Fraternidade e Minoridade
Por Fr. Almir Guimarães, ofm
Por Fr. Almir Guimarães, ofm
Por Fr. Almir Guimarães, ofm
1ª Manhã Franciscana
Tema “Amar como Jesus amou”
Dia: 19/07/2009
Centro Catequético “Cônego Ghizzi
Horário: 8h às 13h
Trazer a sua Bíblia
Confirmar presença.
3262 1459 com Mara
Missa para os enfermos
Grupo de Oração Fonte de agua viva:
Por Fr. Almir Guimarães, ofm
Por Fr. Almir Guimarães, ofm

Você gostaria de SER franciscano secular?
Faço sempre essa pergunta para as pessoas e a resposta, muitas vezes, vem em forma de pergunta, também: mas o que é que franciscano secular FAZ?
E eu respondo: NADA.
Por que será que a gente sempre confunde esses dois verbos?
Muitas vezes, quando nos perguntam quem somos, respondemos o que fazemos. Até o Chico se tornou “Xyco do SAAE”.
Mas, voltando ao assunto, franciscano secular não faz, ele é. A gente é franciscano.
A gente precisa lembrar sempre que tudo o que a gente faz, depende do que a gente é. Quando a gente é feliz, realizado, consciente dos defeitos e qualidades que tem - tudo o que fazemos é bom, é verdadeiro, é fértil.
Ser franciscano é viver o Evangelho de Jesus e que encantou um certo jovem chamado Francisco. Ser franciscano secular é viver o Evangelho de Jesus e que encantou um certo jovem chamado Francisco, aqui, no mundo, dentro das nossas casas, entre nossos amigos, na nossa família, no nosso ambiente de trabalho. Isso já é bastante, não acha?
Quando eu faço a opção de ser franciscano secular, busco a realização do meu ser que foi, um dia, chamado a viver dessa forma. E aí, o que quer que eu faça, perpassa por esse meu ser franciscano: sendo professora, sou franciscana secular; lidando com meus problemas, sou franciscana secular; me divertindo com meus amigos, sou franciscana secular; como agente pastoral, sou franciscana secular.
Talvez eu deva mudar a resposta que dou para aquela pergunta.
Quando perguntarem: o que é que franciscano secular FAZ?
Vou responder: alguém que decide SER franciscano secular, FAZ a diferença, pois escolheu, para si, viver o Evangelho de Jesus Cristo dentro da proposta de São Francisco de Assis.
E então?
Você gostaria de SER um franciscano secular?
Por Fr. Almir Guimarães, ofm

Pedofilia
Evangelização nas ruasPor Fr. Almir Guimarães, ofm
Por Fr. Almir Guimarães, ofm
Por Fr. Almir Guimarães, ofm













"Nosso Senhor nos dará a sua paz quando nos humilharmos e nos dispusermos a viver mansamente na guerra"
São Francisco de Sales se conformava pacientemente com os empobrecimentos que lhe sobrevinham. Citaremos só um exemplo: A princesa Cristina de França lhe havia ofertado um anel ornado de um diamante de grande valor. Ora, andando a cavalo pelas altas montanhas dos Alpes, ele tirou a luva e deixou escapar o anel do seu dedo. Só na primeira parada é que ele notou que não tinha mais o seu anel. Longe de se inquietar, bendisse a Deus por isso, e por dois motivos, dizia ele: "o primeiro, por não ter motivo algum de se comprazer numa jóia tão preciosa ou de se lhe apegar com excessiva afeição; a segunda, porque a Providência talvez fizesse com ele a fortuna de algum pobre que o encontrasse, e que poderia viver folgadamente o resto dos seus dias, no que estaria mais bem empregado que para ele". É que tivera sempre o cuidado de conservar o coração desapegado das riquezas. Os proventos do seu bispado estavam longe de serem consideráveis, e ele escrevia à madre de Chantal; aos 28 de fevereiro de 1620: "Confesso, e é a verdade, que não estou lá muito ricamente acomodado de bens; mas estou sem necessidade, e não tenho nem ocasião nem inclinação alguma de fazer nada de indigno da minha condição e profissão para deles me prover. Tateio-me no coração para ver se a velhice me leva ao humor avarento; e vejo, ao contrário, que ela me liberta do meu cuidado, e me faz negligenciar de todo o meu coração e de toda a minha alma qualquer mesquinhez, previdência mundana e desconfiança de precisar".
Como, com tamanho desapego, poderia o Santo Bispo deixar de desfrutar a doçura da paz?
São Francisco de Sales, Rogai por nós!
Adaptação do livro: As fontes da Alegria - SALES, São Francisco. A Paz Interior - A Luta Contra as Tendências Depravadas da nossa Natureza - Tradução: Cônego F. Vidal. Edições Loyola –São Paulo -1978. pgs.191 -222
"Nosso Senhor nos dará a sua paz quando nos humilharmos e nos dispusermos a viver mansamente na guerra"
3 – O Desapego dos Bens deste Mundo:
Mas como reconhecer que o nosso coração não está comprometido com as riquezas? Pela maneira pela qual aceitamos ser privados delas. "Quando vos sobrevierem inconvenientes que vos empobreçam, de muito ou de pouco, como fazem as tempestades, os incêndios, as inundações, as esterilidades, os roubos, os processos, é a ocasião verdadeira de praticar a pobreza, recebendo com doçura essas diminuições de faculdades, e acomodando-se paciente e constantemente a esse empobrecimento. Esaú se apresenta ao seu pai com as mãos todas de pêlo, e Jacó faz outro tanto; mas como estava nas mãos de Jacó não se agarrava à sua pele, mas às suas luvas, podiam retirar-lhe o pêlo sem o machucar ou esfolar: ao contrário, porque o pêlo que estava nas mãos de Esaú estava preso na pele, que ele tinha toda peluda por sua natureza, quem lhe quisesse arrancar o seu pelo lhe causaria muita dor: ele teria gritado bastante, ter-se-ia esquentado bastante na sua defesa. Quando temos uma afeição demasiado viva aos nossos meios, se a tempestade, se o ladrão, se o rábula nos arranca alguma parte deles, que lamentações, que perturbação, que impaciências isso nos causa! Mas quando os nossos bens se prendem só ao cuidado que Deus quer que tenhamos deles e não ao nosso coração, se no-los arrancam, não perderemos por isso o senso e a serenidade. E a diferença entre os animais e os homens quanto às suas roupas: porque a vestimenta dos animais está pegada à sua carne, e a dos homens lhe está apenas aplicada, de modo que a possam pôr e tirar quando querem".
