05 outubro 2010

Dia de São Francisco de Assis

Aconteceu nesta segunda-feira, a Missa Solene de São Francisco de Assis, na comunidade que recebe seu nome, pertencente a Paróquia São João Batista.

Ao mesmo tempo, do outro lado da cidade, na Novena de Nossa Senhora Aparecida, Pe Reinaldo Bragantim, comentou brevemente o dia de São Francisco, falou belamente das virtudes do Santo. Disse que se união aos Franciscanos de Porto Feliz (Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe), que na hora da homilia ele não conseguiu lembrar o nome, porém não permitiu que passasse em branco uma data tão importante para a Igreja Católica.

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, é a terceira paróquia de Porto Feliz/sp, as primeiras atividades começaram em 1985 com empenho do Pe Francisco de Assis Moraes, o Pe Chico, que recebeu este nome por causa de São Francisco. Este ano além do tríduo, também está realizando a Novena de Nossa Senhora Aparecida.

A primeira paróquia de Porto Feliz, Nossa Senhora Mãe dos Homens, é uma devoção a Nossa Senhora que a reconhece como Mãe dos Homens, surgindo esta devoção em Portugual, pelo empenho do Frei Franciscano João de Nossa Senhora,

Que São Francisco rogue por todos nós Católicos, pelo Franciscanos que não deixam a chama de Amor do Pai Seráfico se apagar sobre a Terra.

03 outubro 2010

Conversões no Ministério de Francisco de Assis

Conversões no Ministério de Francisco de Assis

Francisco de Assis era um evangelista leigo. Através de sua vida milhares de pessoas se converteram a Cristo e passaram a viver a radicalidade do Evangelho. Desejo compartilhar vários testemunhos de conversões baseados nas primeiras biografias do século XIII

Neste texto veremos a Conversão de Frei Pacífico e a libertação espiritual de um frade. Estes textos foram baseados na legenda maior (LM IV,9; LM XI,11).

Conversão de Frei Pacífico

Um famoso compositor de canções profanas, que por isso tinha sido coroado pelo imperador e então era chamado rei dos versos, resolveu ir a Francisco.

Encontrou Francisco pregando em certo mosteiro. Deus lhe deu uma visão sobre a pessoa de Francisco. Ele viu Francisco, marcado em forma de cruz por duas espadas atravessadas e muito brilhantes, uma das quais ia da cabeça até os pés e outra se estendia de uma mão a outra, atravessando o peito.
          Assim ele reconheceu Francisco. Nunca tinha lhe visto antes.

          Foi convencido pelas palavras de Francisco e se converteu.

         Francisco viu a conversão sincera em sua vida e lhe chamou de Frei Pacífico, pois sentiu paz em sua vida. Frei pacífico foi o primeiro ministro franciscano na França. Foi um grande homem para a obra de Deus no século XIII.

Conversão de um Frei insubmisso por causa do demônio

Francisco teve várias experiências com relação a expulsão de demônios. Ele ministrava libertação. Seu ministério também era de oração e libertação, pela graça de Deus e o poder do nome de Jesus.

Certa vez Francisco ministrou uma disciplina sobre seus irmãos. Quando um deles, cobrindo-se com certo manto de defesa, não se submeteu à disciplina, Francisco, vendo isso em espírito, chamou um dos frades e lhe disse:

“Irmão, vi o diabo nas costas daquele frade desobediente, apertando o seu pescoço. Submetido a esse cavaleiro, desprezou o freio da obediência e se entregou às rédeas do seu instinto. Quando eu roguei a Deus pelo frade, o demônio foi embora confuso na mesma hora. Vai, portanto, e diz ao frade que submeta sem demora o seu pescoço ao jugo da santa obediência!”. Avisado pelo intermediário, o frade voltou-se imediatamente para Deus e se lançou humildemente aos pés do vigário.

Reflexões:

Frei Pacífico viu Deus na vida e Francisco. A conversão dele veio das palavras e da ação de Deus na vida de Francisco. As pessoas tem visto Deus em nossa vida?

Na visão, Francisco estava traspassado pela cruz de Cristo. A cruz de Cristo já dominou toda a minha vida? Já tomei a cruz que Cristo e estou seguindo o mestre Jesus?

O Frade desobediente tinha sobre sua vida uma carga de demônios. Temos sido insubmissos para com Deus e para com as pessoas que Deus coloca como líder em nossa vida?

A desobediência a Deus é fruto espiritual da ação de demônios. Como vencer o espírito da desobediência?


  1. Rev. Edson Cortasio Sardinha

       Pastor metodista
       edsoncortasio@hotmail.com
Canta Francisco, o sonho sobrevive!

Canta Francisco

com a voz dos pobres,

Canta um novo sonho,

sonho de esperança!

Francisco, o sonho de esperança, cantado no jeito da mulher pobre, camponesa incógnita da obscura Nazaré, continua ressoando no mundo.

Sobrevive, Francisco, porque continuamos sonhando!

