010

Os Animais e a Natureza

A tartaruga na água mora
Só sai para desovar
Depois dos ovos enterrar
Ela volta sem demora
Os filhotes na mesma hora
Que nascem saem correndo
Eles já nascem sabendo
Que a água é sua morada
O que livrar-se da emboscda
O mar vai lhe recebendo

A natureza ensina
Aos irracionais
Dá saber aos animais
A todos ela domina
Cada animal se combina
Com o parceiro é certeza
Cada um traz a beleza
De saber se conduzir
No viver e no existir
Quem comanda é natureza

05 maio 2010

Luquésio e Buonadonna

 

Geralmente o casal de Bem-aventurados, Luquésio e Buonadonna, são considerados os “primeiros terciários”. Mas um autor atual diz que “essa tradição” não é certa. Para alguns, eles foram os primeiros a alcançar a glória do altar, pois em Poggibonsi, o culto dos Bem-aventurados Luquésio e Buonadonna começou logo depois da morte deles.


Luquésio nasceu em Gaggiano. Como jovem sonhou com as armas e a glória militar. A princípio pertenceu ao partido dos Gibelinos (do imperador); mas, por interesse comercial passou ao partido dos Guelfos (do Papa). Casou-se com Buonadonna, natural de Poggibonzi, onde foram morar.


Ambos eram apegados aos bens materiais, principalmente ao dinheiro. Trabalharam no comércio; emprestaram dinheiro aos ricos e nobres e tornaram-se muito ricos. Buonadonna, sentia-se feliz vendo o marido prosperar, mas esta felicidade ilusória, no luxo e no conforto, resultou no afastamento de Deus. Nem sempre seus negócios eram honestos.


Aconteceu uma crise de víveres e Luquésio prevendo-a, comprou todo o estoque de trigo, e como único possuidor do produto, elevou os preços e teve lucros extraordinários.


Mas estranho: no momento de gozar o que tanto almejara, sentia-se insatisfeito. Por que? Se perguntava. Naquela época, S. Francisco andava pregando na região e todos comentavam que, sendo ele filho de um rico comerciante, tudo abandonou: fazia penitência e falava sobre o Reino de Deus. Sua atitude impressionou a Luquésio que desejou falar-lhe; e a oportunidade logo surgiu com a ida de S. Francisco a Arezzo, uma hora de Poggibonzi. Vai ouvi-lo na praça pública e parece que suas palavras lhe são dirigidas: “Não façais caso do dinheiro, pois ele nos afasta de Deus, tornando-nos infelizes... daí aos pobres ao invés de amontoar riqueza; amai a pobreza por amor a Cristo, e Ele vos restituirá a alegria...” Ao final da prática, Luquésio procura S. Francisco e expõe-lhe sua vida.


S. Francisco diz que ele recebeu uma grande graça e a ela devia corresponder. – O Senhor abriu-lhe os olhos – Luquésio voltou em paz para sua casa e resolveu mudar de vida! – verificou seus livros, providenciou a venda de suas casas e fazendas, e quando recebia o dinheiro ia levá-lo a quem tinha sido injusto ou avarento; e repartia com os pobres sua riqueza.
Mas isto não agradou a sua esposa, que nada compreendia e não se conformava. Luquésio, como bom marido, teve muita paciência com ela, rezou muito por ela e afinal o momento da graça de sua conversão chegou.

Certo dia, em que a afluência dos pobres foi muito grande, Buonna abriu a arca de pão para a mesa e verificou que estava vazia. Luquésio lhe pede alguns pães para aquela gente. Ela se irrita, mas Luquésio não perde a calma dizendo que não pode despedir aqueles pobres de mãos vazias e lhe diz: “Pensa naquele que com 5 pãezinhos e 2 peixes saciou a fome de milhares de pessoas. Vai pensando Nele e traze-me os pães”. Buonna, quase inconscientemente abre novamente a arca e com grande susto vê uma quantidade de pães frescos... E a luz de Deus a ilumina. Toma os pães e os leva aos pobres. Pede perdão ao marido por sua atitude anterior e diz que também quer servir a Deus. A seguir, ambos procuraram S. Francisco e manifestaram seu desejo de seguir o gênero de vida dos irmãos, mas como casados não sabiam como fazer.


A Providência Divina os encaminhou no momento certo, por S. Francisco, pouco antes, se havia encontrado com o Cardeal Hugolino, para acertar as bases da fundação de uma Ordem Terceira, na qual os casados poderiam servir a Deus, com perfeição. Unidos em Fraternidade, sob a obediência de um Diretor e uma Regra de Vida, seria mais fácil a santidade.

