06 julho 2010

Ministros da Fraternidades presentes no encontro distrital

Em alguns momentos, os ministros das fraternidades participaram de momentos lindos de representação da presença (através de símbolos) das fraternidade que eles representavam. Oremos por eles, para que continuem com amor e fidelidade a Serviço de Deus!

Veja as fotos:

OFS encontro distrital 2010 138 OFS encontro distrital 2010 139 OFS encontro distrital 2010 140 OFS encontro distrital 2010 141 OFS encontro distrital 2010 142 OFS encontro distrital 2010 143 OFS encontro distrital 2010 144 OFS encontro distrital 2010 145 OFS encontro distrital 2010 146 OFS encontro distrital 2010 147 OFS encontro distrital 2010 148 OFS encontro distrital 2010 149 OFS encontro distrital 2010 150 OFS encontro distrital 2010 151 OFS encontro distrital 2010 153 OFS encontro distrital 2010 154 OFS encontro distrital 2010 157 OFS encontro distrital 2010 158 OFS encontro distrital 2010 159 OFS encontro distrital 2010 161 OFS encontro distrital 2010 258 OFS encontro distrital 2010 259 OFS encontro distrital 2010 260 OFS encontro distrital 2010 261 OFS encontro distrital 2010 262 OFS encontro distrital 2010 263 OFS encontro distrital 2010 264 OFS encontro distrital 2010 265 OFS encontro distrital 2010 266 OFS encontro distrital 2010 267 OFS encontro distrital 2010 268 OFS encontro distrital 2010 269

O encontro distrital é anual, e ele reúne o 4º Distrito, cidades como Itu, Sorocaba, Porto Feliz, Conchas, Itapeva, Itapetininga, Botucatu, Itatinga…

Este encontro aconteceu no dia 27 de junho de 2010!

Paz e Bem

05 julho 2010

LEIGOS FRANCISCANOS


Fraternidades em estado de missão

Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM (*) 

Chamados a colaborar na construção da Igreja, como sacramento da salvação de todos os homens, e constituídos pelo Batismo e pela Profissão, testemunhas e instrumentos de sua missão, os franciscanos seculares anunciam Cristo pela vida e pela palavra ( cf. Regra 6). Seu apostolado preferencial é o testemunho pessoal no ambiente em que vivem e o serviço para a edificação do Reino de Deus nas realidades terrestres ( Constituições Gerais da OFS, art. 17, 1).
 
1. Vivemos no coração da Igreja. Nós, franciscanos, não formamos um grupo “à parte”.  Temos plena consciência de que nascemos no seio da Igreja,  de que Francisco nos queria ver servos e súditos desta mesma Igreja.  Pensamos na Igreja com seus representantes oficiais colocados aí pelo Espírito e pensamos nessa imensa Igreja, Corpo Místico de Cristo, essa Igreja povo de Deus que caminha através dos tempos tentando edificar o Reino de Deus, essa Igreja que é sacramento, sinal de um mundo novo que é maior do que ela. Alimentamo-nos da vida de Deus no seio da Igreja, somos fiéis ao que para nos determina o sucessor de Pedro e queremos encontrar caminhos novos.

2. Conhecemos as transformações que vive o mundo em nossos tempos e sabemos que também a Igreja busca caminhos novos. Temos em elevado apreço o Documento de Aparecida que nos convida a sermos discípulos missionários. Somos, no entanto, convidados a olhar a realidade. Ficamos perplexos com o esvaziamento de muitas de nossas paróquias e, ao mesmo tempo, com as massas que acorrem para certas manifestações religiosas empreendidas por pessoas com carisma. Temos a impressão que as famílias e os jovens escaparam de nós. Há uma séria diminuição de pessoas que pedem os sacramentos do batismo e do matrimônio.  Causa-nos admiração  um evento como a passeata dos homossexuais em São Paulo reunindo mais de três milhões de pessoas. Não conseguimos acompanhar as famílias e nossa pastoral dos jovens está estacionada.  Não se trata de querer ser pessimista, mas de olhar o que se passa.

3. Nossos grupos de franciscanos seculares vão fazendo sua caminhada. Há viçosas fraternidades novas, mais simples, com pessoas mais vocacionadas, grupos talvez menos  devocionalistas.  Lutamos pela conscientização do tema da identidade franciscana secular e aquele do senso de pertença.  Somos obrigados, no entanto, a reconhecer um generalizado envelhecimento de não poucas fraternidades.  Não desanimamos porque a obra não depende de nós. É do Senhor. Sempre confiantes no amanhã, porque está nas mãos de Deus e porque estamos unidos a Pedro e sua barca, temos, no entanto, o dever de nos interrogar a respeito de nossa vida e de nossa presença na Igreja.