Sobrevive, porque os pobres, duramente atingidos pelo desastre das enchentes em Alagoas e Pernambuco, têm coragem de se fazer ouvir pelas autoridades que tentaram se esconder; sobrevive porque estes mesmos pobres colocam flores na porta das barracas em se abrigam em precariamente. Sobrevive porque, inspiradas no “teu abraço ao leproso”, tuas filhas têm ousam conviver com eles, animando, confortando, somando!

O sonho da valorização da mulher, sobrevive, porque vem se fazendo realidade concreta, nos movimentos, se mostrou com vigor, em significativa candidatura à presidência do país!

O sonho da multiplicação do pão sobrevive, fazendo-se experiência de partilha, de comunhão, na prática de uma economia e consumo solidários.

A terra mal repartida clama por tua justiça...”, assim canta o povo seu sonho. E faz a chama virar fogaréu na luta pelo fim do latifúndio, que impede a terra mãe de produzir os frutos e nos dar o pão. Esta chama se transformou em intensa campanha pelo limite da propriedade da terra, que percorre o país de norte a sul – na roça e na cidade; na igreja e universidade; no movimento e associação, no real e no virtual!

É nosso sonho e compromisso que a terra esteja nas mãos de quem a ajuda a cumprir sua missão de alimentar seus filhos e filhas, de todas as espécies!

Celebrando teu dia, Francisco, te pedimos a coragem de romper com o sistema que cria poucos privilegiados em detrimento de multidões de esquecidos, e ensaiar um novo mundo onde o pobre seja o critério de ação, de decisão! Um novo mundo onde a solidariedade, a justiça orientem as relações políticas e econômicas! Um mundo onde a vida seja respeitada, onde a irmandade e a paz sejam a bandeira com a qual dançamos na ciranda das relações!

Canta novo sonho! Que tu sonhaste! Que nós sonhamos!

Nosso abraço especial à Província São Francisco de Assis na celebração de seu padroeiro! Nossa gratidão por sua presença missionária atenta aos gritos dos pobres!

Abraçamos a cada irmã, cada formanda, simpatizante e amigo/a, desejando que a festa do seráfico pai nos fortaleça no projeto evangélico que ele nos inspira!

Na força do sonho e na alegria da celebração!



 
Fonte: Maria fachini

20ª Festa de São Francisco de Assis

Com o tema "Francisco de Assis, O Príncipe da Juventude", a comunidade São Francisco de Assis, da praça 13 de maio-casas populares, realiza nos dias 04, 08, 09 e 10 de outubro, sua XX festa em louvor a seu padroeiro.


Confira a programação:


Parte Religiosa:
04/10 - segunda-feira
Dia de São Francisco de Assis
19h15: Benção de animas na frente da Igreja
19h30: Santa Missa de Abertura da festa
Presidente da Celebração: Frei Eugenio Milani CFP
Equipe de canto: Caminhando com Jesus


08/10 - sexta-feira
19h30: Celebração da Palavra
Presidente da Celebração: Diácono Roney
Equipe de canto: São Francisco de Assis


09/10 - sábado
19h30: Santa Missa
Presidente da Celebração: Pe.FRancisco de Assis Moraes
Equipe de canto: Coral Renascer


10/10 - domingo
09h30: Missa solene e Procissão
Presidente da Celebração: Frei Eugenio Milani, CFP
Equipe de canto:

Fraternidade São Maxiliano Maria Kolbe

 


Parte Festiva:
08/10 - sexta-feira
Após a Santa Missa, quermesse e show com Cristian e Matheus


09/10 - sábado
Após a Santa Missa, quermesse e show com Nilvo Rodrigues e Mauricio (presença de dançarinos country)


10/10 - domingo
Almoço beneficiente a partir das 11h30


A comissão de festas agradece a todos os patrocinadores.
Deus abençõe a todos!
Paz e Bem!

02 outubro 2010

Leitura alternativa

Por Frei Celso Márcio Teixeira, ofm

Uma leitura que se tornou comum desde o início do século XX é a chamada sabateriana. O adjetivo "sabateriana", termo familiar aos estudiosos de franciscanismo, provém do sobrenome de Paul Sabatier. Este pesquisador, a partir do final do século XIX, se destacou como um dos grandes estudiosos de Francisco de Assis, contribuindo decisivamente para os estudos em torno deste santo, a ponto de podermos dizer com propriedade que suas conquistas constituem um marco divisório nas pesquisas sobre o tema. Foi com Sabatier que as investigações de caráter histórico sobre Francisco de Assis ganharam notável impulso. Além de editar criticamente textos antigos sobre São Francisco, escreveu Vie de Saint François d'Assise, sua obra mais famosa e não menos polêmica. Fundou coleções de publicações sobre o santo de Assis, dentre as quais as conceituadas Collection d'Études e des documents sur l'histoire religieuse et littéraire du moyen Âge e Opuscules de critique historique. Fundou também a Sociedade Internacional de Estudos Franciscanos, com sede em Assis, aberta aos estudiosos de franciscanismo de todo o mundo, com congressos anuais. Seus méritos são incontestáveis, tendo sido ele um dos primeiros a fazer a leitura do Francisco-homem, de preferência à leitura do Francisco-santo.
Mas o que caracteriza a leitura sabateriana não é a abordagem de Francisco-homem, mas seus pressupostos. Nossa tentativa será a de fazer uma leitura alternativa à de Sabatier.