Luquésio e Buonadonna, daí em diante foram andando juntos, no verdadeiro amor cristão, na pobreza franciscana e na mais impressionante harmonia conjugal. Distribuíram todos os seus bens aos pobres e descobriram a mais profunda alegria evangélica, na vivência do seu carisma franciscano.


Um conhecido francisconólogo leigo, da O.F.S. conta o fim de Luquésio e Buonadonna: “Deus fez com que esses esposos, que foram unidos em vida, permanecessem unidos na morte. Em abril de 1250, Luquésio teve de ficar de cama, quando de repente Buonadonna ficou também doente. Isso afetou tanto o marido, que a sua doença agravou-se. Assim mesmo conseguiu levantar-se para ajudar a sua mulher a receber o sacramento dos enfermos. Pegou na mão dela e lhe disse: - “Querida, já que tanto nos amamos em vida, por que não vamos juntos para a pátria eterna? Por isso espera-me, por favor!” E ele voltou para sua cama, chamou o Pe. Hildebrando, seu amigo, que estava deixando a casa, e pediu lhe administrasse também o sacramento dos enfermos. Vendo, então, que Buonadonna estava morrendo, Luquésio fez o sinal da cruz, invocou, pela última vez a Virgem Maria e S. Francisco e, os dois juntos, entregaram sua alma a Deus”.


Pela força do seu exemplo, o casal converteu a maior parte da população da cidade. O Papa Inocêncio XII, em 1694, beatificou os dois. A Liturgia Franciscana os recorda no dia 28 de abril.

Trecho do artigo: Ordem Franciscan Secular [sic]. Disponível em http://www.matrizsaofrancisco.com.br/temasview.php?id=9&PHPSESSID=853d0459b115039a054e21df0135a710 acesso em 27 abr. 2010.

Ilustração: San Lucchese / Memmo di Filippuccio. Séc. XIV. Poggibonsi, Itália : Convento di San Lucchese. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:S_lucchese.jpg acesso em 27 abr. 2010.

04 maio 2010

CAMPANHA PELA SANTIFICAÇÃO DO CLERO BRASILEIRO

O Papa Bento XVI, promulgou no dia 19 de junho de 2009 a 19 de junho do ano de 2010,
que a Igreja deverá comemorar o Ano Sacerdotal.


Lançamos aqui Interceções Espirituais pela Santificação do Clero.


Reze conosco.Nossas intenções serão estas:


- Que os sacerdotes celebrem em suas paróquias a Missa na forma
litúrgica exata e fiel. Sem abusos litúrgicos.

- Que os nossos sacerdotes não sejam coniventes e nem omissos e combatam, com sua pregação,
sua oração e com o seu apostolado o progressismo, o modernismo e o relativismo.
.

- Que os sacerdotes formem adequadamente as famílias, orientando-os
quanto a tudo o que a Igreja ensina a respeito de contracepção, moral
sexual, famílias numerosas.

- Que os sacerdotes se convertam em apóstolos do confessionário, equiparando
o tamanho das filas da comunhão às do confessionário.


- Que os sacerdotes favoreçam as práticas devocionais em consonância com a tradição
da igreja e pela exposição do Santíssimo Sacramento semanalmente sempre que possível.

Que os sacerdotes tenham uma boa vida de oração, rezem, façam
meditação, tenham terço diário, celebrem piedosa e diariamente a
Missa,


- Que os sacerdotes preguem a doutrina católica

- Que os sacerdotes sejam fiéis obedientes ao Magistério e
valorosos defensores do Papa.


Oremos
Que Santa Maria Mãe de Deus
e da Igreja Rogue pelos Sacerdotes da Igreja de Cristo,

levando-os a plenitude santificadora, assim estes
estejam sempre conduzindo o povo de Deus,
os seus filhos a verdade que liberta,
Amém





02 maio 2010

Festa do Divino em Porto Feliz 2010

Acontece em Porto Feliz do dia 15 ao dia 23 de maio, as tradicional Festa do Divino! Os Festeiros de 2010 Robson e Sandra, Vinícius e Nislei, Paulo e Cíntia, Emerson e Adriana Augusto e Maria Aparecida, Jorge e Izabel, convidam todos a participarem das programações religiosas e festivas.

Programação Festiva:

15 de Maio - sábado - no Cemex:

7h       Concentração dos Caminhões de lenha

8h       Benção dos Caminhões e desfile pelas ruas da cidade

9h30m Início do leilão de Lenhas, Garrotes, etc...