4. Antes de mais nada temos o tesouro de nossas fraternidades e irmãos que se dispõem a servir, a lavar os pés uns dos outros e oferecerem seus préstimos ao evangelho. Na realidade constituímos um movimento de retorno ao Evangelho, quanto possível em sua pureza mais profunda.  Vivemos num mundo plural. Nossas fraternidades serão lugares de exame dos grandes temas da fé e do mundo. O que é crer? Esperar o quê? O que significa escutar o Senhor hoje?  Qual a missão do sacerdote?  Como receber os sacramentos em plena veracidade?  Nossas fraternidades precisam organizar dias de estudo, de aprofundados retiros. Somos convidados a pensar, discernir, não repetir por repetir. Não somos partidários de uma religião à la carte.  Na Igreja somos pessoas de reflexão e buscar colocar vida em nosso interior. Não queremos viver derramados nas coisas.

5. Num mundo individualista, a Ordem Franciscana Secular viverá intensamente a fraternidade. Não apenas uma fraternidade interna, mas aberta ao plural, aos que chegam em nossos territórios, em nossa vizinhança,  aos que conhecem percalços na vida no casamento, na falta de sentido de viver.  Os que nos vêem deveriam poder dizer: “Vede como eles se amam!”
6. Precisamos de leigos maduros.  Insistimos no adjetivo maduro.  A maturidade cristã e franciscana serão perseguidas com garra: leigos que sejam leigos, leigos que gostem de estudar e de aprofundar sua fé, leigos que respondam para si e para os outros as questões existências: Quem sou eu? De onde venho? Para onde vou? O que é viver com discípulo hoje?

7. Num mundo de mediocridade, num tempo em que se satisfaz apenas com as performances financeiras, sucesso exteriores os franciscanos seculares tendem à santidade.  Isto se manifesta no cotidiano de vidas despojadas, alegres, cheias de esperança.

8. Não podemos esperar que as pessoas cheguem a nós. Há pistas que precisam ser descobertas entre nossas fraternidades e as pessoas lá onde vivem.  Não seria esse o sentido de uma opção pela missão  e  pela evangelização? Leigos desejosos de seguir Francisco que se aproximam de nossas fraternidades sempre perguntarão: “O que vocês fazem pelos outros?”. Não querem apenas ser recebidos num ninho quente. 

9. O centro de tudo é Cristo, vivo,  ressuscitado, presente entre nós. Vivemos nele, nele existimos.  Sem pieguice vivemos uma vida cristã. Não podemos nos dar por satisfeitos com uma pastoral sem alma, burocrática, feita de eventos mais ou menos grandiloqüentes.  Não colaboraremos com um  pastoral meramente sacramenalista. Temos vontade, por vezes, de retomar o espírito de evangelização anterior à conversão de Constantino ao cristianismo.  Gostaríamos de poder ajudar a construir uma Igreja na lentidão da conversão.  Queremos dar a nossa colaboração para que os sacramentos sejam efetivamente epifania do divino. De modo especial batismo, eucaristia e matrimônio precisam ser recebidos como eventos transformadores de existências e não meros ritos de passagem.  Não queremos nos centrar na pastoral dos sacramentos, mas  sabemos que eles são expressão de uma conversão. Desejamos fazer com as pessoas redescubram de verdade a proximidade de Cristo nesses sacramentos que serão recebidos com plena consciência. Eles deixaram de ser evangélicos e se tornaram ritos sem vida.

10. Salvador Valadez Fuentes, autor mexicano, em seu Espiritualidade Pastoral – Como superar uma pastoral “sem alma” ( Paulinas, 2008) num texto corajoso e provocador  mostrando Paulo, como modelo de agente de pastoral,  fala daquilo que os cristãos e agentes de pastoral podem fazer: recuperar a radicalidade e a surpresa de ser cristãos e apóstolos;  cultivar um substrato de valores humanos onde se encarna a graça: coerência, sinceridade, lealdade, convicção, liberdade, desinteresse; respeitar e alentar os ritmos nos processos de fé e de conversão pessoal e comunitária;  valorizar a cruz como elemento fecundo e de autenticidade à nossa missão; saber viver no conflito;  promover a solidariedade eclesial em todos os níveis; centrar nossa vida cristã e ministério pastoral na fé, na esperança e na caridade, traduzidas em atitudes concretas;  ter uma visão eclesial enraizada  na Trindade como fundamento último de todo  ministério pastoral; urgir o aspecto missionário da fé;  entender e assumir a vida  cristã como um combate; encarnar, à maneira de Paulo, as atitudes fundamentais de um agente: força, valentia, liberdade, alegria, recuperar a consciência de ser enviados; não alimentar cobiças nem pretensão de glória; exercer a autoridade como serviço amável;  amar com um amor real até à morte, oferecer cuidados de bom pastor às comunidades”  ( p. 50).  Este texto nos fala de uma vida de missão e de pastoral cheia de mística, de fogo interior.