1. Leitura sabateriana

O notável pesquisador fez uma leitura muito própria de Francisco de Assis. Pelo fato de ter sido ele o inaugurador dessa leitura ou, pelo menos, o que a aplicou a Francisco, é que preferimos denominá-la de leitura sabateriana. Ela, porém, não terminou com a morte do grande estudioso, mas foi retomada por estudiosos imediatamente posteriores a ele e ainda é praticada por estudiosos e escritores de hoje, caracterizando uma maneira muito comum de abordagem da figura do santo de Assis.
Daí as perguntas: Basicamente, em que consistiria esta leitura? Quais os seus pressupostos fundamentais? Que implicações poderia ela trazer? Comportaria uma modificação da imagem de Francisco? Que imagem de Francisco ela nos apresenta?
Sem dúvida, uma leitura ou interpretação comporta uma imagem que é transmitida. Inevitável e inconscientemente, quando fazemos uma leitura de um personagem como Francisco de Assis, acabamos por projetar nele nossas próprias atitudes, anseios, lutas, problemáticas. Colocamo-nos de tal modo na "pele" dele que o fazemos pensar como nós pensamos, desejar o que nós desejamos, julgar como e o que nós julgamos. Isto, porque nunca conseguiremos desvencilhar-nos de nosso subjetivismo. Jamais alcançaremos a pura objetividade. Importante, no entanto, é ter sempre presente que nossa leitura não coincide absolutamente com a realidade lida, mas representa apenas uma busca da objetividade, um esforço de aproximação da realidade a ser lida ou interpretada. Portanto, qualquer leitura deve ser relativizada, inclusive a que nós nos propomos neste pequeno estudo.
No entanto, embora a objetividade absoluta seja inalcançável (não é o que se pretende aqui), existem abordagens que mais se aproximam e outras que mais se distanciam da realidade lida. O que nos pode garantir uma maior aproximação da objetividade é o uso criterioso e crítico das fontes e o recurso à história, embora saibamos que estas, por sua vez, foram escritas sempre a partir de subjetividades, dentro de contextos sócio-culturais determinados e determinantes.
a) O pressuposto de Paul Sabatier

O pressuposto de Sabatier é que Francisco e a Igreja são polos diametralmente opostos e em permanente tensão. De um lado, Francisco vive de uma maneira que se contrapõe à maneira da Igreja; e, de outro lado, a Igreja procura sufocar a novidade franciscana e, não o conseguindo, faz todo o possível para dominá-la através de uma aprovação jurídica, tendo como finalidade controlá-la e manipulá-la para alcançar seus próprios interesses e colocar a nova Ordem a serviço de sua política. Nessa leitura, não é Francisco que tem a iniciativa de dirigir-se à Igreja para buscar nela proteção e orientação, mas é a Igreja que pretende absorver e neutralizar os questionamentos, contestações e impactos que esse homem pobre estava apresentando por seu modo evangélico de vida. Na busca de seus objetivos, a Igreja, na pessoa do cardeal protetor e utilizando alguns frades letrados, exerce sobre Francisco constante pressão para que o movimento franciscano se curve às pretensões dela.

A leitura de antonímia, isto é, por meio de opostos, oferece o risco de santificação de um polo e de demonização do outro. Fundamentalmente, trata-se de uma leitura maniqueísta. Estabelece-se como método básico de leitura a oposição bem-mal, luzes-trevas, graça-pecado, trigo-joio, como se a realidade humana se dividisse nitidamente em dois campos antagônicos e irreconciliáveis e como se esses campos nunca se mesclassem e se interpenetrassem. Esquece-se que a experiência nos mostra que a realidade humana comporta contradições, que o ser humano é um ser de contradições, pois é, ao mesmo tempo, trigo e joio, luz e trevas, santo e pecador.
b) A utilização das fontes

A partir desse pressuposto fundamental, Sabatier vê nas primeiras fontes hagiográficas surgidas no âmbito da Ordem franciscana o dedo da Igreja. Por ter sido a primeira hagiografia escrita a pedido do papa, ele de antemão a rejeita sistematicamente, bem como outras que dela dependem, sem sequer entrar no mérito delas. Pelo fato de essas hagiografias tecerem elogios ao papa e ao cardeal Hugolino e mostrarem uma imagem positiva de certos personagens da Ordem, como Frei Elias, ele conclui que elas não são fidedignas. Dá, então, preferência a fontes tardias do final do século XIII e início do século XIV que espelham não tanto o contexto de Francisco, mas o de grupos extremistas que começaram a surgir dentro da própria Ordem franciscana a partir da metade do século XIII.