12h     Almoço Festivo

Programação Religiosa na Igreja Mãe dos Homens:

16 de maio - domingo  19h Missa

Tema: Dom da Sabedoria

17 de maio - segunda-feira 19h30m Missa

Tema: Dom do Entendimento

18 de maio - terça-feira 19h30m Missa

Tema: Dom do Conselho

19 de maio - quarta-feira 19h30m Missa

Tema: Dom da Fortaleza

20 de maio - quinta-feira 19h30m Missa

Tema: Dom da Ciência

21de maio - sexta-feira 19h30m Missa

Tema: Dom da Piedade

22 de maio - sábado 19h Missa

Tema: Dom do Temor de Deus

23 de maio - domingo dia de Pentecostes Missa

6h Alvorada Musical percorrendo os bairros da cidade

(Corporação Musical de Porto Feliz)

7h Missa

9h Missa com a benção das Roscas

14h Tarde de Louvor

16h30m Saída do Cortejo da Escola São José

17h Procissão e Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens

Tema: Espírito Santo, vem nos iluminar!

Oração da manhã



Senhor, no início deste dia, venho pedir-te saúde, força, paz e sabedoria. Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente; ver, além das aparências, teus filhos como Tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem em cada um.


Cerra meus ouvidos a toda calúnia. Guarda minha língua de toda maldade. Que só de bênçãos se encha meu espírito.

Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos se achegarem a mim, sintam a tua presença.

Senhor, reveste-me de tua beleza, e que, no decurso deste dia, eu te revele a todos. Amém

01 maio 2010

Conheça o nosso projeto: As mãos da Via Sacra!

logo as mãos1
Apresentamos a toda Igreja de Porto Feliz, e a todos que quiserem se unir ao nosso próposito de trabalho!
Projeto: As mãos da Via Sacra, que tem como objetivo ajudar os familiares e os enfermos vitimas de Câncer.
Notamos que cada vez mais, em nossa cidade vemos muitos de nossos irmãos serem acometidos de tal enfermidade, e o quanto é grande o sofrimento!
Sentimo-nos chamados a fazer a diferença! Naquilo que a Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe puder fazer para colaborar, acontecerá!
1 gestos simples e concretos: visitação (quando possível), orações, acompanhamento também!
2 arrecadação de doação: seja para confeccionar artesanato, seja dinheiro, seja medicamentos ou mantimentos.
3 aquisição do Ensure, complemento nutricional adequado, e de alto custo.
4 confecção e venda de produtos de artesantos, através de voluntários
Se você ao ler, sentiu o desejo de participar, procure mais informações com Mara Faustino 3262 1459, assim como também pode contatar qualquer um dos participantes da Fraternidade:
Fraternidade “São Maximiliano Kolbe” da OFS:
Ana Cândida, Camila Leite, Cida de Nei, Cida Barnabé, Elvira Manfrin, Eduardo, Felipe, Hermínia, Joseli Angelieri, LázaroMelaré, Mara, Maria Helena, Lena de Xyko, Nei Potel, Neusa da Casa da Cultura, Oliana, Silvana Aguiar, Sandro, Sidnéia, Vani, Vilma Bazzo.


30 abril 2010

Oração da noite a Maria com São Maximiliano Kolbe


Ó Imaculada, Rainha do Céu e da Terra, refúgio dos pecadores e nossa Mãe amantíssima, a quem Deus quis confiar toda a ordem da misericórdia!, eu indigno pecador, me prostro a vossos pés, suplicando-Vos com insistência: dignai-vos aceitar-me por completo como coisa e propriedade vossa; fazei o que quiserdes de mim, de todas as faculdades da minha alma e do meu corpo, de toda a minha vida e da minha morte, da minha eternidade.


Disponde de mim totalmente, como Vos agradar, para que se cumpra o que foi dito de Vós:!"Ela esmagará a cabeça da serpente"(Génesis 3,15) e também: "Só Vós destruistes todas as heresias no mundo inteiro".

Que em vossas mãos imaculadas e misericordiosíssimas eu seja um instrumento que Vos sirva para introduzir e aumentar o mais possível da Vossa glória em tantas almas desgarradas e tíbias.

Assim, se alargará cada vez mais o reino bendito do Santíssimo Coração de Jesus, pois onde entrais conseguis a graça da conversão e da santificação, já que é do Sacratíssimo Coração de Jesus que todas as graças nos chegam por Vossas mãos. Dai-me a graça de Vos louvar,Virgem Santíssima, e dai-me força contra os Vossos inimigos.
 
Amém.


DA PUREZA DA MENTE E DA RETA INTENÇÃO

 

DA PUREZA DA MENTE E DA RETA INTENÇÃO


Com duas asas se levanta o homem acima das coisas terrenas: simplicidade e pureza. A simplicidade deve consistir na intenção, a pureza, no afeto. A simplicidade procura a Deus, a pureza o alcança e frui. Em nenhuma boa obra acharás estorvo, se estiveres interiormente livre de afeições desordenadas.