11. Estamos todos convencidos da importância da família em nossa vida pessoal. Como franciscanos seculares compreendemos bem  a problemática desta pequena célula do mundo. Não podemos nos sentir alheios ao tema. O amanhã da humanidade, no dizer de João Paulo II, passa pela família.  A Regra afirma: “Em sua família vivam o espírito franciscano de paz, de fidelidade e de respeito à vida, esforçando-se por fazer dela sinal de um mundo já renovado em Cristo. Os esposos, em particular, vivendo as graças do matrimônio, testemunhem no mundo o amor de Cristo por sua Igreja. Mediante uma educação cristã dos filhos, atentos à vocação de cada um, caminhem alegremente com eles em seu itinerário humano e espiritual”  (n.17). Evangelizar nossa família, a família dos filhos, as famílias de fora.  Na medida do possível seremos evangelizadores de nossa família e das famílias dos irmãos da fraternidade: uma comunidade de vida e de amor, indo do individualismo ao personalismo, lugar de encontro e de estruturação da pessoa, lugar de alimentação e de crescimento, espaço de acolhimento e de encontros,  Igreja doméstica sem pieguice.

12. Não podemos imaginar o amanhã da Igreja e da Ordem sem liderança capacitadas, homens e mulheres, capazes de ler os sinais dos tempos, pessoas que reflitam e que coloquem por escrito aquilo que é o fruto de suas preocupações com o homem e o mundo.  A Ordem Franciscana Secular terá  preocupação de ter irmãos que façam cursos que valham a pena e se coloquem no meio do fogo.

13. Somos fraternidades em estado de missão. A fraternidade é o coração de nosso carisma.  A primeira indicação dada pelo Senhor a respeito da credibilidade dos seus discipulos foi o famoso “vede como eles se amam”.  O primeiro testemunho é dado por uma vida autenticamente fraterna, tanto na primeira como na terceira ordem.  Deus nos ama, nos congrega e nos envia.  Um autor italiano, Domenico Paoletti, OFM Conv., escrevendo a respeito  da missão franciscana hoje no ocidente escreve: “A fé cristã encarnada no testemunho da fraternidade franciscana vivida com alegria e gosto é sinal luminoso de que evangeliza por irradiação e vive a missão mais como revelação do amor de Deus do que como um serviço funcional dirigido para particulares necessidades.  Assim, a missão franciscana é antes de tudo tornar presente e lembrar que a comunhão fraterna, enquanto tal, já é missão pelo fato de contribuir diretamente para a obra da nova evangelização” (Miscellanea Francescana, t. 109, p.424).   Mas atenção: uma fraternidade bem constituída, sinal do reino, levará também seus membros a ir dois a dois pelo mundo.  Embora, a fraternidade seja, no dizer de alguém, “narração humana do amor divino”, será preciso ir, sempre ir.

14. Referindo-se mais aos frades, o autor do precedente estudo, continua: “A fraternidade, coração do carisma e da missão franciscana, hoje goza de particular atenção  numa sociedade da técnica e dos relacionamentos friamente virtuais.  A missão para Francisco, na escola do evangelho, é sempre o andar “dois a dois”. Nunca envia um frade sozinho pelo mundo.  Os dois vão juntos reconciliados e levando reconciliação.   A missionariedade é conseqüência  da fraternidade “exodal” (de êxodo) e itinerante, características da fraternidade franciscana, que se põe em contraste com a tradicional  “stabilitas”. Para os frades menores o mundo é  seu claustro e cada homem seu irmão”  Ela foi querida por seu fundador  como “fraternidade extática” (em estado de êxtase) e não estática ou estética, como por vezes parece ser reduzida segundo cânones impostos pela cultura contemporânea da imagem: um frade com sandálias num claustro e cercado de gerânios.  O centro da fraternidade franciscana está fora dela: em Deus e além dos limites de nosso mundo local e auto-referencial (...) A missão é, na realidade fecunda, somente quando brota de uma vida fraterna de profunda espessura evangélica que dá ao mundo o testemunho do amor do Deus Trindade. A presença-provocação da  fraternidade franciscana hoje é uma verdadeira missão abrangente ao se apresentar como uma teologia narrativa do modo de amar de Deus. Trata-se de um “eloqüente” falar de Deus” (p. 425).

15. P. G. Cabra, citado pelo autor que mencionamos antes, escreve linhas contundentes sobre a fraternidade e sua ligação com o mistério da Trindade: “A um Deus comunhão corresponde uma igreja comunhão e tal exige a criação de comunidades fraternas, tanto as religiosas quanto as familiares, onde a realidade comunional se manifesta de forma legível. Uma Igreja sem fraternidades realizadas pode fazer a suspeita da pouca importância da Trindade. Que adianta confessar um Deus comunhão, quando na terra cada um  pensa nos seus sucessos, quando a dimensão fraterna é sobrepujada pela dimensão individualista, quando a fraternidade é  vista como um ideal abstrato, quando a eficiência imediata  torna-se a preocupação principal, colocando na sombra todas as intenções que partam da fraternidade” (. P. 425).