É verdade que ele insiste em que a prioridade cabe aos escritos de São Francisco. Mas a leitura dos escritos de Francisco é feita por ele dentro e a partir do mesmo pressuposto. Apenas para citar um exemplo: Sabatier vê no Testamento de Francisco um inconsciente insurgir contra a Regra definitiva. Segundo seu modo de ler, a Igreja, ao confirmar a regra franciscana por meio de uma bula papal, "teria aprisionado" a iniciativa evangélica da Ordem franciscana. O Testamento de Francisco, protestando contra a confirmação-estratificação da regra, retomaria os ideais de Francisco anulados pela bula papal. Esta leitura contradiz o próprio texto do Testamento, em que o santo explicitamente afirma que este não se opõe nem se coloca acima da regra, mas é apenas uma exortação para que a regra seja mais catolicamente observada.
c) A imagem de Francisco

Uma primeira imagem que se infere da leitura sabateriana - e aqui não se compreende apenas a leitura feita por Sabatier unicamente, mas por muitos que percorrem a sua trilha - é a de um Francisco ingênuo que, em sua simplicidade e humildade, se deixa manipular pelas autoridades eclesiásticas e se lhes submete como um cordeiro indefeso diante de um lobo voraz; a de um Francisco sem fibra diante de frades que se impõem e fazem da Ordem o que bem entendem; a de um Francisco incapaz de conduzir os destinos da Ordem, o qual deve ceder às pressões dos frades, especialmente dos letrados, e modificar a regra de acordo não com sua vontade, mas para atender aos interesses deles.
Outra imagem resultante desta leitura é a de um Francisco reformador da Igreja e da sociedade, segundo o modelo de Lutero ou de Calvino, o qual, porém, não conseguiu seu intento, pois a Igreja teria sido bastante hábil, absorvendo-o dentro da "oficialidade" para anular-lhe o impulso renovador e quaisquer pretensões de reforma. Uma justificativa talvez para o fato de Francisco não ter passado à história como um crítico reformador da Igreja e da sociedade, ou como um irreverente contestador, ou talvez até mesmo como um renitente herege.

Ainda outra imagem é a de um Francisco vítima não apenas das manipulações de poder por parte da Igreja, mas também das incompreensões e rebeldia dos frades, como se estes se conspirassem contra ele, no intuito de colocar a Ordem em caminhos contrários às opções das origens. E a redação da regra bulada seria o resultado das manobras dos frades, contra a vontade de
Francisco.

2. Considerações críticas

Antes de apresentarmos uma leitura alternativa, faz-se necessário tecer, ainda que brevemente, algum comentário ou consideração às posições de Sabatier com relação aos três itens abordados: pressuposto, utilização das fontes e imagem de Francisco.

a) Quanto ao pressuposto - Pressupostos podem ser evidentes, porque devidamente provados, menos evidentes e não evidentes. Nos dois últimos casos, eles têm que ser fundamentados, as afirmativas justificadas, e as conclusões comprovadas. Deve-se levar em conta aquele princípio básico da lógica que diz: quod gratis affirmatur gratis negatur. Este princípio adverte que tudo aquilo que é afirmado gratuitamente, sem comprovação, é passível de negação gratuita. Portanto, sem uma comprovação suficiente dos pressupostos, corre-se o risco de uma leitura puramente hipotética, perpassada de suspeições, na qual prevalece não tanto a realidade lida, quanto o subjetivismo de quem a lê e interpreta. E a hipótese, em qualquer campo da ciência, é "verdade" a ser comprovada.
b) No que concerne à utilização das fontes - A rejeição apriorística das primeiras hagiografias, igualmente sem uma comprovação que a justifique, negando-lhes sem mais a fidedignidade, não deixa de caracterizar-se como posição de puro subjetivismo.
E, curiosamente, as fontes tardias que a leitura sabateriana utiliza também não lhe dão respaldo em seu pressuposto fundamental.

É claro que as primeiras hagiografias, como quaisquer outras, espelham a ótica de seus escritores com todos os seus condicionamentos sócio-culturais. A rejeição de um grupo de fontes por causa de subjetivismos levaria coerentemente à rejeição de toda e qualquer fonte.
Além do mais, não se pode esquecer que os primeiros hagiógrafos estavam sob o controle da comunidade, isto é, eles não podiam inventar ou falsificar os dados, pois aqueles que viveram com Francisco ainda estavam vivos. Interessante é que Frei Leão, companheiro de Francisco e apontado por Sabatier como o legítimo hagiógrafo dele em oposição aos primeiros, em uma carta escrita em Gréccio em 1246, atesta, juntamente com Ângelo e Rufino, a fidedignidade das primeiras hagiografias.