Se nada mais desejares que o beneplácito de Deus e o proveito do próximo, gozarás de absoluta liberdade interior. Se teu coração for reto, toda criatura te será um espelho de vida e um livro de santa doutrina. Não há criatura tão pequena e vil, que não dê testemunho da bondade de Deus. Se fosses interiormente bom e puro, logo verias tudo sem dificuldade e compreenderias bem.


O coração puro penetra o céu e o inferno. Cada um julga segundo seu interior. Se há alegria neste mundo, é o coração puro que a goza; se há, em alguma parte, tribulação e angústia, é a má consciência que as experimenta. Como o ferro metido no fogo perde a ferrugem e se faz todo incandescente, assim o homem que se entrega inteiramente a Deus fica livre da tibieza e transforma-se em novo homem.


Quando o homem começa a esfriar no fervor, logo teme o menor trabalho e, aceita, de bom grado, as consolações exteriores. Quando, porém, começa, perfeitamente, a vencer-se a si mesmo e a caminhar varonilmente pelas vias do Senhor, tem por leves as coisas que dantes lhe pareciam pesadas.

“Para os puros todas as coisas são puras. Para os corruptos e descrentes nada é puro: até a sua mente e consciência são corrompidas. Proclamam que conhecem a Deus, mas na prática o renegam, detestáveis que são, rebeldes e incapazes de qualquer boa obra”. (Tit. 1,15-16).


Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.

 

Fonte: http://www.culturabrasil.pro.br/imitacao.htm (19/04/2010.

29 abril 2010

Divulgação via e-mail

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Nosso Blog está em nova fase:

repaginado, leve, fácil e em divulgação.

Estive divulgando para os meus contatos, reproduzo aqui, uma resposta rápida e gentil, direto de Maríapolis, cidade dos Focolares em Vargem Grande Paulista.

veja:

 

Caro Felipe,

É sempre umaalegria receber suas notícias. Que bom que houve tantos acessos no blog da comunidade da Fraternidade S.Max.Kolbe. já pensou na possibilidade do grupo passar um dia de retiro aqui na Mariápolis? Ficaríamos felizes em poder servi-los.

Diviol

----- Original Message -----

From: felipe miranda

Sent: Sunday, April 25, 2010 2:11 PM

Subject: Fraternidade São Maximiliano Kolbe - Porto Feliz

Blog que retrata a Fraternidade em formação em Porto Feliz!
Clique aqui e conheça!
totalmente repaginado;
Católico e Franciscano;
visual leve, simples;
em 15 dias quase MIL acessos?
Venha conhecer, fazer parte! Seja nosso seguidor
e nos ajude a divulgá-lo em seus contatos.


Paz e Bem
Felipe Miranda

27 abril 2010

"ORAÇÃO DE JOÃO PAULO II A SÃO FRANCISCO DE ASSIS"

Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne, o mundo tem saudades de ti qual imagem de Jesus crucificado. Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem, dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos transpassadas e implorantes. Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo poder do Evangelho.

Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem o mal do pecado e a procurarem a sua purificação na penitência. Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado, que oprimem a sociedade de hoje. Reaviva na consciência dos governantes a urgência da Paz nas Nações e entre os Povos. Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de cotrastar as insídias das múltiplas culturas da morte.

Aos ofendidos por toda espécie de maldade, comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar. A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém.

Fraternidade e a Festa da Padroeira

Foi promovido no salão nobre do Tênis Clube de Porto Feliz, a apresentação oficial das principais mudanças da festa de Agosto, a Festa da Padroeira de Porto Feliz, Nossa Senhora Mãe dos Homens.

Sergio Carriel com sua agência de eventos, irá buscar montar a festa com a cara e com o trabalho da comunidade, fazendo que os rendimentos girem a economia de Porto Feliz, e o lucro revertido para as obras sociais da Igreja.

Ele confessou católico e em breve casará. Haverá na festa barraca para as Pastorais e Movimentos usarem. Praça de alimentação, estacionamento, parque de diversão qualificado com documentação em dia, e uma das apresentações musicais,  será do artista católico Eugênio Jorge. Ele também estará participando da tarde Mariana, momento de louvor e oração, na Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens.

Apresentação da Festa de Agosto 2010 026 

Esq.: Silvana ministra da Fraternidade São Maximiliano kolbe, ao centro Sidnéia e Lazinho seus esposo, também da Fraternidade.