16. Que dizer ainda?  O amanhã de nossas fraternidades depende do hoje de nossos empenhos.  A casa construída na medida em que o Senhor age. Não somos donos de tudo. Mas sabemos que tudo, dependendo de Deus, depende também de nós. Trata-se voltar ao primeiro amor e sentir no fundo da alma uma vontade efetiva de ir, de conversar, confabular com o mundo que nos escapa : jovens, famílias, credos. Não podemos administrar apenas o caos, o mundo daqueles que hoje estão cansados.  Fraternidades missionárias, mas fraternidades que trabalhem na pastoral com discernimento e com espírito  crítico. Não se trata de uma mera sacramentalizaçao, mas de mostrar às pessoas um mundo do beleza que conseguimos vislumbrar com Francisco e seu gênero de vida.

(*) Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM
Assistente Nacional da OFS pela OFM e Assistente Regional do Sudeste III

04 julho 2010

CAMPANHA PELA SANTIFICAÇÃO DO CLERO BRASILEIRO

O Papa Bento XVI, promulgou no dia 19 de junho de 2009 a 19 de junho do ano de 2010,
que a Igreja deverá comemorar o Ano Sacerdotal.


Lançamos aqui Interceções Espirituais pela Santificação do Clero.


Reze conosco.Nossas intenções serão estas:


- Que os sacerdotes celebrem em suas paróquias a Missa na forma
litúrgica exata e fiel. Sem abusos litúrgicos.

- Que os nossos sacerdotes não sejam coniventes e nem omissos e combatam, com sua pregação,
sua oração e com o seu apostolado o progressismo, o modernismo e o relativismo.
.

- Que os sacerdotes formem adequadamente as famílias, orientando-os
quanto a tudo o que a Igreja ensina a respeito de contracepção, moral
sexual, famílias numerosas.

- Que os sacerdotes se convertam em apóstolos do confessionário, equiparando
o tamanho das filas da comunhão às do confessionário.


- Que os sacerdotes favoreçam as práticas devocionais em consonância com a tradição
da igreja e pela exposição do Santíssimo Sacramento semanalmente sempre que possível.

Que os sacerdotes tenham uma boa vida de oração, rezem, façam
meditação, tenham terço diário, celebrem piedosa e diariamente a
Missa,


- Que os sacerdotes preguem a doutrina católica

- Que os sacerdotes sejam fiéis obedientes ao Magistério e
valorosos defensores do Papa.


Oremos
Que Santa Maria Mãe de Deus
e da Igreja Rogue pelos Sacerdotes da Igreja de Cristo,

levando-os a plenitude santificadora, assim estes
estejam sempre conduzindo o povo de Deus,
os seus filhos a verdade que liberta,
Amém





Encontro do 4º Distrito/SP: Santa Missa

OFS encontro distrital 2010 210
Aconteceu na parte da manhã, antes do almoço, a Santa Missa como o momento maior do encontro de todas as fraternidade franciscanas do 4º Distrito!
OFS encontro distrital 2010 197
Leitores da Santa Missa
OFS encontro distrital 2010 193  
Leitores da Santa Missa
A Santa Missa foi presidida pelo Assistente Espiritual Frei Constantino, em sua homilia ele destacou s formas inusitadas que Deus usa para chamar cada um, acabou citando o exemplo de Isaías que achava difícil para ele ser profeta. No caso de Oséias, outro profeta, teve que deixar tudo para profetizar. Elizeu, onde Elias inspirado pelo Espirito de Deus, foi chamá- lo para o profetismo jogando-lhe a Capa. A liturgia do dia abordou a vocação, que é um chamamento de Deus para o Cristão, onde Jesus é exigente, pois a vocação é algo muito importante para nossas vidas e para a Igreja, é uma questão decisiva.
OFS encontro distrital 2010 194
Leitores da Santa Missa
OFS encontro distrital 2010 195
Leitores da Santa Missa
Frei Constantino, em sua homilia, lembrou também a todos os presente, a Vocação Francisca, falou da necessidade de não se perder as origens, o primeiro Chamado – o primeiro AMOR, por isto é importante sempre manter animada as reuniões fraternas, sair das reuniões, dos salões paroquiais e por a mão no arado, a exemplo de São Francisco de Assis, que sempre tudo fez com Alegria, mesmo diante das dificuldade, nada lhe tirava a Perfeita Alegria.
Aceitar a vocação, é como Elizeu, ter que deixar tudo (que é velho, que é pecado), e partir para o Caminho do Serviço!
Antes de encerrar a meditação, Frei Constantino citou Paulo, que afirmava veementemente que o ensino de Cristo sob a Terra foi que ele renovou a Lei, pois a nossa Vocação é Livre, somos chamadas para a Liberdade, quanto mais nos aproximamos se identificando com Cristo, mais vivemos a vocação, mas somos felizes de Espírito, realizados!
OFS encontro distrital 2010 196
O resumo da Lei: “Amar a Deus e aos irmãos"! Assim termnou sua homilia. Frei Constantino, por obra do Santo Espírito conseguiu colocar em cada coração Franciscano.
OFS encontro distrital 2010 208  OFS encontro distrital 2010 198 OFS encontro distrital 2010 200 OFS encontro distrital 2010 202 OFS encontro distrital 2010 204 OFS encontro distrital 2010 205 OFS encontro distrital 2010 207
Paz e Bem!