Literalmente se diz na carta: "há algum tempo foram redigidas legendas de sua vida ... em linguagem tão verídica quão elegante".

c) Com relação à imagem de Francisco - Uma primeira consideração a ser feita é a de que Francisco era filho de Pedro Bernardone e herdara do pai a tenacidade. Se ele enfrentou o pai de igual para igual, é porque tinha a mesma têmpera, sem temer as consequências (ser deserdado pelo pai, sem sequer levar consigo a roupa do corpo). Na leitura sabateriana, não sobressai aquele Francisco vigoroso que, em 1209, ainda desconhecido, se dirigiu a Roma para pedir aprovação de sua "forma de vida" e, questionado sobre a dificuldade de seu propósito, o defendeu sem concessões, recusando com consciência e firmeza a proposta do cardeal encarregado de encaminhar ao papa os pedidos de aprovação de regras religiosas. E manteve, na mesma ocasião, esta firmeza diante do papa Inocêncio 3º, firmeza mostrada também ao bispo de Assis que lhe propusera adquirir propriedades como as Ordens monacais. A imagem de um Francisco manipulável não condiz com o que algumas fontes tardias narram sobre ele em episódio, a ser datado dez anos depois ou pouco mais, em que, diante de um pedido de alguns frades letrados com relação à regra, apresentado pelo cardeal Hugolino, o santo mostrou a mesma inflexibilidade de 1209. Noutra ocasião, ao mesmo cardeal Hugolino, que queria nomear alguns frades como prelados da Igreja, Francisco respondeu com humildade, mas também com firmeza: "Quero que meus frades deem frutos na Igreja em sua condição de menores, não como prelados".

Com esta resposta, cai por terra também a imagem de Francisco-reformador. Se ele quisesse ser um reformador da Igreja, ele próprio promoveria estrategicamente seus frades a cargos de influência. A minoridade franciscana, de fato, não condiz com a pretensão de tornar-se reformador da Igreja ou da sociedade.

Quanto a Francisco-vítima, trata-se de uma imagem transmitida muito sutilmente pelas fontes tardias, especialmente quando estas mostram Francisco como que doentiamente ocupado em lamentar e em recriminar os maus comportamentos dos frades. Sem dúvida, havia maus frades naquela época, como sempre os houve e há. Certamente Francisco sofria ao ver abusos, ao constatar a defasagem entre ideal proposto e realidade vivida. Mas deduzir disto uma conspiração dos frades contra Francisco é tirar conclusões que as premissas não permitem. Concluir que a regra bulada foi redigida à revelia de Francisco ou por pressão dos frades é advogar um complexo de perseguição ao santo.

3. Uma leitura alternativa

Ao iniciar seu processo de conversão, Francisco não pensava em fazer oposição a ninguém nem a nada. Motivo para recriminar a Igreja e a sociedade da época ele tinha em profusão. Ele próprio reconhecia que a Igreja tinha seus pecados e que a hierarquia estava caminhando à distância do Evangelho e, algumas vezes, na contramão do Evangelho. Ele tinha inteligência suficiente para perceber a realidade eclesial que o cercava. Prova disto é que em seus escritos ele faz alusão ao pecado do clero. Mas em lugar nenhum de todos os seus escritos se percebe qualquer indício de que ele se propunha, a si e aos frades, a tarefa de reformar a Igreja e a sociedade. Em lugar algum dos seus escritos se percebe o mínimo sinal que pudesse sugerir que ele fizesse oposição à Igreja como um todo ou à hierarquia. Pelo contrário. Chegou a afirmar que, mesmo sendo pecadores, os membros da hierarquia eram seus senhores. Aliás, se Francisco quisesse fazer oposição à Igreja, ter-se-ia tornado de início um herege, caminho mais fácil e coerente para a oposição naquela época.

Quando ele se dirige à Igreja para pedir aprovação de sua "forma de vida", tem plena consciência de que seu propósito constitui uma alternativa, não uma oposição. Se fosse oposição, como entender que pedisse aprovação exatamente ao suposto adversário?

De sua parte, a Igreja o questiona, propondo-lhe os caminhos já existentes, a saber, que ele vivesse com seu grupo uma das regras antigas. Não se trata de querer manipular desde o início o propósito de Francisco e de seu grupo, mas de um procedimento normal, em que se questiona o que se propõe como específico e se discutem os detalhes da vida, tais como sobrevivência, trabalho, organização do grupo, possibilidades e maneiras de aceitação de novos membros, presença e atuação dentro da Igreja, etc. Trata-se de uma negociação. E é possível que em matéria de somenos importância Francisco tenha cedido às sugestões de quem o questionava. Pequenos acertos necessários para dar consistência e coesão organizativa ao grupo, uma ajuda antes que uma manipulação. Alegar que a Igreja os manipulou por se tratar de pessoas ignorantes, é desconhecer a realidade do grupo. Três dos doze frades que compunham e que estavam à frente do grupo podiam não ter grandes estudos, mas eram pessoas experientes. Francisco tinha experiência do comércio, sabia negociar; Bernardo de Quintavalle era um homem rico, certamente não devia ter sido tão ignorante; Pedro Cattani era formado em Direito.

Interessante é observar que o cardeal encarregado desses questionamentos foi considerado pelos frades da primeira hora não como adversário que os queria sufocar, mas como "cardeal protetor" da Ordem, consistindo sua ajuda não somente nesses questionamentos iniciais, mas principalmente na defesa da novidade que ele assumiu diante do colégio dos cardeais reunidos em consistório.