 

Apresentação da Festa de Agosto 2010 025 A direita, Mara Faustino, ofs

 

Foto: Felipe Miranda, também da Fraternidade.

 

Paz e Bem



Verdes....




eu amo a natureza, as matas, rios e lagos,animais e vegetais




eu amo o verde.....Eu amo o




verde de seus lindos olhos verdes, duas matas inexploradas




portais para a alma...Quantos




segredos há por detrás desses olhos verdes?verde-mar quando alegres..




verde-escuros quando




lúgubres...hei eu de essas matas explorar,encontrar a trilha do seu coração para poder lá




lado da minha paixão....Tu és o oxigênio que respiro fonte d àgua da qual




bebo,minha floresta




encantada meu sol que para sempre cintila....te amo.........




São Francisco de Assis rogai pela natureza e pelos animais, protegei-os de todo mal que o homem possa fazer à eles.




Paz e Bem!!


26 abril 2010

Reunião dia 26 de abril!

ofs 31082009 030

Acontece nesta noite, as 19h30m a reunião de formação da Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe no centro Catequético, ao lado da Igreja Matriz Mãe dos Homens, no centro de Porto Feliz.

Venha participar, e conhecer a espiritualidade franciscana!

25 abril 2010

A Maria de Francisco

 

Francisco é sempre surpreendente. Nos surpreende em seus atos, como, por exemplo quando nu diante do povo, do pai e do bispo se expropria de todos os seus bens exclamando: Entendam todos! A partir de hoje não direi mais: “Meu pai Pedro Bernardone, mas meu Pai do Céu”. Mas, nos surpreende, também com seus Escritos com seu pensamento e sua Espiritualidade, como, por exemplo, sua relação com Nossa Senhora.

Francisco vê Maria não apenas como a Mãe e protetora de sua Ordem, mas, também, como Aquela que, juntamente com seu Filho, quer imitar e seguir. Por isso, escreve: “Eu, Frei Francisco, pequenino, quero seguir a vida e a Pobreza de Nosso senhor Jesus Cristo e de sua santíssima Mãe...

Mas, o que mais surpreende é a Saudação da Bem-aventurada Virgem Maria que ele faz e escreve:

Ave, ó Senhora, santa Rainha,

Santa Mãe de Deus, Maria,

que és virgem feita Igreja.


Eleita pelo santíssimo Pai do Céu,

a quem consagrou com seu santíssimo dileto Filho

e com o Espírito Santo Paráclito.


Em ti residiu e reside toda a plenitude da graça e todo o bem.


Ave, ó palácio do Senhor;

Ave, ó tabernáculo do Senhor;

Ave, ó casa do Senhor.


Ave, ó vestimenta do Senhor;

Ave, ó serva do Senhor.


Ave, ó mãe do Senhor

e ave, vós todas santas virtudes infusas,

pela graça e iluminação do Espírito Santo

nos corações dos fiéis, fazendo-os, de infiéis,

fiéis de Deus.

Chama-nos a atenção que Francisco escreve: Saudação da Bem-aventurada Virgem Maria e não à, como nós costumamos. Isso mostra que Francisco, não se vê distante e nem separado da Mãe de seu amado Senhor. Como criança no colo da mãe, vê-se um nela e com ela, esperançoso e desejoso de também ele ouvir de seus lábios o que o Menino Jesus ouvira de Maria: Meu querido filho!, e assim poder ele também experimentar e provar, um pouco, o que é ser, como Jesus, seu filho, alma de sua alma, espírito de seu espírito.

Ao contemplar a divina Mãe e a Mãe do Divino, ao admirar um encontro tão profundo, em que o Céu e a Terra se dão as mãos, em que o humano e o divino unem seus corações, palmilhando os passos da mesma aventura humana, Francisco só pode exclamar: Ave!... Ave!... Ave! ou seja: Quanta graça! Quanta vida! Quanta gratuidade! Quanta bênção! Quanta Boa vontade! Quanto Bem-querer ou Amor, podemos nós também dispor de tão admirável Senhora e de tão fecunda Virgem e Mãe.

Com um “Salve Maria!”, desejamos aos irmãos paroquianos um abençoado mês de Maria. Fraternalmente,

Frei Gabriel Brancher, Pároco e Frei Dorvalino Fassini.

Extraído de http://ofsporciuncula.blogspot.com/2010/04/maria-de-francisco.html acesso em 19 abr. 2010.

Ilustração: Visão de São Francisco de Assis [óleo sobre tela] / Vicente Carducho. 1631. Budapeste : Magyar Szépmüvészeti Múzeum. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vicente_Carducho_001.jpg acesso em 19 abr. 2010.