03 julho 2010

Ecologia













Grito da vida, grito de Deus
Grita nossa mãe e irmã a Terra.
Grita cansada, ferida pela guerra.
Reverbera seu clamor
Pela sua própria dor.


E, por seu materno amor,
Clama também pelas criaturas,
Sua filhas e filhos que padecem
Porque esquecem a fraternal relação,
O laço umbical do coração.

Gritam os pobres do mundo
largados à mercê da sorte.
Migram temendo a morte
E clamam por trabalho e pão.

E Deus também grita
Compadecido,
Cheio da mais plena compaixão.
Deus grita solidariamente
Sendo companheiro dos inocentes.

O grito de Deus
É por quem já não tem voz
E tem o coração ferido
Pela fome, miséria e pelo abandono,
Pela bomba e pelo fuzil dos tiranos.

O grito de Deus
É por Lázaro nas escolas, faminto
A conformar-se com migalhas,
É por quem já esqueceu de gritar
E desaprendeu a viver e a lutar.

O grito de Deus é o grito das gentes,
Das plantas, dos animais,
Das águas, fontes, nascentes,
Do solo, do ar, do sol e muito mais,
De todos e todas que querem a paz.
Ouçam o grito que vem
Do nascente ao poente,
Do sul e do norte.

É a natureza que sente a morte
E grita anunciando que quer viver,
E seu valente querer faz eco
Ecologia: grito da vida, grito de Deus.
É o grito da terra e dos filhos seus.
Que reverbera de dentro do coração
Chamando-os para a ética
Do cuidado, do amor e da compaixão

02 julho 2010

Fraternidade Nossa Senhora de Lourdes Botucatu

Aconteceu em Botucatu, o encontro distrital de 2010 do 4º Distrito da ofs.

A todos ficou uma grande gratidão, pela carinhosa acolhida, pelo local confortável que foi escolhido, assim como também pela refeição que foi muito boa.

A Santa Missa, dinâmicas, músicas, palestra, tudo foi de acordo com a vontade do Pai, a exemplo de São Francisco.

Dia lindo, as fraternidades se reencontrando, muita conversa, muita risada, foi muito bom!

A todos da fraternidade de Porto Feliz que foram, ficaram gratos imensamente por este belo domingo!

Deus abençoe!

OFS encontro distrital 2010 270 OFS encontro distrital 2010 271 OFS encontro distrital 2010 272 OFS encontro distrital 2010 273 OFS encontro distrital 2010 274 OFS encontro distrital 2010 275 OFS encontro distrital 2010 276 OFS encontro distrital 2010 277

01 julho 2010

A Paciência


 
A vitória é fruto de um trajeto de espera, de paciência e de certezas. É uma via de alegrias e tristezas, de ânimos, desânimos, mas que não pára por isto. Uma força positiva se faz sempre presente, não deixando que tudo termine antes da hora.
O mundo é chamado a cuidar da natureza, a valorizar a vida como o bem mais precioso. Isto só acontece quando temos em mente o verdadeiro sentido e valor da pessoa humana, que deve ser preservada como imagem e semelhança do Criador.
Não podemos eliminar a vida só porque ela é improdutiva, ou porque vive na situação de sofrimento. A atitude deve ser de solidariedade e paciência, levando em conta que “quem pensa estar de fé tome cuidado para não cair”.
No mundo, ninguém é melhor do que o outro. Todos nós devemos produzir frutos bons, cada um dentro de suas condições, mesmo levando consigo alguns traços de egoísmo e de falta de amor. É por isto que na quaresma se diz que “todos devemos converter-nos sempre”.
Nem sempre somos tão pacientes como acontece com a ação de Deus na História da Salvação. Temos em nós a presença do trigo e do joio, atitudes boas e más. O tempo é de purificação e de luta pela realização daquilo que gera e promove a vida.