E a Igreja compreende e aprova o diferente de Francisco como caminho alternativo, não como oposição. Com toda a certeza, não o teria aprovado, se tivesse visto nele uma oposição. Mais ainda, teria proscrito o grupo como um bando de hereges, como soía acontecer. Pelo contrário, deixou liberdade ao grupo para que explicitasse melhor os caminhos a percorrer, pois a Igreja também era consciente de que se tratava de algo realmente novo.
A aprovação, porém, não significava ausência de conflitos. Certos setores da Igreja, como bispados e paróquias, viam o caminho alternativo de Francisco com desconfiança e suspeita. Em algumas dioceses e paróquias, os frades eram proibidos de pregar. Em outras, eram considerados hereges ou confundidos com eles. Mas isto não significa que devamos considerar a Ordem como vítima de uma oposição sistemática da Igreja. Trata-se de um processo normal. Em qualquer sociedade, o aparecimento de um grupo diferente ou de uma proposta alternativa causa estranheza a certos setores. E a inserção de um grupo novo na sociedade não se dá sem arranhões. E o grupo novo tinha a tarefa de encontrar na Igreja e na sociedade o seu espaço e desempenhar seu papel específico, caso contrário, ou se colocaria à margem da sociedade ou teria que abandonar o caminho alternativo. Trata-se, portanto, de processos históricos absolutamente normais. Com a Ordem franciscana não se deu de modo diferente.

Conclusão

A leitura alternativa apresenta um Francisco também alternativo, no sentido de que ele propôs um caminho alternativo de vida evangélica. Ele não pretendeu substituir nada do que já existia nem opor-se a instituição alguma; nem fazer um caminho paralelo, como foi, por exemplo, a reforma luterana, mas inserir-se na instituição existente; nem impor-se como o único caminho válido, mas respeitando a pluralidade. Ele deu sua contribuição própria, sem tornar-se reformador.

Esta leitura evita dramatizações que se criaram em torno de Francisco e liberta-o da síndrome de vítima que comumente se lhe atribui ou sob a qual ele é interpretado (vítima de conspiração dos frades e das manipulações da Igreja). Reconhece que houve conflitos nas relações com setores da Igreja, que ele sofria quando seus frades não viviam de acordo com as opções de origem, mas considera isto como processo histórico normal.

Apresenta um Francisco não ingênuo, mas inflexível no essencial; iletrado, mas suficientemente experiente e capaz de propor e de defender seu propósito diante da autoridade máxima da Igreja.

Enfim, esta leitura prefere valorizar Francisco pela sua vida a engrandecê-lo por supostas perseguições sofridas.

Artigo publicado na Revista "Grande Sinal" (setembro-outubro/09), editada pelo Instituto Teológico Franciscano (ITF), Petrópolis.

Extraído de http://www.franciscanos.org.br/itf/artigos/2010/010.php acesso em 23 set. 2010.


Iluatração: Their First Quarrel, a 1914 print by Charles Dana Gibson. Disponível em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Their_First_Quarrel,_Gibson.jpg acesso em 23 set. 2010.

 

Publicação: http://brasilfranciscano.blogspot.com/2010/09/uma-leitura-alternativa-de-sao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BrasilFranciscano+%28Brasil+Franciscano%29

26 setembro 2010

26 de Setembro
Santo Elzeário de Sabran e Bem-aventurada Delfina, Cônjuges


Elzeário, nascido na França, conde de ariano dos Herpinos, casou a bem-aventurada Delfina de Glandèves, com quem, segundo se diz, viveu em perfeita virgindade. Entrou com a esposa na Ordem Terceira Franciscana, ilustrando-a com suas exímias virtudes. Partilhavam generosamente com os pobres suas abundantes riquezas, preocupados ao mesmo tempo com a vida de oração e das boas obras. Elzeário morreu em Paris, a 27 de Setembro de 1323, e Delfina, perto da cidade francesa de Apt, a 26 de Novembro de 1358, após quase sete lustros de piedosa viuvez.

ORAÇÃO - Ó Deus, que por Santo Elzeário e Bem-aventurada Delfina nos destes sublimes exemplos de virtude na vivência de um santo matrimônio, concedei que, venerando seus piedosos méritos neste mundo, possamos participar de sua feliz companhia nos céus. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

23 setembro 2010

23 de Setembro
Encontro do corpo de Santa Clara de Assis


O corpo de Clara, que voara aos céus no ano de 1253, foi sepultado na igreja de São Jorge, sendo translado depois para a igreja construída em sua honra. Em escavações ali realizadas em 1850, foram reconhecidos os seus despojos e expostos à veneração dos Fiéis.

ORAÇÃO - Celebrando a memória da virgem santa Clara, nós vos pedimos, Senhor, que por seus méritos e exemplos, aguardado a gloriosa ressurreição, sejamos fortalecidos na esperança e na caridade e gozemos um dia do vosso eterno convívio. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

22 setembro 2010

22 de Setembro
São Francisco Maria de Camporosso, Religioso


Francisco Maria Croese nasceu nas proximidades de Impéria, Itália, em 1804. Tendo entrado na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, andou durante 40 anos pedindo esmolas nas ruas de Gênova. Pela grande veneração que todos lhe tributavam, foi chamado de “Padre Santo”, apesar de não ser sacerdote.Uma grande força de vontade e de amor o impeliram a pedir a Deus a sua própria imolação em favor dos genoveses, atacados pela peste, chamada “cólera”. Deus aceitou seu sacrifício, pois com sua morte, ocorrida a 17 de Setembro de 1866, extinguiu-se a peste. Foi canonizado pelo Papa João XXIII.

ORAÇÃO - Ó Deus, que em São Francisco Maria, vosso humilde servo, nos destes um singular exemplo de caridade, fazei que também nós, movidos por seu exemplo, e por sua intercessão, nos dediquemos generosamente e com humildade ao serviço do próximo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

18 setembro 2010

O SENTIDO E O SIGNIFICADO DAS CHAGAS DE SÃO FRANCISCO

Frei Régis G. Ribeiro Daher

Mais do que desvendar o caráter histórico das Chagas de São Francisco, importa refletir sobre a experiência de vida que se esconde sobre este fato. O que significa a expressão de Celano "levava a cruz enraizada em seu coração"? O que isso significou para o próprio Francisco? Há um significado para nós hoje, naquilo que com ele ocorreu?
Um erro comum é o de ver São Francisco como uma figura acabada, pronta, sem olhar para a caminhada que ele fez até chegar à semelhança perfeita (configuração) com o Cristo. O que ocorreu no Monte Alverne é o cume de toda uma vida, de uma busca incessante de Francisco em "seguir as pegadas de Jesus Cristo". Francisco lançou-se numa aventura, sem tréguas, na qual deu tudo de si: a vontade, a inteligência e o amor. As chagas significam que Deus é Senhor de sua vida. Deus encontrou nele a plena abertura e a máxima liberdade para sua presença.
O segundo significado das chagas é o de que Deus não é alienação para o ser humano, ao contrário, é sua plena realização e salvação. Colocando-se como centro da própria vida é que o homem se aliena e se destrói; torna-se absurdo para si mesmo no fechamento do seu 'ego'. O homem só encontra sua verdadeira identidade, sua própria consistência e o sentido de sua existência em Deus. E Francisco fez esta descoberta: Jesus Cristo foi crucificado em razão de seu amor pela humanidade - "amou-os até o fim" - , e ele percorre este mesmo caminho.

O terceiro significado: as chagas expressam que a vivência concreta do amor deixa marcas. A exemplo de Cristo, Francisco quis suportar/carregar e amar os irmãos para além do bem e do mal (amor incondicional). Essa atitude o levou a respeitar e acolher o 'negativo' dos outros mantendo a fraternidade apesar das divisões. Esse acolher e integrar o negativo da vida é a única forma de vencer o 'diabólico', rompendo com o farisaísmo e a autosuficiência, aniquilando o mal na própria carne. Só assim, o homem é de fato livre, porque não apenas suporta, mas ama e abraça o negativo que está em si e nos outros.
O quarto significado: seguir o Cristo implica em morrer um pouco a cada dia: "Quem quiser ser meu discípulo, tome a sua cruz a cada dia e me siga" (Lc 9,23). Não vivemos num mundo que queremos, mas naquele que nos é imposto. Não fazemos tudo o que desejamos, mas aquilo que é possível e permitido. Somos chamados a viver alegremente mesmo com aquilo que nos incomoda, vencendo-se a si mesmo e integrando o 'negativo', de modo que ele seja superado. Nós seremos nós mesmos na mesma medida em que formos capazes de assumir nossa cruz. As chagas de São Francisco são as chagas de Cristo, e elas nos desafiam: ninguém pode conservar-se neutro, sem resposta diante da vida.

São Francisco não contentou-se em unicamente seguir o Cristo. No seu encantamento com a pessoa do Filho de Deus, assemelhou-se e configurou-se com Ele. Este seu modo de viver está expresso na "perfeita alegria", tema central da espiritualidade franciscana: "Acima de todos os dons e graças do Espírito Santo, está o de vencer-se a si mesmo, porque dos todos outros dons não podemos nos gloriar, mas na cruz da tribulação de cada sofrimento nós podemos nos gloriar porque isso é nosso".

Fonte: http://ofsvilaclementinosp.blogspot.com

18 de Setembro
São José Copertino, Presbítero


São José nasceu em Copertino (Lecce), Itália, em 1603. Foi recebido na Ordem dos Frades Menores Conventuais. Ordenado Sacerdote em 1628, entregou-se com zelo às obras do ministério sagrado pela salvação das almas. Distinguiu-se por uma grande austeridade de vida e intenso espírito de oração. Sua vida foi assinalada por extraordinários êxtases e freqüentes milagres que fizeram dele uma das figuras mais interessantes da mística cristã. Pela exuberância desses carismas celestes, teve que trocar muitas vezes de convento, a fim de evitar fanatismos populares, mas sempre brilharam nele a humildade e uma incondicionada obediência. Grandíssima foi sua devoção para com Nossa senhora. Morreu em Ósimo, nas marcas, a 18 de Setembro de 1663. Foi canonizado por Clemente XIII.