29 junho 2010

Perdoar e perdoar e perdoar




Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão.
O perdão é essencial em tudo na vida.
Irmãos que não se perdoam
se sentem mal em casa dos pais.
Pais que não perdoam
acabam sem carinho dos netos.
Quem não perdoa não deve formar família.
Vai fazer alguém infeliz.
Casamento é para quem perdoa.
Para pessoas sadias.
Porque perdoar é coisa de gente sadia de alma.
O de alma ruim não perdoa.
E ainda ameaça matar a mulher que reagir.
Gente que se sente maior do que Deus não perdoa.
Porque Deus é infinito, mas perdoa.
Eles não!
Sua majestade ofendida não descansa enquanto não dá o troco.
Faz como o escorpião, que se envenena, mas não aceita perder.
Perdoar faz parte do amor e da decência.
Você não tem que aceitar novas ofensas,
mas não pode viver das antigas.
Dá para perdoar e continuar bobo.
E é possível perdoar e ser esperto.
Família que não perdoa se esboroa!
E quem jamais perdoa acaba um sujeito à-toa.
Tomara que a vida não lhe doa!

28 junho 2010

Erros

 
“Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade".

(Carl G. Jung)
Melhorar o mundo é melhorar as pessoas que compõem a humanidade. A compaixão é a compreensão da igualdade de todos os seres, é o que nos dá força interior. Se só pensarmos em nós mesmos, nossa mente fica restrita. Podemos nos tornar mais felizes e, da mesma forma, comunidades, países, um mundo melhor. Quando cultivamos a compaixão temos mais saúde, mais força e somos plenificados por DEUS.

Errar faz parte do caminho humano. Nem todo erro é pecado, mas uma espécie de aprendizado para nosso crescimento. Feliz a pessoa que aprende com seus erros, que é capaz de suplantá-los e fazer deles uma catapulta para sua própria evolução. Aprenda com seus erros, pratique a compaixão, revele o amor de Deus que está dentro de você...

Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM

27 junho 2010

"ORAÇÃO DE JOÃO PAULO II A SÃO FRANCISCO DE ASSIS"

Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne, o mundo tem saudades de ti qual imagem de Jesus crucificado. Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem, dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos transpassadas e implorantes. Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo poder do Evangelho.

Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem o mal do pecado e a procurarem a sua purificação na penitência. Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado, que oprimem a sociedade de hoje. Reaviva na consciência dos governantes a urgência da Paz nas Nações e entre os Povos. Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de cotrastar as insídias das múltiplas culturas da morte.

Aos ofendidos por toda espécie de maldade, comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar. A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém.

Saudação à Virgem Maria

(Esta saudação tão singela deixa entrever a grande veneração de São Francisco pela Virgem Maria, sua Mãe e Senhora, cuja capelinha: "da Porciúncula" - Nossa Senhora dos Anjos - fora o berço da Ordem e se conservou, através dos séculos, foco de piedade Franciscana).


Salve ó Senhora Santa, Rainha Santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja,
eleita pelo Santíssimo Pai celestial,
que vos consagrou por seu Santíssimo e
dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito.
Em vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem.

Salve, ó palácio do Senhor!
Salve, ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó mãe do Senhor!

E salve vós todas, ó santas virtudes derramadas,
pela graça e iluminação do Espírito Santo,
nos corações dos fiéis, transformando-os de infiéis
em fiéis servos de Deus!

Amém.

24 junho 2010

Oração a São João Batista



Glorioso São João Batista, príncipe dos profetas, precursor de Jesus, primogênito da graça do Redentor, fostes grande diante do Senhor.

Por vossas admiráveis virtudes, alcançai-nos de Jesus a graça de amá-lo e servi-lo até a morte, com extremo afeto e dedicação.

Alcançai-nos profunda devoção à Virgem Maria. Ela saiu apressadamente para visitar a vossa mãe, Isabel. Foi quando a presença de Jesus, ainda no ventre de Maria, vos libertou do pecado original e vos encheu com os dons do Espírito Santo.

A vossa grande bondade e poderoso auxílio nos ajudem a amar sempre mais a Jesus, para um dia estarmos convosco na eternidade.



Amém.



Dia de São João



Noite de São João, celebrada em 23 de junho, véspera da data de nascimento de São João que, em vida, foi um pregador austero e de moral rigorosa. No entanto, é honrado em festas alegres e dionisíacas, com muita comida, dança e bebida. A data coincide com o solstício de verão no hemisfério norte. Desde tempos remotos, camponeses de toda Europa comemoravam, acendendo fogueiras. A tradição estendeu-se ao Brasil e outros países latino-americanos, coincidindo, neste caso, com o solstício de inverno.

A fogueira, o banho de cheiro, a poesia simples das cantigas do povo, o gosto bom da canjica, o perfume apetitoso das rosquinhas e dos bolos, as sortes, todo um mundo de esperanças, era assim que se festejava São João, sem dúvida a mais antiga e a mais brasileira das festas.