ORAÇÃO - Ó Deus, que por disposição admirável de vossa sabedoria, quisestes atrair todas as coisas do vosso Filho exaltado da terra, fazei que, na vossa bondade, livres dos desejos terrenos, pela intercessão e exemplo de São José de Copertino, possamos conformar-nos em tudo ao vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

17 setembro 2010

17 de Setembro
Impressão das Chagas de Nosso Pai São Francisco


O Seráfico Pai Francisco, desde o inicio de sua conversão, dedicou especialíssima devoção e veneração a Cristo crucificado, devoção que até à morte ele inculcara a todos por palavras e exemplo. Quando em 1224 Francisco se abismava em profunda contemplação no Monte Alverne, por um admirável e estupendo prodígio, o Senhor Jesus imprimiu-lhe no corpo as chagas de sua paixão. O Papa Bento XI concedeu à Ordem dos Menores que todos os anos, neste dia, comprovado pelos mais fidedignos testemunhos.

ORAÇÃO - Ó Deus, para inflamar os nossos corações no fogo do vosso amor, renovastes de modo admirável os sinais da Paixão de vosso Filho, na carne do bem-aventurado Pai Francisco; concedei que, por sua intercessão, configurados à morte do mesmo Filho, participemos igualmente de sua ressurreição. Por nosso senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

13 setembro 2010

Convite

Fraternidade São Francisco de Assis-OFS

Retiro Franciscano aberto à comunidade

Tema : Vida em Fraternidade

Pregador: Frei Raimundo J.O. Castro, OFM.

Local: Casa de Formação da Sagrada Família.

Rua Padre Machetti, 237, Ipiranga (Trav. da Av. Nazaré).

Data: 16 de outubro de 2010.

Taxa de inscrição R$ 30,00 (com almoço incluso).

Chegada: 8h.

Início: 08:30h.

Término: 16:30h.

Inscrições limitadas a 50 pessoas.

As incrições e pagamento poderão ser feitos até dia 30 de setembro de 2010, após a missa das15h. de sábado, ou 19h de domingo, com Claudete, ou pelo e-mail: leutz.claudete@gmail.com

Ficha de inscrição:

Nome_____________________________________________

Telefone____________________e-mail_________________

Endereço__________________________________________

Pertence a alguma pastoral? Sim____ Não_____

Qual_______________________________________________

Conhece a Ordem Franciscana Secular? Sim____ Não_____

Devolver esta ficha até dia 30 de setembro, para o e-mail: leutz.claudete@gmail.com. Ou após as missas das 15h de sábado ou 19h de domingo, com Claudete.

12 setembro 2010

Acontecerá no dia 15,
a missa mensal em devoção a
Nossa Senhora Mãe dos Homens

Local igreja matriz
Nossa Senhora Mãe dos Homens
no centro de Porto Feliz, às 19h !!!

08 setembro 2010

Reunio Geral da Fraternidade: setembro de 2010

Durante todo o mês, a Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe presente em Porto Feliz, da OFS do Brasil, realiza reuniões de formação, com músicas, orações, leituras, estudos e no final hora fraterna (lanchinho).

Na primeira reunião de cada mês, acontece nossa reunião geral, ela é festiva, tem toda uma preparação especial que fica a cargo de três irmãos de cada vez. Na reunião de setembro, Elvira Manfrin, Felipe Miranda e Sidnéia Maria de Almeida Melaré foram os responsáveis.

Comemoração da natividade de Nossa Senhora e o mês da Bíblia

Preparado o ambiente: altar, simbolos franciscanos, imagens, retratos de Nossas Senhoras.

Neste dia celebramos o mês da Biblia,o seu dia é 30/9/2010, tão importante para nós franciscanos, onde nossa regra de vida é praticar o evangelho. Com canto acolhemos a Bíblia Sagrada.

Dia 8 de setembro celebramos a Natividade de Nossa Senhora, e sobre esta data fizemos uma leitura reflexiva.

Estudamos a regra 4 e 9 do Capítulo II da Regra da OFS, o Evangelho e Nossa Senhora, e sobre cada momento refletimos com comentários.

A Nossa Senhora, podemo escrever o que queríamos ofertá-la. Mais tarde este bilhetes foram queimados.

Fizemos uma homenagem ao nosso Irmão Nei Potel, data que não poderíamos deixar passar em branco. E como ele sempre fazia, entregamos um compilado com Memoriale Propositi e a devoção de Maximiliano M Kolbe tinha por Nossa Senhora. Bons textos.

No final comemoramos os aniversarientes deste mês, juntamente com Nossa Senhora, e todos concordaram em não deixar esta data passar em branco em nossa fraternidade a cada ano.

 

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Entrada da Bíblia

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Leitura da Natividade de Nossa Senhora

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Responsáveis: Felipe e Sidnéia

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Rogério e sua família vistantes do dia

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Joaquim e Shirley um dos coordenadores do ECC também nós visitaram nesta segunda-feira dia 6 de setembro

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