São João é o mais comemorado entre todos, especialmente, na zona rural, quando em sua honra as festas contam com comidas especiais à base de milho como canjica e pamonha, por exemplo. A música geralmente utilizando a sanfona é própria para a ocasião, são queimadas fogueiras e usadas roupas típicas para a dança da quadrilha. Entre as brincadeiras destacam-se a pescaria, leitura da sorte, rifas e leilões.

" São João, o santinho distraído, que estava dormindo e não sabia que aquele era seu dia, recebia do povo as rosas e os cravos, as graças e as ternuras das mãos inspiradas das sinhazinhas doceiras que criavam em sua homenagem os melhores doces brasileiros."



Fonte: www.virtual.epm.br



22 junho 2010

Terço eletrônico tem "boom" na Itália



Terço eletrônico tem "boom" na 
Itália Para os fieis italianos modernos que não têm tempo para rezar, chega o rosário eletrônico e o rosário no i-Phone. São dois aplicativos criados para os que não conseguem assistir às missas, mas que querem rezar em companhia de 'uma voz amiga', em casa, pela rua, dentro do carro.

O terço eletrônico proposto, que pode ser baixado em celulares inteligentes, já foi vendido para 13 mil pessoas em um mês, mas quem mais comprou este software foram os italianos da região do Lazio, com 1.200 downloads, informaram os  produtores. 
 
 

16 junho 2010

Fraternidade São Maximiliano Kolbe participa da Missa de Santo Antonio

Aconteceu a Missa de Santo Antonio em Porto Feliz, na Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens, liturgia e pães foram preparados pela OFS local, a futura Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe. A Santa Missa foi presidida pelo Pároco Padre Antonio Carlos Fernandez, o Padre Toninho e auxiliado pelo diácono Benedito e os ministros extraordinários da Eucaristia.

Assim, como muitos outros Santos, Santo Antonio também é fruto da sementes plantadas por São Francisco de Assis, sua vida é bela, cheia de lindas histórias e impressionantes milagres são lhe atribuidos por sua poderosa interceção!

Para a Família Franciscana é muito importante celebrar Santo Antonio, que vai muito além da fé popular de Santo Casamenteiro. Em Porto Feliz a Fraternidade também procura não deixar passar em branco esta data importante. Semanalmente, as terças-feiras na Igreja de São Benedito é distribuido na Santa Missa, o Pão de Santo Antonio.

Em preparação a festividade, a Fraternidade São Maximiliano Kolbe realizou nas casas a trezena de Santo Antonio, com alegre e viva participação de devotos e franciscanos.

As atividades encerraram com a Santa Missa de domingo dia 13 de junho, confira as fotos:



Entrada do ofertório

Franciscanos e fiéis devotos entraram com as ofertas e os pais para serem benzidos

Pãos estes que seriam distribuídos após a Santa Missa

Distribuição dos pães benzidos




Alguns irmãos da Fraternidade São Maximiliano Maria Kolbe de Porto Feliz/SP
mais o Padre Toninho ao centro e devotos



13 junho 2010

13 de junho - Santo Antonio



A morte de Santo Antonio:
Nesse lugar retirado, a pedido do Cardeal de Óstia, dedicou-se a escrever os sermões das festas dos grandes santos e de todos os domingos do ano. 

Mas sempre saia para pregações, por exemplo, durante a Quaresma, até morrer, por uma hidropisia maligna, na sexta-feira, de 13 de junho de 1231. 


Foi tanta a repercussão de sua morte e tantos os milagres, que, onze meses após sua morte, foi canonizado pelo Papa Gregório IX. 

Em 1263, quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta e continua intacta até hoje, numa redoma de vidro, na Basílica de Santo Antônio, em Pádua, onde estão seus restos mortais.


antoni34.jpg (25935 bytes)


Mais tarde, em 1934, foi declarado Padroeiro de Portugal. E em 1946, o Papa Pio XII proclamou Santo Antônio ‘Doutor da Igreja’, com o título de ‘Doutor Evangélico’. Santo Antônio não perdeu sua atualidade e é invocado pelo povo cristão, até hoje, para curar doença, achar coisa perdida e ajudar no casamento.

12 junho 2010

Acontecerá no dia 15,
a missa mensal em devoção a
Nossa Senhora Mãe dos Homens

Local igreja matriz
Nossa Senhora Mãe dos Homens
no centro de Porto Feliz, às 19h !!!


Biografia de Santo Antônio de Pádua




santo7.jpg 
(5929 bytes)
1195: Nasce em Lisboa, filho de Maria e Martinho de Bulhões. É batizado com o nome de Fernando. Reside na frente da Catedral.

1202: Com sete anos de idade, começa a freqüentar a escola, um privilégio raro na época.

1209: Ingressa no Mosteiro de S. Vicente, dos Cônegos Regulares de S. Agostinho, perto de Lisboa. Torna-se agostiniano.




1211: Transfere-se para Coimbra, importante centro cultural, onde se dedica de corpo e alma ao estudo e à oração, pelo espaço de dez anos.

1219: É ordenado sacerdote. Pouco depois conhece os primeiros franciscano, vindos de Assis, que ele recebe na portaria do mosteiro. Fica impressionado com o modo simples e alegre de viver daqueles frades.

1220: Chegam a Coimbra os corpos de cinco mártires franciscanos. Fernando decide fazer-se franciscano como eles. É recebido na Ordem com o nome de Frei Antônio, enviado para as missões entre os sarracenos de Marrocos, conforme deseja.

1221: Chegando a Marrocos, adoece gravemente, sendo obrigado a voltar para sua terra natal. Mas uma tempestade desvia a embarcação arrastando-a para o sul da Itália. Desembarca em Sicília. Em maio do mesmo ano participa, em Assis, do capítulo das Esteiras, uma famosa reunião de cinco mil frades. Aí conhece o fundador da Ordem, São Francisco de Assis. Terminado o Capítulo, retira-se para o eremitério de Monte Paolo, junto dos Apeninos, onde passa 15 meses na solidão contemplativa e no trabalho braçal. Ninguém suspeita da sabedoria que aquele jovem frade português esconde.

1222: Chamado de improviso a falar numa celebração de ordenação, Frei Antônio revela uma sabedoria e eloqüência extraordinárias, que deixam a todos estupefatos. Começa sua epopéia de pregador itinerante.

1224: Em brevíssima Carta a Frei Antônio, São Francisco o encarrega da formação teológica dos irmãos. Chama-o cortesmente de " Frei Antônio, meu bispo".

1225: Depois de percorrer a região norte da Itália, passa a pregar no sul da França, com notáveis frutos. Mas tem duras disputas com os hereges da região.

1226: É eleito " custódio" na França e, um ano depois, " provincial" dos frades no norte da Itália.

1228: Participa, em Assis, do Capítulo Geral da Ordem, que o envia a Roma para tratar com o Papa de algumas questões pendentes. Prega diante do Papa e dos Cardeais. Admirado de seu conhecimento das Escrituras, Gregório IX o apelida de "Arca do Testamento".

1229: Frei Antônio começa a redigir os "Sermões", que hoje possuímos impressos em dois grandes volumes.

1231: Prega em Pádua a famosa quaresma, considerada como o momento de refundação cristã da cidade. Multidões acorrem de todos os lados. Há conversões e prodígios. Êxito total! Mas Frei Antônio está exausto e sente que seus dias estão no fim. Na tarde de 13 de junho, mês em que os lírios florescem, Frei Antônio de Lisboa morre às portas da cidade de Pádua. Suas últimas palavras são: " Estou vendo o meu Senhor ". As crianças são as primeiras a saírem pelas ruas anunciando: "Morreu o Santo".

1232: Não tinha bem passado um ano desde sua morte, quando Gregório IX o inscreveu no catálogo dos santos.

1946: Pio XIII declara Santo Antônio Doutor da Igreja, com o título de "Doutor Evangélico".

11 junho 2010

Oração à Santa Clara


Ó amável Santa Clara, por teu amor à infância de Jesus, alcança-nos a proteção sobre nossa família.
Por teu amor à paixão de Jesus, alcança-nos força e coragem na provação.
Por teu amor à Igreja, alcança-nos a Fé, a esperança e a caridade.
Por teu amor aos irmãos, alcança-nos a graça que vos pedimos.
Por teu amor a oração, alcança-nos o desejo de "estar" com o Senhor.
Por teu amor à pobreza, alcança-nos desprender-nos dos vícios e pecados.
Por tua Santa Morte, alcança-nos também a nós uma vida e morte santas nas mãos da Virgem Maria. Amém.
Que Santa Clara me ilumine e ajude-me a alcançar a graça de que tanto necessito.

09 junho 2010

MÃE NATUREZA





Como é lindo, Senhor, poder enxergar com estes olhos que me destes, poder sentir a natureza entrando pelos meus poros, me envolvendo e dizer:

"Deus existe, olhai e vede a lua cheia ou minguante, o sol forte ou fraco, as árvores, com suas folhas embaladas pelo vento, vento esse que nos refresca e embeleza ainda mais as coisas que movimenta. E as águas? Ah! as águas, tão frescas, tão poderosas e tão necessárias à vida."

Vida, resumo da natureza!
Olhai e bendizei a natureza pois ela, irmãos, é muito mais importante do que tudo que estais acostumados a admirar e comprar...
                                                             PAZ E BEM!